Coral Benedictus lança primeiro CD no Dia de Santo Antônio

lancamentocdNesta terça-feira, 13 de junho, Dia de Santo Antônio, o Coral Arquidiocesano Benedictus fez o lançamento do seu primeiro CD na missa das 10h, na Catedral Metropolitana. A celebração foi presidida por Dom Gil Antônio Moreira, fundador do coral e idealizador do projeto, que teve a parceria da Gravadora Canção Nova.

O CD litúrgico foi planejado para ocasiões de Exéquias ou Celebrações Eucarísticas aos fiéis falecidos. A composição das músicas é de autoria do Padre João Francisco Batista da Silva, e a regência do coral é de competência do maestro Fábio Figueira Santos. Também há participação especial da Orquestra dos Arautos do Evangelho.


Os CD’s foram adquiridos por R$ 15 (preço especial de lançamento) na Catedral, no Lar Sacerdotal e na Cúria Metropolitana. O valor posterior à data de lançamento será R$ 19,90. Também é possível adquiri-lo no site da Canção Nova (clique aqui).


Faixas:

1 - É Cristo que vive em mim
2 - Já não haverá mais dor
3 - Senhor, vós sois o caminho
4 - Aleluia
5 - Em tudo damos graças
6 - Santo
7 - Amém
8 - Cordeiro de Deus
9 - Na casa do Senhor habitarei
10 - Ave Rainha do Céu
11 - Combati o bom combate

Com informações da Assessoria Arquidiocese JF

Dom Gil celebra missa de aniversário da Dedicação da Catedral

missadedicacaoNo dia 12 de junho a Catedral celebrou 29 anos da sua Dedicação. A data foi marcada por uma missa especial presidida pelo arcebispo metropolitano de Juiz de Fora, dom Gil Antônio Moreira, concelebrada pelo pároco da Catedral, monsenhor Luiz Carlos de Paula, e pelo vigário, padre Welington Nascimento. E teve a participação do diácono permanente, Waldeci da Silva.

Em sua homilia, dom Gil explicou o significado da Dedicação. “Todas as igrejas são benzidas, mas as catedrais e santuários são dedicados. Como ouvi a explicação de um bispo uma vez, é como se todas as igrejas fossem batizadas e as catedrais crismadas, porque se usa o óleo para dedicar o templo”.

O arcebispo lembrou também que, o que representa a Dedicação da Catedral são as quatro cruzes em mármores: duas na porta de entrada, e duas próximas ao altar. E cada cruz simboliza um dos evangelistas e possui uma vela na sua parte superior.

Dom Gil ressaltou que este é um dos ritos mais bonitos da Igreja Católica e que dura em média quatro horas para ser realizado. A cerimônia significa que o templo é dedicado a Deus e seu uso será exclusivo ao culto divino e mostra que “esse é um lugar onde se fala de Cristo, o que Ele fez e está fazendo”.

Outro ponto importante de sua homilia foi sobre a Igreja, que segundo dom Gil, é a “reunião de todos aqueles que acreditam em Jesus e, por isso, todos nós somos tijolos e argamassas dessa construção”. E sobre a Igreja e seus fiéis ele disse a seguinte frase: “Devemos ter serenidade diante das dificuldades e confiar que Deus não deixará as portas do inferno prevalecerem”.

Para encerrar, dom Gil fez um convite para que todos fizessem uma oração de agradecimento. “Agradeçamos pela Dedicação da Catedral e peçamos a Deus para que sejamos pedras vivas da Igreja”.

Confira as fotos da celebração em nosso Facebook.

Familiares, amigos e paroquianos se despedem de Monsenhor Viana

DSC 0058Milhares de pessoas passaram pela Catedral Metropolitana de Juiz de Fora na manhã e tarde deste domingo, 11 de junho, para prestarem suas últimas homenagens ao Monsenhor Antônio Cornélio Viana, falecido no sábado (10). O sacerdote foi vítima de um acidente de carro na BR-267, que também causou a morte da Srª. Ilda Maria Nader Araújo, sua amiga pessoal e colaboradora na Paróquia Nossa Senhora das Estradas.

A missa de corpo presente de Mons. Viana foi presidida pelo arcebispo metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, e concelebrada por dezenas de padres e diáconos da Arquidiocese. Durante sua homilia, Dom Gil refletiu sobre o mistério da Santíssima Trindade e enumerou as qualidades do ecônomo de nossa Igreja Particular, que com a sua serenidade, paciência e humildade foi capaz de anunciar o amor de Deus. “O seu sacerdócio na Arquidiocese de Juiz de Fora foi de fato exemplar, foi uma pregação viva. Ele se dedicou completamente à causa de Deus e sempre com alegria”.

“A gente tem um sentimento de perda muito grande neste momento em que Monsenhor Viana parte para a outra vida, para a eternidade. Mas ao mesmo tempo temos um sentimento de gratidão, de saber que Nosso Senhor nos deu um exemplo aqui e que, agora, no Seu mistério, o colheu, e ele vai para o céu e temos certeza de que vai interceder por todos nós”, completou Dom Gil.

Na igreja repleta de familiares, amigos e paroquianos, dois sentimentos imperavam: o de perplexidade, pela violência com que as vidas de Mons. Viana e Dona Ilda foram tiradas, e o da certeza de que a Igreja de Juiz de Fora perdeu um grande homem e um padre exemplar.

Duas missas lembrarão o sétimo dia de falecimento de Mons. Viana: na sexta-feira, 16 de junho, na Matriz Nossa Senhora da Piedade, em Igrejinha, e na Catedral Metropolitana, ambas às 19h.

Texto e foto: Assessoria Arquidiocese JF

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