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Muito obrigado!

monsenhorLogo que assumimos a Catedral, em maio de 2002, sentimos a necessidade de proporcionar maior conforto à comunidade. Pensamos em três banheiros masculinos e três femininos. Ligamos para o arquiteto Antônio Carlos Duarte e dele brotou a ideia de uma reforma substancial para adequar a Catedral à Nova Evangelização.

Tudo foi pensado em função dos fiéis e do anúncio da Palavra de Deus. Treze anos se passaram. Muito foi feito: reformas dos telhados, da fachada, da sacristia, da recepção, dos salões e das 45 salas do prédio administrativo. Implantação de sistemas de prevenção de incêndio e de segurança (como alarmes e câmeras). Construção da nova subestação de energia. Informatização do serviço administrativo e pastoral. Implantação do jornal “Voz da Catedral” e do site da nossa paróquia. Gradeamento em torno da igreja para proteger o prédio e proporcionar segurança aos paroquianos.

Depois, tivemos as obras no interior da Igreja para se adequar às normas litúrgicas da Igreja e garantir a acessibilidade. Trocamos o piso, fizemos as Capelas da Ressurreição e de Adoração ao Santíssimo, implantamos o sistema de ar condicionado e novos equipamentos para a melhoria da acústica da igreja, fizemos o novo presbitério e outros.

Hoje, a Catedral se encontra na fase final de sua reforma. Toda essa obra é a soma do esforço de cada fiel que veio a esta igreja.

A graça de Deus não faltou. A comunidade marcou presença, os funcionários caminharam juntos e a equipe de padres e diáconos deu todo o apoio. A todos, o meu muito obrigado!

Deus seja louvado em tudo!

Mons. Antônio Cornélio Viana
Pároco

Catedral: ontem e hoje

Durante as comemorações dos 90 anos da Diocese de Juiz de Fora, foram inauguradas as obras de melhoria da Catedral para se adequar às normas litúrgicas da Igreja e garantir mais acessibilidade e conforto aos fiéis. 

Agora, você pode conferir algumas fotos de como era e como está a Catedral, casa de Deus e também de todos nós.

Clique nas fotos abaixo:

 

Qual a diferença entre Dioceses e Arquidioceses, Bispos e Arcebispos?

Estamos nos preparando para as comemorações dos 90 anos da Diocese de Juiz de Fora. Você sabe a diferença entre Diocese e Arquidiocese?

Arquidiocese 1924-2015Para entendermos melhor, precisamos ir à História. O imperador romano Diocleciano (284 a 305 d.C) dividiu o império dele em províncias administrativas, que ele chamou de Dioceses. Em cada uma, ele colocou um vigário, que governaria a província em nome do imperador.

Quando o império romano caiu, a Igreja assumiu também esta divisão. E o que era chamado de Diocese, passou a ser a jurisdição de um bispo. Com o Concílio Vaticano II, este conceito de Diocese evoluiu para o conceito de "porção do povo de Deus para o pastoreio de um Bispo".

Com o crescimento da Igreja e também o crescimento territorial, as dioceses foram se dividindo e formando novas dioceses. Em meio delas, aquelas com maior antiguidade e preeminência, foram chamadas de Arquidioceses (arqui em grego, significa primeiro).

Nela, se encontra um bispo que tem o título de Arcebispo. A Arquidiocese funciona como uma diocese, entretanto, ela agrupa em torno de si outras dioceses menores ou mais novas, chamadas de sufragâneas. Elas não dependem da Arquidiocese, mas se harmonizam, agrupadas, em uma Província Eclesiástica.

Vale lembrar que Juiz de Fora foi uma diocese até o ano de 1962. No dia 14 abril daquele ano, dom Geraldo recebeu do papa João XXIII a Bula "Qui tanquam Petrus", que criou a nova província eclesiástica de Juiz de Fora, elevando a Diocese de Juiz de Fora à Arquidiocese.

Bispos e arcebispos

O bispo é o pastor da Igreja particular, responsável pelo ensinamento da Palavra de Deus, pela celebraçãoBispos - foto de costas-001 da Eucaristia e demais sacramentos, e pela animação e organização dos carismas e ministérios do Povo de Deus.

Ele deve fazer a visita “ad limina apostolorum” a Roma, e ao papa, de 4 em 4 anos, quando então apresenta à Santa Sé um relatório de sua diocese. É obrigado, pelo Código de Direito Canônico da Igreja, a pedir renúncia ao completar 75 anos.

Já o arcebispo é o bispo de uma Arquidiocese, o titular da sede metropolitana, que é a diocese mais antiga de uma Província Eclesiástica, formada pelo conjunto de diversas dioceses.

Ele é responsável pelo zelo da fé e da disciplina eclesiástica e pela presidência das reuniões dos bispos da Província. Mas não intervém diretamente na organização e na ação pastoral das demais dioceses da arquidiocese.

O arcebispo usa, nos limites de sua Província, durante as funções litúrgicas, como sinal de unidade de sua Província com a Igreja em todo o mundo, o pálio, que lhe é entregue pelo Papa, no dia da festa de S. Pedro e S. Paulo, 29 de junho: uma faixa branca decorada de cruzes pretas que cobre os ombros, confeccionada com a lã de um cordeiro.

 

 

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