Museu oferece curso sobre mistérios da imagem e do homem

vanitElas nos cercam ininterruptamente onde quer que estejamos, e essa contínua exposição faz de nós seus consumidores vorazes, sem que, muitas vezes, sequer apercebamos disso. Sim, falamos das imagens!

Mas, será que sempre foi assim? Que mistérios as imagens e o homem, seu criador, escondem, ao longo da história, para que possamos compreender melhor sua forma de manifestação?

A partir de agosto de 2018, o Prof. Dr. Jack Brandão nos leva a compreender melhor esses mistérios por meio de seu curso Iconografia, Iconologia, Iconofotologia: os mistérios que se escondem na imagem e no homem, que será ministrado no Museu de Arte Sacra de São Paulo.

O objetivo do curso é ir além de uma mera apresentação e conceitualização de iconografia, de iconologia e de iconofotologia. Ele pretende proporcionar aos alunos uma verdadeira viagem pelo mundo escondido no referencial imagético que se perdeu desde o século XVIII.

Naquela época, o Iluminismo, conhecido como Século das Luzes, praticamente enterrou toda uma extensão de conhecimento sobre imagem que havia sido construída havia séculos e fazia parte de uma grande mescla cultural construída desde tempos imemoriais.

Assim, empregando o conceito de Belting de Nachleben (pós-vida) das imagens, o curso oferecerá um suporte teórico-imagético àqueles que têm na imagem sua ferramenta de pesquisa, de trabalho, ou mesmo para aqueles aficionados em temas do gênero. Torna-se, portanto, um curso imperdível para aqueles que tratam direta ou indiretamente do tema, como estudantes de arte (sacra e profana), arquitetura, literatura, historiadores de arte, religiosos e afins, pessoal de marketing, psicólogos, psicanalistas...

Isso sem contar com seu grande suporte teórico: Alberti, Auerbach, Barthes, Belting, Didi-Huberman, Foucault, Gombrich, Horapolo, Jack Brandão, Jung, Panofsky, Peter Burke, Ripa, Vasari, dentre outros.

Professor:

Jack Brandão

Doutor pela Universidade de São Paulo (USP), pesquisador da arte medieval, renascentista e seiscentista, de modo especial de sua recepção pelo leitor hodierno; desenvolvendo o conceito de iconofotologia, com o qual mantém sua linha de pesquisa. Autor de livros acerca do tema, bem como de artigos referentes ao assunto em revistas acadêmicas do Brasil e do exterior; poeta e romancista. Docente do programa de Mestrado Interdisciplinar em Ciências Humanas da Universidade de Santo Amaro (UNISA/SP), coordenador do Grupo de Pesquisa CONDESIM-FOTÓS, além de editor da revista acadêmica Lumen et Virtus.

Serviço:

Curso Iconografia, Iconologia, Iconofotologia: os mistérios que se escondem na imagem e no homem

Período: 28 de agosto/04-11-18-25 de setembro/ 02-09-16-23-30 de outubro de 2018.

10 dias de aulas

Aulas: 19h00 às 21h00 (intervalo para o café)

Carga horária: 20 horas

Valor: R$ 500,00 a vista ou R$ 590,00 (03 vezes)

Inscrições: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

Informações: (11) 5627.5393

Local: Museu de Arte Sacra de São Paulo

Endereço: Avenida Tiradentes, 676, Luz. Metrô Tiradentes.

Estacionamento gratuito no local: Rua Jorge Miranda, 43

No final do curso o aluno receberá o certificado.

Fonte: a12.com

Novo ciclo de catequeses do Papa é dedicado ao sacramento da Crisma

praca-sao-pedro-catequese-papa-1Iniciando reflexões sobre o sacramento, Papa falou sobre o testemunho cristão


O Papa Francisco iniciou na última quarta-feira, 23, um novo ciclo de catequeses, desta vez dedicado ao sacramento da Confirmação ou Crisma.

“Depois das catequeses sobre Batismo, estes dias que seguem a solenidade de Pentecostes nos convidam a refletir sobre o testemunho que o Espírito suscita nos batizados, colocando em movimento a sua vida, abrindo-a ao bem dos outros”, disse Francisco iniciando a reflexão.

O Santo Padre explicou que o sacramento se chama “Confirmação” porque confirma o Batismo e reforça sua graça, e também é conhecido como “Crisma” pelo fato de que se recebe o Espírito mediante a unção com o “crisma”, óleo consagrado pelo bispo. “Sem a força do Espírito Santo não podemos fazer nada: é o Espírito que nos dá a força para seguir adiante”, frisou.

A solenidade de Pentecostes, celebrada no último domingo, 20, é para a Igreja o que foi para Cristo a unção do Espírito recebida no Jordão, ressaltou o Papa. Ou seja, o Pentecostes é o impulso missionário a gastar a vida para a santificação dos homens e para a glória de Deus.

“O Espírito está no nosso coração, na nossa alma. E o Espírito nos guia na vida para que nos tornemos sal e luz justos aos homens. Se no Batismo é o Espírito Santo a nos imergir em Cristo, na Confirmação é o Cristo a nos encher do seu Espírito, consagrando-nos suas testemunhas, partícipes do mesmo princípio de vida e de missão, segundo o desígnio do Pai celeste”, concluiu.

Fonte: noticias.cancaonova.com

Bispo referencial da Pastoral Rodoviária sobre caminhoneiros: “eles podem parar o país”

caminhoneiros

Após praticamente uma semana de paralisação, protestos e bloqueios nas estradas do Brasil, os caminhoneiros conseguiram fechar um acordo com o Governo Federal em relação a alguns pontos reivindicados. Diante do desafio de encarar milhares de quilômetros sem as condições ideais para levar país afora a produção, é com a Igreja que os trabalhadores das rodovias contam para ouvir suas dificuldades e receber palavras de conforto.

Há 42 anos seguindo a rota dos caminhoneiros, a Pastoral Rodoviária tem sido alento e apoio na assistência religiosa aos profissionais motoristas, de postos de combustível, borracharias entre outras atividades ligadas à realidade das rodovias brasileiras.

Com experiência no serviço à Pastoral Rodoviária junto com os padres lazaristas, o bispo de Caraguatatuba (SP), dom José Carlos Chacorowski, é o referencial da Pastoral no âmbito da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

“A Pastoral tem o espírito de levar a Igreja para a estrada e manter a catolicidade nos trabalhadores, ou seja, criar união, uma vez que a maioria dos caminhoneiros tem tradição religiosa, são devotos de Nossa Senhora Aparecida, por exemplo, e não conseguem participar da celebração da eucaristia por estarem trabalhando”, conta o prelado.

São características as missas celebradas em postos e pontos de apoio a partir do altar montado dentro do baú de um caminhão que leva o nome de Nossa Senhora da Estrada à frente. E diante das dificuldades enfrentadas na manutenção de suas atividades, a Pastoral também deseja boas condições de vida para os caminhoneiros, segundo dom José Carlos. “E esta é uma realidade delicada que se cria, mostrando que eles podem parar o país”, comenta sobre os protestos que levaram cidades inteiras a mudarem rotinas e ao acionamento das forças de segurança pelo Governo após quatro dias de paralisação e desabastecimentos.

Dom José Carlos ainda reflete que há sentimento de que os caminhoneiros sentem o peso da corrupção que afeta os mais pobres, inclusive boa parte dos trabalhadores que são autônomos, e que com este movimento desejam “dar um basta”. O bispo também lamenta a questão do desabastecimento causado pelos bloqueios das estradas e não aprova os exageros, como o uso da violência.

Em meio aos protestos, pisando o chão daqueles que levam alimentos e bens de Norte a Sul do país, estão os padres da Congregação da Missão (Lazaristas), congregação fundada por São Vicente de Paulo, na França, em 1625. Na última sexta-feira, estavam espalhados pelo Brasil padre Arno Longo, em Parelhas (RN); padre Miguel Staron, em Tatuí (SP), e padre Germano Nalepa, em Rondonópolis (MT).

Padre Arno Longo contou que passou a manhã com os caminhoneiros, conversou com eles, almoçou e presidiu a Missa às 16h. “O trabalho é de escuta da situação e da vida”, conta. Segundo ele, há uma preocupação com a manutenção da vida desses trabalhadores, os quais, em sua maioria, são autônomos. Também aproveitam a ocasião de proximidade para oferecer uma palavra de conforto diante das dificuldades do trabalho.

Fonte: cnbb.org.br

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