Festa em honra à Beata Isabel Cristina será celebrada pela primeira vez

Isabel-cristina-Nesta sexta-feira, dia 1º de setembro, acontece, pela primeira vez, a festa litúrgica da Beata Isabel Cristina. A jovem nascida em Barbacena (MG), que pelo modo como Isabel Cristina morreu, defendendo os valores da castidade, e pela forma como viveu, foi reconhecida pela igreja como beata.

Elevada a honra dos altares em 10 de dezembro de 2022, esta será a primeira vez que as festividades em memória da Virgem e Mártir serão comemoradas nas Arquidiocese de Mariana e Juiz de Fora. Na Catedral Metropolitana de Juiz de Fora, as celebrações desta sexta-feira (1º) terão a intenção de Isabel Cristina, às 7h, 12h, 15h e 19h. Também nas Eucaristias no Colégio do Carmo, às 6h20; na Comunidade Santa Maria Eufrásia, às 16h; e na Casa D’Itália às 19h.

Em Barbacena, na Paróquia Nossa Senhora da Piedade, está sendo realizada uma novena, às 12h e 19h. No dia solene, estão previstas as celebrações de seis Missas, às 7h, 9h, 12h, 15h e 19h, sendo esta última presidida por Dom Gil Antônio Moreira, seguida de uma procissão luminosa.

História da beata

Isabel Cristina Mrad Campos nasceu aos 29 de julho de 1962, em Barbacena (MG). Em 1982, mudou-se para Juiz de Fora (MG), a fim de se preparar para o vestibular de medicina, quando em 1º de setembro daquele ano um homem tentou violentá-la. Como a jovem ofereceu resistência, foi assassinada.

Em 27 de outubro de 2020, o seu martírio foi reconhecido pelo Papa Francisco. Isabel Cristina foi proclamada beata no dia 10 de dezembro de 2022, em cerimônia realizada no Parque de Exposições Senador Bias Fortes, em Barbacena, em celebração presidida pelo Cardeal Dom Raymundo Damasceno Assis.

A festa litúrgica da Beata Isabel Cristina será no dia 1º de setembro, data em que ela sofreu o martírio e nasceu para o céu.

Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora, com informações de Arquidiocese de Mariana

Famílias das escolas católicas reúnem-se em Missa na Catedral

missa escolas catolicasNo último sábado, 26 de agosto, aconteceu a missa das famílias das escolas católicas de Juiz de Fora, na Catedral Metropolitana. A celebração anual foi presidida pelo nosso Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, e reuniu centenas de pessoas.

A missa foi concelebrada pelo Pároco da Catedral, Padre João Paulo Teixeira Dias, e pelos padres Expedito de Lopes Castro e Sebastião Alves dos Santos, EP. E também contou com a participação brilhante do coral que reuniu crianças e adolescentes de todas as escolas católicas.

Dom Gil explicou que essa celebração é um encontro entre todas as escolas, educadores em geral e os alunos com suas famílias e falou que em 2023 essa reunião foi “uma maravilha. Eu quero agradecer a Deus por mais esse ano, pela Catedral superlotada e um coral muito bonito de crianças das várias escolas”.

O Arcebispo destacou ainda a importância dessa missa anual. “Nós temos, em Juiz de Fora, 12 escolas católicas e somando mais de 10 mil alunos, uma vez por ano nós reunimos as famílias para celebrar os mistérios de Cristo, para agradecer o benefício da educação católica, agradecer o trabalho dos educadores e assim se reúne a família educativa”, aponta.

“Educar a criança numa escola católica é educá-la de maneira integral, corpo, mente e espírito, sem esquecer nenhuma dessas partes. Educá-la para a Igreja e para a sociedade nos princípios de Jesus Cristo”, finaliza o pastor com entusiasmo sobre a relevância de uma formação católica para as nossas crianças e adolescentes.

De acordo com a diretora administrativa do Colégio do Carmo, Marina de Oliveira Magalhães, essa Celebração Eucarística é um marco que acontece todo ano e contribui para o aprofundamento nos valores da educação católica em nossa cidade. “Mais uma vez nós temos a alegria de celebrar a escola católica de Juiz de Fora, é uma iniciativa do nosso pastor, Dom Gil, que busca a união e integração entre as escolas católicas. Foi um momento de ação de graças a Deus pelo trabalho que as escolas católicas realizam na Arquidiocese”.

Segundo o maestro Diego Frizero, foi uma grande felicidade estar mais um ano na Catedral e contribuir com a nossa Arquidiocese. “Mais uma vez uma alegria de reunir as escolas católicas para celebrarmos o encontro desses corais que tanto nos agrada e nos faz crescer cada vez mais nessa formação humana e cristã que nós pregamos. Essas lindas vozes que tivemos aqui, unindo cada vez mais essas crianças louvando a Deus, [porque] quem canta, reza duas vezes”, completou.

Acesse nosso Facebook e confira as fotos da celebração.

Vicariato para Vida e Família promove reunião sobre ADPF 442, que pretende descriminalizar o aborto

ADPF-442O Vicariato para Vida e Família da Arquidiocese de Juiz de Fora promove, nesta terça-feira, 29 de agosto, uma reunião sobre a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442, no Supremo Tribunal Federal (STF), que pede a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação.

O evento, voltado para os agentes de todas as pastorais e movimentos, será realizada no prédio da Cúria Metropolitana, a partir das 19h30. “Em fidelidade ao evangelho, cabe-nos defender a vida dos mais vulneráveis. Não deixe de comparecer”, diz o texto divulgado pelo Vicariato. O endereço é Av. Barão do Rio Branco, 4516 – Alto dos Passos.

Na última semana, o Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, reforçou sua posição contrária ao aborto. “Aborto é crime. Aborto é exercício da violência do grande contra o pequeno. É o mais forte destruindo o mais fraco. A judiciarização da política ou a politização da justiça serão sempre um dano à democracia. Rezemos pelo nosso país”, conclamou o Pastor Arquidiocesano.

Sobre a ADPF 442*

A Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 442 foi apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF) pelo Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) em 8 de março de 2017, com o objetivo de permitir a interrupção induzida e voluntária de uma gestação nas primeiras doze semanas, o que corresponde aos três primeiros meses. A alegação é que a criminalização do aborto nesses casos “fere o planejamento familiar e não garante às mulheres autonomia do direito de interromper a gestação sem necessidade de permissão do Estado”. A ação também quer garantir aos profissionais de saúde o “direito” de realizar o procedimento.

A contextualização a respeito do processo que tramita na Suprema Corte foi oferecida pela Comissão Vida e Família da CNBB no início deste mês, em um documento enviado aos bispos junto com a carta. A Comissão alerta que a tese das 12 semanas pode ser mudada no futuro, com uma demanda para “permitir abortamento abrangendo outros momentos cronológicos do desenvolvimento de uma vida humana, como se deu em diversas outras nações que iniciaram pela permissão até 12 semanas e romperam depois este marco”.

O texto recorda dois projetos de lei apresentados ao Congresso na década de 1990 que visavam a legalização do aborto e que foram rejeitados pelo Plenário da Câmara dos Deputados. “Por este motivo, colocou-se ao STF a função de legislador, que, diga-se de passagem, não lhe pertence, indo ao encontro do ativismo judicial prejudicial à relação entre os Poderes Legislativo e Judiciário, pois na Câmara dos Deputados e no Senado essa pauta nunca teve sucesso, o que revela que os legítimos representantes do povo não concordam com este descalabro”.

Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora, com informações do site da CNBB

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