Comitê da Cidadania lança informativo on-line nesta quarta-feira (29)

Comitê-de-CidadaniaO Comitê de Cidadania, pertencente à Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de Juiz de Fora, lança a 40ª edição do seu Informativo Semestral nesta quarta, dia 29 de abril. O lançamento acontece às 10h, porém, devido a pandemia do novo coronavírus, o folhetim será on-line.

Em ano eleitoral, os conteúdos trazem esclarecimentos sobre o trabalho dos vereadores da cidade, a importância do legislativo, comparativos dos gastos da Câmara Municipal, dentre outros. Esta será uma edição comemorativa dos 20 anos de trabalho do Comitê.

Acompanhe o lançamento no Facebook do Comitê.

O Comitê de Cidadania/CAJP-JF

Seu objetivo inicial e permanente é acompanhar as sessões da Câmara Municipal de Juiz de Fora e estimular a participação dos jovens e da sociedade civil nos trabalhos do Legislativo, buscando sua revalorização e a melhor atuação dos vereadores. Desenvolve também ações de cidadania junto às escolas de Ensino Médio e grupos sociais, levando seus informativos, e promove debates pela Ética na Política no período de campanha eleitoral.

Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora

Pintura interna da Catedral Metropolitana é finalizada

pintura internaA Catedral Metropolitana de Juiz de Fora já passou por várias modificações e reformas até chegar ao estado atual. A última obra - de recuperação da pintura interna e do projeto original interno que nunca fora completado - foi encerrada aos 18 de março, às vésperas do dia de São José.

O projeto de restauro foi iniciado em 2016 por iniciativa do Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, e entregue aos cuidados dos artistas Marcos Machado Monteiro, Marco Tulio Fernando Nogueira, Sirlene Trindade, que embelezaram o ambiente interno da Catedral pela nova pintura e transformaram paredes em painéis de arte sacra.

A obra demorou alguns anos a mais do que o previsto por causa de danos causados por vazamentos de água. Foram necessários consertos no telhado e algumas restaurações. Ao todo, a parte interna da pintura da igreja-mãe durou cerca de três anos e meio.

Para custear a obra foram necessários muitos esforços. “Através do dízimo, doações, (a realização) da cantina Santo Antônio, de rifas, promoções... Nós sempre prestando contas, mostrando como estava ficando e as pessoas foram se entusiasmando”, contou Monsenhor Luiz Carlos de Paula, que acompanhou todo o processo, antes enquanto pároco da Catedral e agora como vigário paroquial.

Padre José Anchieta, administador paroquial, em entrevista, agradeceu a todos que colaboraram com o dízimo, donativos e serviço. “Tudo isso colaborou para que pudéssemos oferecer para toda a Igreja da nossa Arquidiocese um espaço agradável de oração e contemplação”, afirmou o sacerdote.

Por causa da pandemia não é possível ainda que os fiéis contemplem o trabalho; a intenção do Arcebispo Metropolitano era inaugurar a obra de restauro
na Quinta-feira Santa. No entanto, Padre Anchieta lembra a todos que somos Igreja viva. “Mesmo ela estando fechada neste período de isolamento social, nós sabemos que cada um leva pra dentro de si a imagem de Deus e, pelo batismo, somos marcados como sendo uma Igreja viva. Nós não podemos estar dentro da Catedral, que está toda pronta, mas a Igreja que é povo, que é a família de Deus, está unida e louva a Deus”.

Em entrevista à Web TV A Voz Católica, Dom Gil expressou sua satisfação com o resultado. “A reforma ficou maravilhosa. Ela nunca esteve desta forma. O projeto inicial do ornamento interno nunca havia sido terminado. Nossa Catedral, hoje, é um canto de louvor.”

Quando do término da pintura, no dia 18 de março, foi celebrada, e transmitida pela Web TV A Voz Católica, a Santa Missa. Na ocasião, Padre Antônio
Camilo de Paiva, presidente da celebração, e demais celebrantes renderam graças a Deus por essa conquista.

Você pode conferir como ficou pintura da Catedral nas imagens, ou ainda nas transmissões das missas pela Web TV A Voz Católica.

pinturaPequeno Histórico

Com a emancipação do município de Juiz de Fora, em 31 de maio de 1850, a capela em frente à Estrada Geral (hoje, Avenida Barão do Rio Branco) foi
transformada em igreja matriz da primeira paróquia de Juiz de Fora e batizada em homenagem ao padroeiro da cidade, Santo Antônio, e ficou sendo a única paróquia até 1900.

Na década de 40, Dom Justino lançou a ideia de reformar a Catedral, adotando um projeto arquitetônico em estilo gótico. Sem conseguir os recursos
necessários para a “Catedral Gótica”, foram construídas a cúpula e as varandas em frente ao relógio, além do aumento das laterais, preservando as antigas torres. As obras iniciaram em 1950 e a igreja foi reinaugurada em 1966.

Fonte: Folha Missionária - abril 2020, com colaboração da Web Tv A Voz Católica

Terceiro domingo da Páscoa: “O reconheceram ao partir o pão”

DSCN0798-300x225O Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, celebrou neste domingo (26), a Missa dominical na Catedral de Santo Antônio. Presencialmente, a Missa foi concelebrada por 5 padres da Arquidiocese. Além deles, diáconos serviram ao altar, seminaristas e 7 fiéis também estiveram presentes participando da Santa Eucaristia. A Missa foi transmitida ao vivo pela Web Tv A Voz Católica, Rádio Catedral e compartilhada nas redes sociais da Arquidiocese.

Durante a homilia, Dom Gil falou sobre o Terceiro domingo Pascoal, das limitações impostas pela pandemia do Covid-19 e sobre o Sínodo Arquidiocesano.

“Eles o reconheceram ao partir o pão” (LC 24,31)

Refletindo sobre a passagem dos discípulos de Emaus, o Pastor falou dos pilares da fé cristão: a escuta, o pão e a partilha. “A identidade dos Cristãos é a Eucaristia. Ela envolve a escutada da palavra e recepção do alimento sagrado, o Corpo e o Sangue do Senhor, misticamente presentes no pão e no vinho Consagrados.”

Dom Gil também abordou a mística do Evangelho que retrata o encontro de Jesus e os discípulos de Emaus, nos fazendo pensar sobre os nossos encontros com o Senhor à luz do Evangelho. “Os discípulos de Emaus, que embora experimentassem o calor da Palavra de Jesus no coração, quando ele falava pelo caminho, só tiveram verdadeira experiência de encontro com Ele, a certeza de sua presença ao partir do Pão.” Ainda sobre a Eucaristia, o Arcebispo destacou a força da partilha do pão, simbolizando em toda a Igreja a memória de Jesus, que se faz presente nas Consagrações. “De fato, o maior de todos os milagres de Cristo é a Eucaristia, pois é perene e não cessa. Se os demais Ele os fez uma única vez, na Eucaristia ele o faz sempre, todos os dias, todos os momentos em nossos altares, em nossas reuniões eucarísticas, uma vez que mandou os apóstolos o celebrarem continuamente, em sua memória: “todas as vezes que fizerdes isso, fazei-o em minha memória” (Lc 22,19)”

Sobre a Pandemia do Covid-19 , o Pastor rezou e agradeceu aos que trabalham na linha de frente no combate ao vírus e todas as pastorais e movimentos que têm trabalhado incansavelmente na ajuda aos menos favorecidos, neste momento tão difícil. Dom Gil lembrou com carinho dos fiéis que estão sentindo a necessidade de estar na Igreja rezando, agradecendo a Deus e comungando da sagrada Palavra e Eucaristia. “Contudo, vejo como maravilhoso o apelo sentido dos fiéis católicos, pedindo, quase suplicando, a reabertura, nem que seja parcial das igrejas, para poderem se aproximar do pão dos anjos, o pão da vida, o pão dos céus, o Corpo do Senhor. É encantadora esta saudade, é santo este desejo. São como os discípulos de Emaus que não se contentam com a Palavra, mesmo quando elas aquecem o coração, mas querem sentar-se à mesa, ao sentir o desconforto da noite que cai sobre nós. Fica conosco, Senhor, pois já é tarde e a noite cai” (Lc 24, 29)

Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora

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