Diáconos permanentes da Arquidiocese celebram aniversário de ordenação na Catedral

aniversario diaconosNa noite da última quarta-feira, dia 29, o arcebispo metropolitano, dom Gil Antônio Moreira, presidiu missa em ação de graças pelo aniversário de ordenação das duas turmas de diáconos permanentes da Arquidiocese de Juiz de Fora, uma completou 14 anos e a outra 8 anos. Os diáconos participaram da celebração que foi realizada na Catedral.

A missa foi concelebrada pelo vigário geral da Arquidiocese e pároco da Catedral, mons. Luiz Carlos de Paula, pelo nosso vigário paroquial, pe. Antônio Pereira Gaio, que também comemorou 9 anos de sacerdócio, e pelo padre Luciano Atanázio.

Em entrevista, dom Gil falou sobre a importância dessa celebração. “Este é um momento de cerimônia ao redor do altar do Senhor, para assim rendermos ação de graças pela ordenação e pelo trabalho que eles vêm realizando. ”

O arcebispo explica também que “o diácono é um servidor, a palavra diácono em grego significa servidor, é aquele que serve não só ao altar, mas serve à comunidade de fé. A palavra que marca a vida do diácono é essa, serviço, serviço gratuito, desprendido e por motivo de fé. Eles servem a Deus, servindo ao próximo. ”

Dom Gil destacou, ainda, que “a estola do diácono é transversal para significar como que a toalha que o garçom serve a mesa, a toalha daquele que enxuga os pés”. E encerrou a sua fala com um agradecimento especial. “Então nesse dia eu quero agradecer ao nosso Senhor por esses diáconos e pedir que continue abençoando-os no seu trabalho dedicado e alegre à nossa Igreja Particular de Juiz de Fora. ”

Ao final da celebração, o coordenador dos diáconos permanentes, diácono Ruy Figueiredo Neves, falou em nome de todos e agradeceu a acolhida da Arquidiocese de Juiz de Fora. O arcebispo também deu uma bênção especial ao diácono Márcio e sua esposa Patrícia que comemoraram no dia anterior, 25 anos de casamento. Abençoou os aniversariantes do dia e uma pessoa que celebrou o 7º dia de um ente querido. Logo após, a Catedral ofereceu um lanche para os diáconos e suas famílias no salão paroquial.

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Vigário e Diácono da Catedral celebram aniversário de ordenação

A comunidade paroquial da Catedral está em festa. Hoje, 29 de maio, o vigário paroquial, padre Antônio Pereira Gaio comemora 9 anos de sacerdócio e o diácono permanente Waldeci Rodrigues da Silva, celebra 8 anos de ordenação diaconal.

Para comemorar, o padre Gaio vai concelebrar hoje (29) na Catedral, a missa das 19h que será celebrada pelo arcebispo metropolitano de Juiz de Fora, dom Gil Antônio Moreira e terá a presença de todos diáconos da Arquidiocese, inclusive do diácono Waldeci.

padregaio

Pe. Gaio nasceu em Juiz de Fora. Foi ordenado diácono permanente em 1984. Após o falecimento de sua esposa foi convidado por Dom Gil para ser padre, dessa forma, sua ordenação sacerdotal aconteceu em 2010. Já atuou em diversas paróquias de Juiz de Fora: Bom Pastor, São Francisco de Paula (Torreões/ Monte Verde), Nossa Senhora Aparecida, Mãe de Deus e Santo Antônio (Catedral).

“Para mim, ser padre é assemelhar-se ao Cristo, o servidor do Pai, para a santificação pessoal e a do povo de Deus, com zelo e amor aos irmãos e irmãs”.

diaconowaldeciDiácono Waldeci nasceu em Caratinga. Foi ordenado diácono permanente em 2011 e, desde então, atua na Catedral.

“Para mim, ser diácono é ser imitador de Cristo. É exercer a própria diaconia de Cristo Servo; sendo humilde, servo e servidor. O diácono, exercendo a tríplice missão (diaconia da Liturgia, da Palavra e da Caridade), tem a graça de participar efetivamente das ações litúrgicas e do serviço do altar e ser instrumento para que a Palavra de Deus seja anunciada, sobretudo, no exercício de sua principal atividade que é a caridade. Ser diácono é voltar os olhos para os pobres, os humildes, aqueles que estão necessitando de alimento material e espiritual. É viver a dupla sacramentalidade, pois sendo casado, deve viver no amor e na fidelidade do seu matrimônio, assim como deve ser fiel ao seu ministério diaconal, que não é seu, mas do próprio Cristo”.

Dia Mundial das Comunicações Sociais é celebrado na Arquidiocese de Juiz de Fora

dmcsNo próximo domingo, dia 2 de junho, a Igreja Católica celebra a Solenidade da Ascensão do Senhor, escolhida pela Igreja para lembrar o Dia Mundial das Comunicações Sociais (DMCS). Este ano, o tema da mensagem do Papa Francisco para a ocasião é «“Somos membros uns dos outros” (Ef 4, 25): das comunidades de redes sociais à comunidade humana».

Na Arquidiocese de Juiz de Fora, a data será marcada por uma missa dedicada aos comunicadores, a ser realizada na Catedral Metropolitana, às 10h, e presidida pelo arcebispo, Dom Gil Antônio Moreira, que é também o bispo referencial da Comissão para Comunicação do Regional Leste 2 da CNBB. O vigário episcopal para Educação, Comunicação e Cultura, Padre Antônio Camilo de Paiva, concelebrará.

Os integrantes da Pastoral da Comunicação e jornalistas das paróquias de nossa Igreja Particular estão convidados a participarem desta celebração, durante a qual Dom Gil abençoará os comunicadores presentes e seus instrumentos de trabalho. Estudantes da área de Comunicação e demais profissionais também serão muito bem-vindos!

O ambiente digital como Cultura do Encontro

O tema escolhido pelo Papa Francisco ressalta a importância de inserir na comunicação uma perspectiva baseada na pessoa, no valor da interação como um diálogo e oportunidade de encontro com o outro. Em sua mensagem, o Santo Padre afirma que “a imagem do corpo e dos membros recorda-nos que o uso da social web é complementar do encontro em carne e osso, vivido através do corpo, do coração, dos olhos, da contemplação, da respiração do outro. Se a rede for usada como prolongamento ou expetação de tal encontro, então não se atraiçoa a si mesma e permanece um recurso para a comunhão”.

Engajado na responsabilidade de comunicar no ambiente digital sem esquecer as relações humanas, Dom Gil incentiva os agentes da Pastoral da Comunicação e demais profissionais da área a celebrarem a data. Segundo ele, é necessário entender a responsabilidade que existe como comunicadores da Igreja. “O encontro é uma comunicação entre as pessoas. Nas redes sociais os instrumentos que temos para a comunicação são tecnicamente muito bons, mas eles podem não criar esse encontro, essa comunhão, podem até criar divisão. Então, a nossa responsabilidade como comunicadores, como agentes de comunicação na Igreja, é de utilizar esses instrumentos técnicos para que a Cultura do Encontro se efetive”.

Sobre a celebração do 53° Dia Mundial das Comunicações Sociais, o arcebispo metropolitano deixou um recado aos comunicadores. “Eu quero dizer a todos aqueles que são agentes de comunicação nas paróquias e nas dioceses, que nunca se esqueçam desta palavra do Papa: criar uma Cultura do Encontro. Isso significa criar comunhão, é uma linguagem diferente e mais atual que o Papa usa e é aquilo que Jesus pregou no Evangelho, que é amar uns aos outros, amar e superar as diferenças, destruir o ódio, destruir a vingança, destruir tudo aquilo que possa ser um veneno dessa relação humana. Então o que eu desejo é que você, agente de Pastoral da Comunicação e comunicadores em geral, tenha uma vocação e uma responsabilidade com aquilo que você crê, para que o mundo se torne mais humanizado”, afirmou.

Clique aqui e confira, na íntegra, a mensagem de Papa Francisco para o DMCS.

*Fonte: site da Arquidiocese JF com informações do site do Regional Leste 2

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