Paróquia Santo Antônio

Dentro do maior país católico do mundo, o estado de Minas Gerais possui sete arquidioceses, entre elas a Arquidiocese de Juiz de Fora, que engloba 37 cidades da Zona da Mata e região. De acordo com cálculos da própria Arquidiocese, a população está em torno de 800 mil pessoas, destas, calcula-se que cerca de 560 mil sejam católicas.

 

Funcionando como a sede e matriz do catolicismo da arquidiocese, a Catedral Metropolitana está situada na Rua Santo Antônio, 1201. A localização também é chamada de Praça Dom Justino, que foi o nosso primeiro bispo e que comandou a Diocese de Juiz de Fora por 33 anos.

 

Atualmente, a igreja está sob a administração do pároco, monsenhor Antônio Cornélio Viana, e dos vigários paroquiais padre José Domício Ferreira da Silva, padre Danilo Celso de Castro e padre Antônio Pereira Gaio. São quatro sacerdotes e dois diáconos permanentes, Ruy Figueiredo Neves e Valdeci Rodrigues da Silva, administrando a maior paróquia da arquidiocese.

 

Juntamente com mais nove igrejas, nossa Catedral integra a Paróquia Santo Antônio, que também é o padroeiro da cidade. Festejado no dia 13 de junho, o santo é muito conhecido por ser o protetor dos pobres e considerado popularmente como casamenteiro.

Comunidades

CONHEÇA A PARÓQUIA SANTO ANTÔNIO
Catedral Metropolitana de Juiz de Fora
Rua Santo Antônio, 1201 - Centro . Juiz de Fora – MG . Cep: 36016-210
Telefax: (32) 3250-0700
Site: www.catedraljf.org.br
E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Missas
Segunda a Quinta: às 07h e 19h
Sexta: às 07h, 15h e 19h
Sábado: às 07h e 17h
Domingo: às 07h, 08h30, 10h, 11h30, 16h, 18h e 19h30

Novena de N. Sra. Perpétuo Socorro
Quarta: 18h05

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Nosso Padroeiro

Doutor da Igreja, santo casamenteiro, protetor dos pobres, invocado para ajudar na busca de objetos perdidos. O padroeiro da Catedral, Santo Antônio, é um dos santos mais populares e com maior devoção em toda a nossa Igreja.

 

Nasceu em Lisboa, Portugal, com o nome de Fernando de Bulhões y Taveira de Azevedo em 15 de agosto de 1195. Era de família nobre e rica. O pai, Sr. Martinho, ocupava o cargo de prefeito de Lisboa. A mãe, Dona Teresa, pertencia à alta nobreza. O menino teve uma boa educação: instrução moral, científica, religiosa e muito conforto. Aos poucos, percebeu que a vida de riqueza não lhe agradava e sentiu o chamado de Deus.

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