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III Congresso Eucarístico Arquidiocesano - Novembro de 2024

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Rezar para ter um coração luminoso, não cinzento, exorta Papa

mayur-gala-2PODhmrvLik-unsplash“Distrações, aridez e acídia” foi o tema da catequese do Papa Francisco, sobre o tema da oração, na Audiência Geral, desta quarta-feira (19), realizada no Pátio São Dâmaso.

Francisco procurou mostrar algumas dificuldades comuns identificadas e superadas na experiência vivida da oração, ressaltando que “rezar não é fácil” e que “são tantas as dificuldades que surgem na oração”.

Oração e concentração

O primeiro problema que se apresenta para aqueles que rezam é a distração.

Você começa a rezar e a mente gira, gira o mundo inteiro. A oração convive frequentemente com a distração. De fato, a mente humana tem dificuldade de se concentrar por muito tempo num único pensamento. Todos nós experimentamos este turbilhão contínuo de imagens e ilusões em movimento perpétuo, que nos acompanha até durante o sono. E todos sabemos que não é bom dar seguimento a esta inclinação fragmentada. A luta para alcançar e manter a concentração não se limita à oração. Se não se atinge um grau de concentração suficiente, não se pode estudar com proveito, nem se pode trabalhar bem.

“As distrações não são culpáveis, mas devem ser combatidas. No patrimônio da nossa fé há uma virtude que é frequentemente esquecida, mas que está muito presente no Evangelho. Chama-se “vigilância”. Jesus chama frequentemente os discípulos ao dever de uma vida sóbria, guiada pelo pensamento de que mais cedo ou mais tarde ele voltará, como um noivo volta das bodas ou um senhor da viagem. A distração é a imaginação que gira, gira, gira. Santa Teresa chama essa imaginação que gira, gira na oração de “a louca da casa”. É como uma louca que te faz girar, girar. Temos que pará-la e engaiolá-la com atenção”, disse o Papa.

Coração cinzento

O segundo problema é a aridez.

A aridez nos faz pensar na Sexta-feira Santa, na noite e no Sábado Santo. Jesus morreu: estamos sozinhos. Este é um pensamento da aridez. Muitas vezes não sabemos quais são as razões da aridez: pode depender de nós, mas também de Deus, que permite certas situações na vida exterior ou interior. Os mestres espirituais descrevem a experiência da fé como uma alternância contínua de tempos de consolação e tempos de desolação; tempos em que tudo é fácil, enquanto outros são marcados por uma grande dificuldade.

O Papa disse ainda que muitas vezes encontramos um amigo que nos diz: “Estou pra baixo”. “Muitas vezes estamos assim, ou seja, não temos sentimentos, não temos consolação. São aqueles dias cinzentos que existem na vida!”, disse o Pontífice. Segundo Francisco, “o perigo é ter um coração cinzento, quando o estar pra baixo chega ao coração e o adoece”. “Existem pessoas que vivem com o coração cinzento. Isso é terrível! Não se reza mais, não se sente o consolo com o coração cinzento. O coração deve ser aberto e luminoso para que entre a luz do Senhor. E se ela não entrar”, disse o Papa, “é preciso aguardá-la com esperança”.

Perseverar em tempos difíceis

O terceiro problema que se apresenta para quem reza é a acídia, “uma verdadeira tentação contra a oração e, mais geralmente, contra a vida cristã. A acídia é «uma forma de depressão devida ao relaxamento da ascese, à diminuição da vigilância, à negligência do coração». É um dos sete “pecados capitais” pois, alimentado pela presunção, pode levar à morte da alma”.

“O que devemos fazer, então, nesta sucessão de entusiasmos e desencorajamentos?”, perguntou o Papa. “Devemos aprender a caminhar sempre”, respondeu ele.

O verdadeiro progresso na vida espiritual não consiste em multiplicar os êxtases, mas em ser capaz de perseverar em tempos difíceis. Caminhar, caminhar e se você se cansar, pare um pouco, mas volte a caminhar, com perseverança. Todos santos passaram por este “vale escuro”, e não nos escandalizemos se, lendo os seus diários, ouvirmos o relato de noites de oração sem vontade, vivida sem gosto.

Zangar-se com Deus é uma forma de rezar

Segundo o Papa, protestar diante de Deus é uma forma de rezar, “zangar-se com Deus é uma forma de rezar também”. Francisco convidou a não “nos esquecer a oração do porque, que é a oração das crianças quando começam a não entender as coisas. A idade dos porquês “. “Mas a criança não escuta a resposta do pai. O pai responde e vem logo outro porque. A criança quer chamar a atenção do pai. Quando nos zangamos com Deus e continuamos a dizer porque, estamos atraindo o coração do nosso Pai para a nossa miséria, para as nossas dificuldades, para a nossa vida. Zangar-se com Deus faz bem, pois faz despertar a relação de filho com o Pai, de filha com o Pai, que nós devemos ter de ter com Deus”, concluiu.

Fonte: Site Vatican News

Bispos da Amazônia publicam carta aberta ao povo brasileiro

amazonia-Sebastien-Goldberg-on-UnsplashA Comissão Episcopal Especial para a Amazônia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Rede Eclesial Pan-Amazônica (REPAM-Brasil) divulgam nesta quarta-feira, 19 de maio, a carta aprovada pelos bispos da Amazônia que reunidos, de modo on-line, entre os dias 18 e 19 de maio, se dirigirem ao povo brasileiro diante às ameaças a toda casa comum e, especialmente, ao bioma amazônico.

No texto, os bispos afirmam que se sentem “sensibilizados pela situação de vulnerabilidade e ameaças que sofre toda casa comum, agravada pela pandemia da Covid-19, e pelo acirramento das disputas territoriais com expansão das atividades minerais e do agronegócio em terras de populações tradicionais”. Na mensagem, os bispos ressaltam que o cenário político indigenista vivido no Brasil é de “retrocesso” e que a “crise socioambiental, denunciada em 2019 durante o Sínodo, acentuou-se durante a pandemia”.

Os bispos fazem, ainda, um apelo às mais variadas lideranças de cristãos leigos e leigas que “não desaminem da luta” e pedem que a “sensibilidade para com os mais pobres seja permanente”.

Confira a versão na íntegra da carta acessando aqui.

Fonte: Site da CNBB

Fundo Mundial de Solidariedade destinou mais de R$ 680 milhões em doações no mundo

campanha-missionaria-2021Em 2020, o Fundo Mundial de Solidariedade distribuiu mais de R$ 680 milhões nos cinco continentes. A contribuição do Brasil para este fundo foi de R$ 5.005.994,86. As POM são uma rede mundial de oração e solidariedade à serviço do Papa e colaboram com 1.050 dioceses pobres que dependem da Congregação para a Evangelização dos Povos. São Igrejas jovens nos “territórios de missão”.

O material faz o detalhamento dos valores destinados pela Pontifícia Obra da Propagação da Fé, Pontifícia Obra da Infância e Adolescência Missionária e Pontifícia Obra de São Pedro Apóstolo. Através de gráficos, pode-se ter conhecimento das áreas que receberam recursos, colaborando com educação, obras sociais, proteção das crianças, catequese, entre outros.

Paulina Jaricot: ajuda em rede

Sua fundação tem origem no fervor missionário expresso por Pauline Jaricot que, na França, em 1822, instituiu a Obra da Propagação da Fé. Ela descobriu uma forma concreta para envolver os fiéis na missão universal da Igreja, através da oração e da arrecadação de fundos. A iniciativa começou com um pequeno círculo de operárias que rezavam pela missão ad gentes e faziam uma pequena doação para sustentar os missionários franceses que estavam na China.

Hoje essa rede de oração e solidariedade se espalhou por todo o mundo, sendo fonte inspiradora para as obras pontifícias. As doações dos cristãos compõem o Fundo Mundial de Solidariedade, que existe para financiar diversos projetos ordinários e extraordinários aprovados durante a Assembleia Geral em Roma, formada por diretores das POM de diversos países.

Acesse a Mensagem do Papa e a distribuição da coleta missionária no mundo

Campanha Missionária 2021: Missionários da compaixão e da esperança

Celebrando a dia da Ascensão do Senhor, as Pontifícias Obras Missionárias realizam o lançamento do site da Campanha Missionária 2021. O site apresenta a nova arte e torna disponíveis os materiais para a animação da Campanha Missionária em todo o Brasil.

As Pontifícias Obras Missionárias (POM) têm a responsabilidade de organizar a Campanha Missionária, realizada sempre no mês de outubro desde 1972. Colaboram nesta ação a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), por meio da Comissão Episcopal para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial, e outros organismos que compõem o Conselho Missionário Nacional (COMINA).

“Jesus Cristo é missão” é o tema escolhido para o mês missionário, cuja inspiração bíblica é “Não podemos deixar de falar sobre o que vimos e ouvimos” (At 4,20). O novo contexto da pandemia que se estende de forma prolongada, evidenciou e ampliou o sofrimento, a solidão, a pobreza e as injustiças de que tantos já padeciam. Desmascarou nossas falsas seguranças e desnudou nossa fragilidade humana.

Como gesto concreto, em todas as Igrejas do mundo, realiza-se nos dias 23 e 24 de outubro a coleta missionária, destinada de forma integral para a missão da compaixão. Oitenta por cento dos recursos são enviados à Congregação para Evangelização dos Povos que faz circular um fundo universal de solidariedade, mantendo 1.050 dioceses nas periferias mais necessitadas do mundo. Os vinte por cento restantes ficam no Brasil e mantém os trabalhos das Pontifícias Obras Missionárias, compondo uma rede mundial de oração e caridade a serviço do Papa e da Missão da Igreja.

Arte da Campanha Missionários 2021

A construção da arte da Campanha Missionária 2021 seguiu a intuição da janela que se abre para o mundo e está conectada com a realidade da pandemia em em que vivemos. Dentro da janela apresenta-se a centralidade da pessoa de Jesus na cena da cura do cego de Jericó que grita por compaixão. Este é o Evangelho do Dia Mundial das Missões (24 de outubro 2021).

Além do tema “Jesus Cristo é missão”, a arte contempla o lema “Não podemos deixar de falar sobre o que vimos e ouvimos” que remete aos missionários da compaixão e da esperança, linha de frente diante dos desafios da pandemia. O destaque das imagens valoriza os profissionais de saúde e a proteção dos povos originários, bem como um gesto concreto de solidariedade vivido com a campanha “A Amazônia precisa de você”.

Acesse o novo site da Campanha Missionária 2021

Fonte: Site da POM e Vatican News

Ano Laudato Si termina e Igrejas locais apresentam frutos

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O Ano especial dedicado a encíclica Laudato si’ terminou nesta segunda-feira (24). Uma coletiva será realizada no Vaticano na terça sobre o assunto.

Este ano celebrativo, iniciado em maio de 2020, colocou em evidência a encíclica do Papa Francisco, dedicada ao cuidado da casa comum. O documento foi publicado em 24 de maio de 2015.

O texto do Santo Padre destacou ao mundo o conceito de ecologia integral. Também difundiu o princípio da casa comum e da necessidade de sua defesa.

Ano Laudato si

Durante o Ano Laudato si, a Igreja teve diversos eventos e anunciou importantes medidas. Neste domingo, 23, véspera da conclusão do período celebrativo, o Papa anunciou a “Plataforma Laudato si”, após o Regina Coeli.

O recurso guiará as famílias, as comunidades paroquiais e diocesanas, as escolas e as universidades, os hospitais, as empresas, os grupos, os movimentos, as organizações, os institutos religiosos a assumir um estilo de vida sustentável.

A primeira comemoração do Ano Laudato si, em maio de 2020, foi a celebração dos cinco anos de publicação do documento.

Em junho, o Vaticano apresentou um documento de aprofundamento da encíclica. O material é considerado um guia para ajudar homens e mulheres a viverem bem.

No mesmo mês, o Pontífice comentou em sua conta no twitter sobre o Dia Mundial do Meio Ambiente. Em sua mensagem, o Santo Padre fez referência à Laudato si e destacou que o cuidado autêntico da vida e das relações com a natureza é inseparável da fraternidade, justiça e fidelidade aos outros.

Em encontro internacional sobre a Doutrina Social da Igreja, foi refletido o conteúdo da encíclica do Papa. Na ocasião, Francisco afirmou: “Que o desenvolvimento de uma ecologia integral, torne-se sempre mais uma prioridade a nível internacional, nacional e individual”.

Em julho, uma capela foi construída em Roma, inspirada na encíclica do Papa. A estrutura fica no porto botânico da cidade e foi feita com material reciclável.

Também durante este ano, o Vaticano manifestou a abolição completa do uso de plástico. A venda de plástico descartável foi proibida.

Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam) ratificou o compromisso com o cuidado da casa comum. Instituições religiosas anunciaram o desinvestimento em combustíveis fósseis.

No mundo, os cientistas voltaram a alertar sobre as mudanças climáticas e suas terríveis consequências.

Ações no Brasil

No Brasil, foram discutidos importantes temas da encíclica de Francisco por ocasião dos cinco anos de sua publicação.

O país passou a integrar o Protocolo de Nagoia, que regulamenta o acesso e a repartição de benefícios, monetários e não monetários, dos recursos genéticos da biodiversidade.

A Igreja também viveu em 2020, e neste ano, a Semana Laudato si. O bispo de Campos (RJ) e Referencial da Ecologia Integral do Conselho Episcopal Regional (Conser) do Regional Leste 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Roberto Francisco Ferreira Paz, afirma que a celebração é importante.

O tempo, segundo o bispo, é de estudo e análise socioambiental. “Todas as questões sociais precisam ter a perspectiva ambiental. Não podemos ser felizes sem dedicar estudo, reflexão e espiritualidade para esse tema”, aponta.

A Semana e o Ano Laudato si também chamaram atenção para os pobres, que estão intimamente ligados à questão ambiental.

O fato de ter sido levantada esta temática durante este ano, prossegue Dom Roberto, ajudou a Igreja no Brasil a enfrentar desafios da mineração, de contaminação da água e desmatamento.

Igrejas locais

O bispo de Campos (RJ) comenta sobre o surgimento e valorização de pastorais socioambientais, também chamadas “ecológicas”, nas igrejas locais, dioceses e arquidioceses. “Toda paróquia precisa repensar profundamente o seu relacionamento com a casa comum”, destaca.

Esta pastoral, de acordo com Dom Roberto, deve também desenvolver atividades que promovam a ecologia integral. “A casa comum é uma extensão do nosso corpo. Francisco coloca que nós somos terra, nós somos casa comum. Refletir sobre ela é refletir sobre nós mesmos”.

O seminarista Ailton Evangelista auxilia nas atividades da Pastoral Ecológica da Paróquia de Nossa da Conceição, em Cunha, cidade do interior de São Paulo que pertence à diocese de Lorena. Segundo ele, o grupo fundado em 2019 vai ao encontro do desejo do Papa de que sua encíclica não caia no esquecimento.

Para Evangelista, conscientização leva tempo e somente frisando o assunto nas muitas realidades da Igreja será possível que católicos assimilem seu valor.

Pandemia

Com a pandemia, muitas ações que poderiam ser realizadas durante esta semana e este ano comemorativo, pelas pastorais, foram prejudicadas.

No entanto, o seminarista afirma que uma marca deste tempo é a necessidade de se reinventar. “Acabamos trabalhando os conteúdos nas redes sociais”.

“Embora não tenhamos conseguido realizar ações presenciais, um ponto importante deste Ano é toda a propagação deste material. Ele serve de apoio pedagógico e didático nesse processo de formação de consciência para o bem da casa comum”, comenta.

Os temas ecológicos também passaram a ser trabalhados nas celebrações eucarísticas, revela Evangelista. Um espaço foi criado na Igreja matriz, durante a Semana Laudato si – que conclui o Ano Laudato Si na paróquia – com elementos característicos da cidade e que falam do tema da ecologia.

Momentos antes das missas em Cunha foi explicado sobre a Semana. Pontos da encíclica do Papa foram transformados em preces. “É uma maneira de aproximarmos a liturgia e esta temática da vida das pessoas”, sublinha Evangelista.

Os leigos e a Laudato Si

Assim como o seminarista Ailton, a assistente social Andreia Carvalho Estrella e o biólogo Ricardo de Almeida Zuppi são membros da Pastoral Ecológica em Cunha. Com aproximadamente dois anos de existência, o casal frisa que a pastoral já “apresenta frutos”.

“Percebemos que há um processo de sensibilização e engajamento crescente da comunidade. Ela vem aderindo à pastoral. Há também uma crescente preocupação com as temáticas socioambientais”, observa Andreia.

A partir da Ecologia, o casal destaca que a Igreja convida todos a experimentarem uma espiritualidade conectada com tudo o que Deus criou.

“Cuidado e amor para com todas as formas de vida que Deus se revela é um dos grandes chamados da Laudato si. Que possamos construir de forma concreta a urgente transformação que a humanidade necessita para que todos tenham vida plena e abundante”.

O turismólogo e gestor social Campos Alegria revela que, influenciada por esta iniciativa em Cunha, a Paróquia Nossa Senhora das Graças, localizada em Lorena (SP), fez adesão à Pastoral Ecológica. O leigo faz parte da recente iniciativa e manifesta o desejo de perseverar na disseminação e conscientização desta cultura da ecologia integral.

Para Campos, é preciso uma mudança de mentalidade, uma adesão pessoal ao tema. Como católico, o turismólogo afirma que seu papel é cooperar juntamente com a Igreja, na defesa, preservação, cuidado e conscientização das questões relativas ao meio ambiente.

Fonte: Site Notícias Canção Nova

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