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Leia maisPapa contra a desigualdade: os direitos humanos são para todos!
Pelos direitos humanos e seus defensores: neste mês de abril, o Papa Francisco pede que rezemos por quem arrisca a própria vida lutando para garantir a todos direitos iguais.
Esta luta, afirma o Pontífice, requer coragem e determinação. Significa opor-se ativamente à pobreza, à desigualdade, à falta de trabalho, de terra, de habitação, de direitos sociais e trabalhistas.
Francisco lamenta que os direitos humanos fundamentais não são iguais para todos, pois há pessoas de primeira, de segunda, de terceira classe e pessoas descartadas.
Mas não: “têm que ser iguais para todos”, afirma o Papa categórico. “Cada ser humano tem direito a desenvolver-se integralmente, e esse direito básico não pode ser negado por nenhum país.”
Em alguns lugares, prossegue, “defender a dignidade das pessoas pode significar ir para a prisão”, por isso convida a rezar “por aqueles que arriscam suas vidas lutando pelos direitos fundamentais em ditaduras, regimes autoritários e inclusive em democracias em crise, para que seu sacrifício e trabalho deem frutos abundantes”.
O Vídeo do Papa que acompanha a intenção de oração tem o apoio da Missão Permanente de Observação da Santa Sé junto às Nações Unidas.
Confira:
Direitos e Igreja
Falar de direitos humanos fundamentais é contemplar os direitos que todas as pessoas têm, independentemente da nacionalidade, sexo, origem étnica ou nacional, cor, religião, idioma ou qualquer outra condição.
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 1948, foi o primeiro documento legal a estabelecer a proteção universal dos direitos humanos fundamentais.
Também na Igreja, desde o Papa João XXIII na década de 1960, os direitos humanos têm estado no centro do ensinamento e da prática social católica.
Fonte: Site de Vatican News
58ª Assembleia Geral dos Bispos: edição será realizada virtualmente
De 12 a 16 de abril, a já tradicional Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, que se encontra em sua 58ª edição, será realizada virtualmente. O encontro do episcopado brasileiro é organizado, desde 2011, no Centro de Eventos Padre Vítor Coelho de Almeira em Aparecida (SP).
Para levar adiante esta edição, mesmo com a pandemia, os bispos brasileiros organizaram-se para que o evento pudesse ser posto em prática à distância. “Em novembro do ano passado, reunimos quase 200 bispos numa manhã de reflexão e oração. Adequação das plataformas para reuniões virtuais. As que tínhamos não suportavam tanto tempo e tanta gente. Essas têm sido as duas ações mais importantes”, explica o secretário-geral da CNBB, Dom Joel Portella.
Mensagem de esperança
Diante das mudanças que a pandemia trouxe, esta Assembleia será uma oportunidade para reforçar uma mensagem de esperança junto aos fiéis e a todos os brasileiros.
“A mensagem de esperança tem sido transmitida desde o início”, reforça Dom Joel. “Há um conjunto de manifestações escritas e também de atitudes, seja em nível nacional, seja em nível local. Esperança é tudo que os brasileiros necessitam nesse momento de cansaço, desânimo e, pior ainda, desistência em face das regras de proteção sanitária. Há muita morte. Há impossibilidade de luto. Tudo isso clama por esperança”, pondera.
Presença de todos os bispos
Atualmente, Igreja Católica no Brasil conta com 278 circunscrições eclesiásticas, totalizando 475 bispos, dos quais 309 exercem alguma missão e função de governo, além dos 166 bispos eméritos.
Toda esta força religiosa se fará presente nesta 58ª Assembleia Geral — mesmo os bispos eméritos, que mesmo não tendo direito a voto direto, terão sua presença garantida. “O fato de os bispos eméritos possuírem voz, porém não voto, é uma realidade estatutária. Não depende de outra condição”, explica Dom Joel. “Também para a 58ª assembleia, realizada em formato virtual, eles foram convidados, pois para eles não há convocação. Serão bem-vindos e ouvidos sempre que desejarem se manifestar sobre os assuntos tratados. A Comissão para os Bispos Eméritos terá uma fala, como sempre teve nas assembleias em formato fisicamente presencial”, reitera.
Tema central
“Casas da Palavra — Animação bíblica da vida e da pastoral nas comunidades eclesiais missionárias” é o tema em que os bispos se apoiarão nesta 58ª Assembleia Geral.
Os bispos, porém, ainda aprofundarão outros 30 assuntos, tais como o Ano Vocacional previsto para 2023; os anos temáticos de São José e Família Amoris Laetitia, convocados pelo Papa Francisco; o Colégio Pio Brasileiro, as Comissões, organismos e Regionais entre outros temas.
O futuro da Assembleia
Em caráter excepcional, como revelado no início deste texto, os bispos optaram por realizar esta edição da Assembleia em caráter virtual. Questionado sobre utilizar o mesmo expediente em edições futuras, Dom Joel afirma: é cedo para pensar nisso.
“Temos a clara certeza de que, se ainda estivermos sob o peso da pandemia, a 59ª Assembleia Geral poderá ser virtual. O formato não é mais problema para a CNBB nem para as outras instâncias da vida. Aprendemos a lição, ainda que sob dores muito fortes”, afirma o secretário-geral da CNBB.
A possibilidade, porém, de colocar-se em prática a próxima reunião do episcopado brasileiro nos mesmos moldes que a atual não está descartada. “A 58ª Assembleia será um grande teste, um desafio para todo o episcopado brasileiro. Uma vez encerrada, analisaremos com cuidado a questão virtual, discernindo o que poderá ser feito”, finaliza Dom Joel.
Fonte: Site Notícias Canção Nova
O Papa: não vivamos uma fé pela metade, tornemo-nos misericordiosos
"Com efeito, se o amor acaba em nós mesmos, a fé evapora-se num intimismo estéril. Sem os outros, torna-se desencarnada. Sem as obras de misericórdia, morre. Deixemo-nos ressuscitar pela paz, o perdão e as chagas de Jesus misericordioso", disse Francisco em sua homilia.
O Papa Francisco presidiu a celebração eucarística neste II Domingo de Páscoa (11/04), Domingo da Divina Misericórdia, na Igreja de Santo Espírito, em Sassia, Santuário da Divina Misericórdia, localizado nas proximidades do Vaticano, seguindo as normas contra a Covid-19.
"Jesus ressuscitado aparece aos discípulos várias vezes; com paciência, conforta os seus corações desanimados. E assim, depois da sua ressurreição, realiza a «ressurreição dos discípulos»; e, solevados por Jesus, mudam de vida. Antes, inúmeras palavras e tantos exemplos do Senhor não conseguiram transformá-los; mas agora, na Páscoa, algo de novo se verifica; e verifica-se sob o signo da misericórdia: Jesus os levanta com a misericórdia; eles, obtendo misericórdia, tornam-se misericordiosos", disse Francisco em sua homilia.
Segundo o Papa, os discípulos obtêm a misericórdia mediante três dons: Jesus oferece-lhes a paz, depois o Espírito e, por fim, as chagas.
A paz do coração
Em primeiro lugar, dá-lhes a paz. "Os discípulos estavam angustiados. Fecharam-se em casa assustados, com medo de serem presos e acabarem como o Mestre. Mas não estavam fechados só em casa; estavam fechados também nos seus remorsos: tinham abandonado e renegado Jesus; sentiam-se incapazes, inúteis e falhos. Chega Jesus e repete duas vezes: «A paz esteja com vocês!»", disse o Papa, acrescentando:
Não traz uma paz que, de fora, elimina os problemas, mas uma paz que infunde confiança dentro. Não uma paz exterior, mas a paz do coração. Aqueles discípulos desanimados recuperam a paz consigo mesmos. A paz de Jesus suscita a missão. Não é tranquilidade, nem comodidade; é sair de si mesmo. A paz de Jesus liberta dos fechamentos que paralisam, quebra as correntes que mantêm o coração prisioneiro. E os discípulos sentem-se cumulados de misericórdia: sentem que Deus não os condena, nem humilha, mas acredita neles.
O perdão no Espírito Santo
Em segundo lugar, Jesus usa de misericórdia com os discípulos oferecendo-lhes o Espírito Santo. Dá a eles a remissão dos pecados. "Temos sempre diante de nós o nosso pecado. Sozinhos, não podemos cancelá-lo. Só Deus o elimina; só Ele, com a sua misericórdia, nos faz sair das nossas misérias mais profundas. Como aqueles discípulos, precisamos de nos deixar perdoar. O perdão no Espírito Santo é o dom pascal para ressuscitar interiormente", disse ainda o Papa.
Peçamos a graça de o acolher, de abraçar o Sacramento do perdão; e de compreender que, no centro da Confissão, não estamos nós com os nossos pecados, mas Deus com a sua misericórdia. Não nos confessamos para nos deprimir, mas para fazer-nos levantar. Todos precisamos disso. Caímos com frequência e a mão do Pai está pronta a pôr-nos de pé e fazer-nos caminhar. Esta mão segura e confiável é a Confissão. É o Sacramento que nos levanta, não nos deixando caídos, chorando no chão de nossas quedas. É o Sacramento da ressurreição, é pura misericórdia. E quem recebe as Confissões deve fazer sentir a doçura da misericórdia.
As chagas derramam misericórdia sobre as nossas misérias
Depois da paz que reabilita e do perdão que levanta, eis o terceiro dom com que Jesus usa de misericórdia com os discípulos: apresenta-lhes as chagas.
As chagas são canais abertos entre Ele e nós, que derramam misericórdia sobre as nossas misérias. São os caminhos que Deus nos patenteou para entrarmos na sua ternura e tocar com a mão quem é Ele. E deixamos de duvidar da sua misericórdia. Adorando, beijando as suas chagas, descobrimos que cada uma das nossas fraquezas é acolhida na sua ternura. Tudo nasce da graça de obter misericórdia. Se, pelo contrário, nos apoiamos nas nossas capacidades, na eficiência das nossas estruturas e dos nossos projetos, não iremos longe. Só se acolhermos o amor de Deus é que poderemos dar algo de novo ao mundo.
Tornemo-nos misericordiosos
Tendo obtido misericórdia, os discípulos se tornaram misericordiosos. Como conseguiram mudar assim? "Viram no outro a mesma misericórdia que transformou a sua vida. Descobriram que tinham em comum a missão, o perdão e o Corpo de Jesus: a partilha dos bens terrenos aparecia-lhes como uma consequência natural. Os seus medos dissolveram-se ao tocar as chagas do Senhor, agora não têm medo de curar as chagas dos necessitados, porque ali veem Jesus, porque ali está Jesus", disse o Papa.
Não vivamos uma fé pela metade, que recebe mas não doa, que acolhe o dom mas não se faz dom. Obtivemos misericórdia, tornemo-nos misericordiosos. Com efeito, se o amor acaba em nós mesmos, a fé evapora-se num intimismo estéril. Sem os outros, torna-se desencarnada. Sem as obras de misericórdia, morre. Deixemo-nos ressuscitar pela paz, o perdão e as chagas de Jesus misericordioso. E peçamos a graça de nos tornar testemunhas de misericórdia. Só assim será viva a fé; e a vida unificada. Só assim anunciaremos o Evangelho de Deus, que é Evangelho de misericórdia.
Sentir-se misericordiado para ser misericordioso
Ao final da missa, o Papa Francisco rezou a oração do Regina Coeli e agradeceu "a todos aqueles que colaboraram para prepará-la e transmiti-la ao vivo". Saudou também todos aqueles que participaram da celebração através dos meios de comunicação. A seguir, acrescentou:
Saúdo de modo especial a todos vocês que estão presentes aqui na Igreja de Santo Espírito em Sassia, Santuário da Divina Misericórdia: fiéis habituais, enfermeiros, detentos, pessoas com deficiência, refugiados e migrantes, Irmãs Hospitaleiras da Divina Misericórdia, e voluntários da Defesa Civil. Vocês representam algumas realidades nas quais a misericórdia se torna concreta, torna-se proximidade, serviço, atenção às pessoas em dificuldade. Desejo que vocês se sintam sempre misericordiados para, por sua vez, serem misericordiosos.
Fonte: Vatican News
CNBB divulga mensagem ao povo brasileiro aprovada pelos bispos reunidos em assembleia
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nesta sexta-feira, 16 de abril, a mensagem do episcopado brasileiro que reunido, de modo online, na 58ª Assembleia Geral da CNBB, se dirigiu ao povo neste grave momento.
No texto, os bispos afirmam que diante da atual situação pela qual passa o Brasil, sobretudo em tempos de pandemia, não podem se calar quando a vida é “ameaçada, os direitos desrespeitados, a justiça corrompida e a violência instaurada”. Os bispos asseguram que são pastores e que têm a missão de cuidar. “Nosso coração sofre com a restrita participação do Povo de Deus nos templos. Contudo, a sacralidade da vida humana exige de nós sensatez e responsabilidade”, dizem.
Na mensagem, os bispos reiteram que no atual momento precisam continuar a observar as medidas sanitárias que dizem respeito às celebrações presenciais. Reconhecem agradecidos que as famílias têm sido espaço privilegiado da vivência da fé e da solidariedade. “Elas têm encontrado nas iniciativas de nossas comunidades, através de subsídios e celebrações online, a possibilidade de vivenciarem intensamente a Igreja doméstica. Unidos na oração e no cuidado pela vida, superaremos esse momento”.
Os bispos afirmam que os três poderes da República têm, cada um na sua especificidade, a missão de conduzir o Brasil nos ditames da Constituição Federal, que preconiza a saúde como “direito de todos e dever do Estado” e que o momento exige competência e lucidez. “São inaceitáveis discursos e atitudes que negam a realidade da pandemia, desprezam as medidas sanitárias e ameaçam o Estado Democrático de Direito”, afirmam.
Fazem, ainda, um forte apelo à unidade das Igrejas, entidades, movimentos sociais e todas as pessoas de boa vontade, em torno do Pacto pela Vida e pelo Brasil: “Assumamos, com renovado compromisso, iniciativas concretas para a promoção da solidariedade e da partilha. A travessia rumo a um novo tempo é desafiadora, contudo, temos a oportunidade privilegiada de reconstrução da sociedade brasileira sobre os alicerces da justiça e da paz, trilhando o caminho da fraternidade e do diálogo. Como nos animou o Papa Francisco: “o anúncio Pascal é um anúncio que renova a esperança nos nossos corações: não podemos dar-nos por vencidos!”.
Clique aqui e confira o texto na íntegra.
Fonte: Site da CNBB

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