Dia de São José Operário é lembrado durante Missa na Catedral

*Missa aconteceu sem a presença de fiéis, como tem acontecido em grande parte das igrejas do paísNa tarde desta sexta-feira, 1º de maio, o Arcebispo de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, presidiu a Santa Missa em honra a São José Operário na Catedral Metropolitana. A Eucaristia, que foi transmitida ao vivo pelas redes sociais da WebTV “A Voz Católica” e pela Rádio Catedral, foi concelebrada pelo Admininistrador Paroquial, Padre José de Anchieta Moura Lima, e pelos Vigários Paroquiais, padres Danilo Celso de Castro e Luiz Carlos Vitório, além do Padre Alessandro de Melo. Os diáconos permanentes Antônio Valentino da Silva Neto e Waldeci Rodrigues da Silva também estiveram presentes.

Durante sua homilia, Dom Gil explicou que o dia festivo foi instituído em 1955, pelo Papa Pio XII. “Celebramos São José como modelo e patrono de todos os trabalhadores e trabalhadoras do mundo. Esta festa foi instituída justamente para dar um sentido cristão à data, sabendo que muitas reivindicações de direitos trabalhistas comungam com o Santo Evangelho”.

O Arcebispo ainda observou que o pai adotivo de Jesus é recordado em duas datas devido à sua importância na História da Salvação. “Como para Nossa Senhora há várias festas no ano, São José é celebrado no dia 19 de março como o tutor do Menino Jesus, o esposo castíssimo da Beatíssima Virgem Maria, patrono universal da Igreja. E hoje, neste dia 1º de maio, nós voltamos a celebrá-lo como o carpinteiro, o provedor do lar de Nazaré, que com seu trabalho foi encarregado de trazer o sustento para Maria e o Menino Jesus”.

Recordando o momento que o mundo vive, sob o medo do contágio com o novo coronavírus, o Pastor pediu a intercessão de São José. “Ele é invocado como patrono dos trabalhadores e neste tempo a sua presença, o seu exemplo de confiança em Deus e sua intercessão serão indispensáveis, mais do que em outros tempos. São José seja o nosso intercessor diante de Deus para que não falte o pão na mesa de ninguém”.

Ao final, Dom Gil lembrou o início do mês de maio, dedicado à Maria, e referiu-se à carta que o Papa Francisco enviou a toda a Igreja pedindo a vivência intensa da devoção à Nossa Senhora através da oração diária do Santo Terço.

Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora

Catedral celebra São José Operário

IMG-20200428-WA0002Nesta sexta-feira, 1º de maio, feriado do trabalhador e dia de São José Operário, o Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, presidirá ao meio-dia a Celebração Eucarística em honra ao pai adotivo de Jesus na Catedral Metropolitana. A Missa será transmitida pela WebTV “A Voz Católica” no Facebook e no Youtube e pela Rádio Catedral FM 102,3.

Dia de São José Operário

Informações site a12.com

No primeiro dia de maio, mês que é dedicado a Santa Mãe de Deus, celebramos São José, como operário. Pio XII desejoso de oferecer aos trabalhadores um padroeiro que fosse modelo, no ano de 1955 instituiu a Festa de São José Operário. Nas oficinas de sua labuta diária, José de mãos calejadas, direcionava seus pensamentos para a casa de uma Jovem da cidade de Nazaré, e Maria em suas pelejas de menina moça, sonhava com um homem que merecesse partilhar seu amor e seu coração.

Não é por acaso que a Igreja Católica escolheu São José como padroeiro dos trabalhadores, com isto, quis tão somente ressaltar a nobreza do trabalho daqueles que todos os dias, saem de suas casas com o afã de buscar o sustento para os seus. A devoção a São José no Brasil é forte. Há, no Brasil, muitos santuários e paróquias dedicados a este santo que está entranhado na vida do povo.

José é expressão do povo israelita que se tornara escravo no Egito, essa gente era esforçada, por isso, é liberto por Deus daquela situação por serem tratados como máquinas, como animais e não gente que executa um trabalho digno do homem, que é feito à imagem de Deus que também trabalha. Temos José como modelo de operário, e não só pelo fato de passar seu tempo em uma carpintaria de homem pobre. Sua carpintaria não era organizada, mas o interior de José tinha organização, conhecia a Deus. Não tinha noção de economia, mas algo me diz que tinha noção de partilha, de igualdade, de fraternidade, por isso, talvez hoje fosse um bom sindicalista.

Ao pensar no santo operário, é ocasião de pensar nos trabalhadores e trabalhadoras que saem todos os dias, não só para buscar sustento, mas para colaborar para que este país se torne a cada dia mais bonito. Tempo de orar por aqueles que saem pra semear, mas que nem sempre tem o direito de colher e saborear os frutos de seu trabalho laborioso.

No Gênesis vemos que Deus trabalhou, criou muitas maravilhas; água, plantas, flores, animais, luz, e tudo de belo que conhecemos. No sétimo dia descansou. Jesus cristo também se fez operário, em Nazaré na oficina de São José, foi aprendendo a arte do trabalho. Percebemos que o trabalho faz parte da dignidade do homem.

Ao fazer São José patrono dos trabalhadores, a Igreja mostrar que está ao lado dos que muitas vezes são tratados com injustiça, que não tem seus direitos respeitados, dos que ganham um salário de miséria que não lhes favorece vida digna.

A Igreja defende os trabalhadores de forma veemente, em seus ensinamentos, assegura que o trabalho é fundamento sobre o qual é edificada a vida familiar, que é direito do homem e da mulher por vocação. Neste sentido, o Estado, as empresas e sindicatos tem o dever de lutar por políticas públicas para assegurar tudo o que é de direito dos operários e famílias em vista de vida digna. “Eu vim para que todos tenham vida a tenham em abundância”, isto é, que tenham vida digna, que vivam bem, que tenham direito ao salário pelo suor derramado, e que tenha o direito de sair para o trabalho e voltar pra casa com segurança. Não permita que o trabalhador e a trabalhadora sejam escravizados por empresas armadas até os dentes pela ambição de ter mais e mais. A Igreja nos ensina que o trabalho exagerado, que oprime, que escraviza, impede e reduz o tempo que deve ser dedicado ao convívio familiar. Abomina tudo o que não favorece ao trabalho digno, ao descanso e que ferem os direitos dos trabalhadores.

Todos têm direitos que se baseiam na natureza humana e na dignidade de humanos que são: “a justa remuneração, direito ao repouso, trabalho em ambiente que não lese a sua saúde e a integridade moral, respeito à sua consciência, auxílios aos desempregados e suas famílias, direito a aposentadoria e pensão nos casos de doença, direito a auxílios e benefícios sociais no caso da maternidade, direito de reunião e associação.”

Comitê da Cidadania lança informativo on-line nesta quarta-feira (29)

Comitê-de-CidadaniaO Comitê de Cidadania, pertencente à Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de Juiz de Fora, lança a 40ª edição do seu Informativo Semestral nesta quarta, dia 29 de abril. O lançamento acontece às 10h, porém, devido a pandemia do novo coronavírus, o folhetim será on-line.

Em ano eleitoral, os conteúdos trazem esclarecimentos sobre o trabalho dos vereadores da cidade, a importância do legislativo, comparativos dos gastos da Câmara Municipal, dentre outros. Esta será uma edição comemorativa dos 20 anos de trabalho do Comitê.

Acompanhe o lançamento no Facebook do Comitê.

O Comitê de Cidadania/CAJP-JF

Seu objetivo inicial e permanente é acompanhar as sessões da Câmara Municipal de Juiz de Fora e estimular a participação dos jovens e da sociedade civil nos trabalhos do Legislativo, buscando sua revalorização e a melhor atuação dos vereadores. Desenvolve também ações de cidadania junto às escolas de Ensino Médio e grupos sociais, levando seus informativos, e promove debates pela Ética na Política no período de campanha eleitoral.

Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora

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