Padres da Arquidiocese celebram missa de corpo presente do Cônego Maurício Corrêa Saraiva

DSCN8610Na manhã desta segunda-feira, 25 de junho, o arcebispo metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, presidiu a missa de corpo presente do Cônego Maurício Corrêa Saraiva, na Capela São José, ao lado do Lar Sacerdotal. O momento foi concelebrado por vários padres da Arquidiocese de Juiz de Fora.

No início da celebração, o Padre Antônio Camilo de Paiva fez a leitura de uma breve biografia do sacerdote, que desde cedo seguiu a vocação religiosa. Dom Gil falou sobre a perda para o clero. “Deus chamou para si o Cônego Maurício Saraiva, que já estava idoso, com quase 90 anos de idade. Nos últimos anos, viveu no Lar Sacerdotal, sempre no silêncio e na oração. Ultimamente foi acometido por um agravamento no seu quadro de saúde, que o levou a ficar internado durante quatro meses. Nós entregamos nas mãos de Deus este homem, que dedicou sua vida a Cristo, pelo sacerdócio, dando o testemunho do espírito de conversão a cada dia. Pedimos a Deus que o leve para o Reino da Glória e que, de lá, ele possa interceder por nós que continuamos a vida na terra”.

Após a missa, familiares e amigos, juntamente com os padres celebrantes, permaneceram na capela velando o corpo do sacerdote. Por volta de 11h45, o féretro foi levado para o Cemitério Municipal para o sepultamento.

Maurício Corrêa SaraivaBiografia

Nascido em Rio Pomba (MG) aos 27 de agosto de 1929, era filho de Antônio Marinho Saraiva e Liú Siú Corrêa Saraiva.

Fez os primeiros anos de estudo no Grupo Antônio Carlos, no Bairro Mariano Procópio, em Juiz de Fora (MG). Em fevereiro de 1941 entrou para o Seminário Menor Santo Antônio. Mais tarde, em 1946, iniciou o curso de Filosofia no Seminário Maior São José, em Mariana (MG), cursado até o ano seguinte, quando obteve o bacharelado. Ao findar o ano de 1951, concluiu o curso de Teologia na mesma instituição.

Foi ordenado Diácono em 3 de fevereiro de 1952 na Paróquia Nossa Senhora da Glória, em Juiz de Fora, e Presbítero em 8 de dezembro daquele mesmo ano, na Catedral, pelo então Bispo Diocesano Dom Justino José de Sant’Ana.

Exerceu o magistério no Seminário Santo Antônio; foi Prefeito de Estudos no Seminário Menor; primeiro capelão do Colégio Nossa Senhora do Carmo; e deu assistência espiritual à Casa de Saúde e Maternidade de Juiz de Fora durante mais de 30 anos.

Como Vigário Ecônomo, exerceu o ministério paroquial em Piau (MG). Foi o secretário para a aplicação do Plano de Emergência na Diocese de Juiz de Fora. Colaborou na assistência espiritual às comunidades de São João Nepomuceno (MG), Descoberto (MG), entre outras comunidades rurais.

Em 1967, Dom Geraldo Maria de Morais Penido, primeiro Arcebispo da Arquidiocese de Juiz de Fora, o distinguiu para ser um dos Cônegos Titulares do Cabido Arquidiocesano. Em 1974, obteve Licenciatura em Filosofia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Dom Bosco, em São João Del Rei (MG).

Foi Vigário Cooperador da Paróquia Nossa Senhora do Rosário, no Bairro Granbery (1978); Vigário Paroquial da Paróquia Santa Cruz, no Bairro Bandeirantes (1990-2003); Administrador da Comunidade Menino Jesus de Praga, no Bairro Poço Rico (1984-1990); Administrador da Paróquia Divino Espírito Santo, em Piau (1972); Pároco da Paróquia Nossa Senhora da Cabeça, em Juiz de Fora (1979-1981); e Vigário Paroquial da Catedral Metropolitana (1981-1984).

Cônego Maurício residia no Lar Sacerdotal em Juiz de Fora, junto a outros padres e também o Arcebispo.

Fonte: arquidiocesejuizdefora.org.br e colaboração de Leandro Novaes

Dom Gil divulga mensagem a padres e leigos

274067Nesta sexta-feira, 15 de junho, o arcebispo metropolitano de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, enviou uma mensagem aos padres de nossa Igreja Particular. O texto do pastor reitera - também junto aos leigos - a importância do respeito à norma arquidiocesana que impede a venda de bebidas alcoólicas em festas paroquiais.

Confira a mensagem na íntegra:

Caros Padres,

Recordo nossa decisão de não vender bebidas alcóolicas em festas da Igreja. Tal medida já vem sendo costume em nossa Arquidiocese e praticamente em todas as paróquias esta prática é obedecida.

Nas festas do Seminário não são vendidas tais bebidas há alguns anos, com muito bom resultado. A renda aumentou e o ambiente mudou muito positivamente, pois se antes as festas, muitas vezes, geravam brigas, com necessidade da intervenção policial, hoje não há nem mais necessidade de pedir policiamento. Isto se verifica também em todas as paróquias onde a medida é praticada.

Peço encarecidamente aos senhores padres que expliquem educada e firmemente esta decisão Arquidiocesana do tempo de Dom Eurico e que tem sido plenamente assumida por mim. Tal medida, mesmo antes da opção da Arquidiocese de Juiz de Fora nos tempos passados, já vem sendo praticada em muitas outras dioceses, sempre com resultados muito positivos.

Vamos dar o exemplo no combate do mal.

Bebida alcoólica é o primeiro passo para a dependência química, como comprovam nossas clínicas, sobretudo a Fazenda da Esperança.

O Padre deve ser o primeiro a dar exemplo.

Peço que esta minha mensagem seja lida em público nas missas dos finais de semana, sobretudo neste mês de junho.

Deus o abençoe.

Muito grato.


Dom Gil Antônio Moreira

Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Arquidiocese de Juiz de Fora

Fiéis celebram Santo Antônio

festa siteA Festa de Santo Antônio 2018 marcou o feriado municipal com a manifestação de fé da população juiz-forana. Santo Antônio conduziu milhares de fiéis do dia 04 a 13 de junho, durante as festividades da Novena de Santo Antônio e também nas celebrações no dia dedicado ao santo.

Cerca de 30 mil pães foram distribuídos para abençoar os lares de Juiz de Fora, alcançando assim, a expectativa de entrega, e aproximadamente, 100 voluntários ajudaram no empacotamento e distribuição do alimento.

No feriado, as missas aconteceram durante todo o dia de duas em duas horas, a partir das 06h da manhã. A missa das 10h, que aconteceu logo após a procissão, foi celebrada pelo arcebispo metropolitano, dom Gil Antônio Moreira, concelebrada pelo pároco da Catedral, monsenhor Luiz Carlos de Paula e o vigário padre Danilo Celso. Além da participação dos diáconos Waldeci Pereira e Adelmo Rezende e do Coral Benedictus.

Em entrevista o arcebispo destacou a história de Santo Antônio, sua importante missão como evangelizador e também o desejo de repartir o alimento com os mais necessitados. “Santo Antônio é muito querido pelo nosso povo, porque primeiro é um exemplo de missionário de Jesus Cristo. Ele foi padre agostiniano, Deus o levou para ser missionário na Itália e França. Chamado Doutor do Evangelho, pois conhecia perfeitamente a palavra de Deus. Ele viveu pobremente, deixou todas as coisas por causa do Reino de Deus. Santo Antônio pregava a palavra pela vida e pela própria voz, então ele é um exemplo para nós todos”, finalizou.

festa site2Ao final da celebração, o arcebispo deu a bênção com a relíquia de Santo Antônio. A Catedral agradece a todos os voluntários que ajudaram e dedicaram o seu tempo embalando e distribuindo os pães, acolhendo os fiéis em todas as missas e aqueles que atenderam ao público com simpatia nas barraquinhas. E também a todos que fizeram a sua doação e nos ajudaram a distribuir um grande número de pães.

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