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O Arcebispo de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, celebrou um marco significativo em sua trajetória de dedicação e serviço à Igreja: 25 anos de Ordenação Episcopal. O ápice...
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Para o Papa Francisco, uma escalada “inaceitável” vem ocorrendo há dias no Líbano, onde ondas de ataques israelenses contra o Hezbollah já causaram ma...
Leia maisEncontro de amor e de dor é celebrado na Terça-feira Santa
A tradicional Procissão do Encontro marcou a noite da Terça-feira Santa (4) na Catedral. Como de costume, centenas de fiéis saíram em procissão da Capela da Santa Casa de Misericórdia, acompanhando a imagem do Senhor dos Passos, outras dezenas foram em procissão da Igreja São Sebastião em direção à Catedral, com a imagem de Nossa Senhora das Dores. As procissões se encontraram no adro da igreja, local em que foi proferido o sermão do encontro pelo Vigário Paroquial, Padre Antônio Camilo de Paiva.
O pregador da noite falou sobre como a missão divina de Jesus, que é redenção, passa pela dor, mas que o amor superou tudo, garantindo-nos a Vida Eterna. Além disso, ele reforçou a importante da figura de Nossa Senhora, fiel até o fim, um convite que foi estendido a todos naquela noite.
Com um sermão participativo, Padre Camilo conduziu os presentes para momentos de oração e louvores entre as meditações. Um belo momento de entrega e emoção dos devotos que estiveram presentes no adro da Catedral.
Durante a fala foi destacado o papel da Virgem Maria, modelo para todos. É aquela que acreditou, a quem podemos confiar nossas dores e nossos sofrimentos. Exemplo de firmeza e confiança, pois seguiu de pé durante todo o caminho do calvário.
O Pároco local, Padre João Paulo Teixeira Dias, acompanhou todo o sermão e, em entrevista, comentou sobre o momento. “Nessa noite queremos recordar tantas dores, ao mesmo tempo trazer muita esperança no nosso coração. Jesus encontrou muitas pessoas e continua a nos encontrar, quando temos a capacidade de acreditar, de ter esperança e celebrar com fé a sua misericórdia, Sua presença em nossa vida”.
Outra mensagem dada foi da certeza da ressureição e do destino final de todos. “Todos nós almejamos, um dia, encontrar com Deus e quero dizer uma coisa que pode até escandalizar quem escuta, mas o dia mais importante da nossa vida é o dia que Deus nos chamar, essa fala é do Padre Quevedo. Então, o caminho do calvário, que Cristo está caminhando para a morte, morte terrena, na verdade é a redenção, é a vida eterna. Quando eu começo a morrer, eu começo a nascer para a eternidade”, explicou Pe. Camilo.
Eliane Lopes, foi uma das pessoas que fez questão de acompanhar a procissão. Ela contou que a ocasião foi santificadora para ela e a levou a muitas reflexões. “Me fez lembrar da situação de vida que estou levando, me levou a pensar como eu estou caminhando na minha fé. O testemunho que a Virgem Maria deu, de realmente, e um calar, de sofrer sabendo quem é Jesus e porque ele veio… Uma mãe hoje vê um filho sofrendo e faz igual uma leoa, vai atrás e quer defender, mas ela sabendo do projeto que Deus tinha através de Jesus, esse silêncio dela, simplesmente, foi para mim uma santificação. Eu sou muito agitada, então [tenho que] aprender esse calar, esperar a vontade de Deus se concretizar”.
Ao final, o Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, deu a bênção final e as imagens de Nossa Senhora das Dores e do Senhor dos Passos foram conduzidas para o interior da Catedral, onde os fiéis puderam tocá-las e contemplá-las um pouco mais.
Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora
Catequese da Catedral realiza Via-Sacra Encenada
Na Quarta-feira Santa, 05 de abril, a Catequese da Catedral realizou uma Via-Sacra encenada logo após a missa das 18h30. Centenas de fiéis puderam refletir as estações da Via crucis e reviver o momento da Paixão de Cristo. O nosso pároco, padre João Paulo Teixeira Dias, participou deste momento emocionante que marcou a Semana Santa na Catedral.
A crucificação de Jesus aconteceu na frente do altar-mor da Catedral, ao lado dos dois ladrões. Ao final, o padre João Paulo parabenizou todas as pessoas responsáveis pela produção e organização da encenação. Também falou sobre a tentativa de roubo e ressaltou que foi um acontecimento que serviu para fortalecer a sua fé e dos demais padres que atuam na Catedral.
Em entrevista, padre João Paulo, destacou que o evento não foi apenas um teatro, mas uma vivência profunda da via dolorosa. “Esperamos com muita alegria e fé a ressurreição [do Senhor], no Tríduo Pascal. Queremos agradecer a nossa Catequese que preparou este momento tão belo de oração e espiritualidade, ensinando para nós a Via-Sacra”, completou.
Tradicional Missa da Unidade reúne todo clero e marca comemoração de 90 anos de Dom Eurico
O presbitério da Arquidiocese de Juiz de Fora se reuniu, na manhã da Quinta-feira Santa, 6 de abril, em torno do Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, para celebrar a Missa da Unidade e do Crisma. A Eucaristia foi realizada na Catedral de Juiz de Fora e contou também com a presença de diáconos, seminaristas, religiosos e religiosas, fiéis leigos e leigas desta Igreja Particular.
Esta celebração é importante para os padres, pois marca a renovação das promessas sacerdotais, feitas no dia da ordenação. “É um momento único para nós, é momento de a gente renovar todo aquele comprometimento que fizemos com Jesus para estar servindo à Igreja e o reino de Deus da melhor maneira possível contando sempre com a graça dEle”, comentou Pe. Fabiano dos Santos Admiral, FAM, quando questionado sobre a importância do momento.
O Padre José Anchieta Moura Lima destacou que a cerimônia fortalece o serviço na Igreja. “Eu tenho dito que seria um momento importante para valorizarmos a espiritualidade do avental, do serviço generoso, solidário, samaritano, para uma Igreja cada vez mais em saída, que o Papa Francisco sempre pede para cada um de nós. ” O sacerdote fez questão de levar consigo seu irmão, Frei Gabriel de Moura Lima, OMM, da Diocese de Toledos (PR), para participar da Santa Missa.
Juntos, clero, leigos e seminaristas estiveram em torno do altar com mais um motivo para render ações de graças: a comemoração dos 90 anos de Dom Eurico dos Santos Veloso, Arcebispo Emérito de nossa arquidiocese. Durante a Missa, ele agradeceu a presença de todos e explicou suas razões a antecipação da festividade, segundo ele para praticamente o mesmo dia. “A razão porque escolhi celebrar antecipadamente meus 90 anos, primeiro porque a maior parte deste tempo foram doados a essa Diocese de Juiz de Fora. Depois porque Quinta-feira Santa foi o dia de meu nascimento daquela época, e todos falaram ‘este vai ser padre’, e por isso muito agradeço a Deus”.
Outro momento marcante da manhã de quinta-feira foi a bênção dos Óleos dos Catecúmenos e dos Enfermos e a consagração do Óleo do Crisma. “O óleo tem uma característica interessante, você passa sobre a pele, no começo você vê e depois não vê mais, ele penetra na pele, assim é Deus quando nos abençoa, quando entra em nós pela Eucaristia, pelo Espirito Santo, Ele penetra no organismo espiritual e emite o perfume que vem do alto”, explicou Dom Gil.
Além disso, o Pastor Arquidiocesano destacou que os óleos bentos são símbolo de unidade. “A unidade é uma realidade importantíssima na Igreja e os óleos sendo abençoados numa única Missa na Catedral, indo agora, repartidos, para todas as paróquias, simbolizam esta unidade de Cristo, como Ele pediu: que todos sejam um, como eu e tu, Pai, somos um”.
Ao final da celebração, Dom Gil entregou os Santos Óleos aos Vigários Forâneos, que serão responsáveis por encaminhá-los para as paróquias. Além deles, os Santos Óleos também foram entregues a Dom Eurico e aos representantes de outras instituições católicas. Na sequência, os padres da Forania Bom Jesus recebam o ícone de Maria Mãe da Igreja e o relicário vocacional das mãos de leigos da Forania São Miguel, continuando a Peregrinação Arquidiocesana Mariana e Vocacional.
Logo após a celebração todo clero, se dirigiu para o Seminário Arquidiocesano Santo Antônio para um almoço e confraternização. Na ocasião, homenagens foram prestadas a Dom Eurico.
Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora
Missa da Ceia do Senhor abre Tríduo Pascal, período mais importante da Igreja
Na noite da Quinta-feira Santa (6), a Igreja deu início ao Tríduo Pascal, que vai até a manhã do Domingo de Páscoa. Durante a celebração, chamada de Missa da Ceia do Senhor, é recordada a última ceia de Jesus com os apóstolos, durante a qual Ele instituiu a Eucaristia e o sacerdócio.
É também durante essa celebração que acontece o rito do lava-pés. Na Catedral de Juiz de Fora, ele foi realizado pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, que presidiu a Santa Eucaristia. “O primeiro ponto dessa Missa da Ceia do Senhor na Quinta-feira Santa destaca a instituição da Eucaristia e do sacerdócio. Depois, o mandamento novo, que é sempre novo – ‘amai-vos uns aos outros como eu vos amei’ (Jo 13,34) – e a lição do lava-pés: Jesus lava os pés dos apóstolos para nos dar a lição da humildade e a disposição de servir. O cristão que não serve não é cristão, o cristão que não se preocupa com os pobres, com os pequenos, com aqueles mais necessitados, tem dificuldade para participar da Eucaristia, porque a Eucaristia é doação. Jesus deu a sua vida por nós.”
Ao final da Missa, aconteceu a transladação do Santíssimo Sacramento para a chamada Capela do Sepulcro, no salão paroquial da Catedral, onde permaneceu em adoração até o dia seguinte. “Ali, os fiéis são chamados a adorar o Senhor, que viveu e morreu por nós, mas está vivo na Sagrada Eucaristia”, afirmou Dom Gil. Também ocorreu a desnudação do altar-mor, que ficou sem toalha e velas. A partir deste momento, a igreja ficou escura e o sacrário, aberto e vazio. “Faz-se a desnudação dos altares para mostrar o momento em que Jesus ficou completamente despojado de tudo, inclusive das suas vestes”, explicou, ainda, o Arcebispo.
Rito do lava-pés
O Pároco da Catedral, Padre João Paulo Teixeira Dias, que concelebrou a Missa, explicou como foram escolhidas as doze pessoas que representaram os apóstolos. “Este ano, acompanhando o tema da nossa Campanha da Fraternidade 2023, que nos convida a pensar sobre a fome dos mais necessitados, a nossa Catedral Metropolitana, em todo o seu trabalho pastoral, convidou os agentes envolvidos nesta área da caridade, realizando, assim, um gesto de agradecimento a tantas pessoas, membros das nossas comunidades, movimentos, pastorais, associações, que com muito amor se dedicam aos mais necessitados.”
O sacerdote ainda refletiu sobre como o gesto de Jesus pode ser repetido nos dias de hoje. “Creio que são duas perguntas importantes que fazemos: se somos capazes de lavar os pés de outras pessoas, pois Jesus nos ensinou a amar o próximo, mas também o gesto de saber acolher este gesto, quando muitas vezes nós estamos necessitados de receber o amor do próximo. Lavar os pés significa amar. Amar significa deixar tempo neste tempo em que vivemos de tanta pressa, de tanta correria; amar significa respeito, atenção, gesto de gratidão; amar significa encontrar em casa, na nossa família, aquela palavra que conforta, que agradece, que diz bom dia, boa noite; amar significa ter paciência na correria do nosso trânsito, ter paciência na realidade do nosso trabalho e especialmente nos meios sociais, para pensarmos que somos de Cristo e que precisamos cristificar este mundo a partir das nossas ações, dos nossos gestos, das nossas palavras. São pequenas atitudes, mas que na verdade simbolizam a nossa fé e o nosso desejo de seguir os passos de Jesus até a glória, até a Páscoa e a eternidade.”
Ronaldo Lamarca e Jeksonlley de Paula estiveram entre as pessoas que representaram os apóstolos. “Foi uma emoção muito grande, uma satisfação imensa representar um dos discípulos de Jesus”, contou Jek, coordenador do Terço dos Homens da Catedral. O grupo distribui cachorros-quentes para pessoas em situação de rua após a oração do terço, semanalmente. Ronaldo, por sua vez, tirou o gesto do lava-pés como exemplo. “Faz-nos ser servos, que é a nossa função de servir aos outros. Então, que nós tenhamos essa consciência de servir ao próximo, que é o que nós fazemos no SOS Cristão.” Este movimento oferece cestas básicas todos os meses a famílias previamente cadastradas.
O rito do lava-pés também contou com a participação de mulheres. Uma delas foi Maria Isabel da Silva, representando o Instituto Fênix, que distribui marmitex para pessoas em situação de vulnerabilidade social. Paroquiana da Catedral há 67 anos, esta foi a primeira vez que ela esteve na cerimônia. “Eu senti muita emoção, porque quando Dom Gil veio lavar meus pés, eu senti mesmo Jesus fazendo aquele gesto, como Ele fez há tantos anos atrás.”
Áurea da Conceição Nascimento, que faz parte do Grupo São José há quase trinta anos, afirmou sentir-se orgulhosa por representar, pela primeira vez, um dos apóstolos de Cristo. “A caridade é a parte principal da religião. Não adianta rezar se você não fizer a caridade. Então, o que a gente faz no Grupo São José é com muita dedicação, com muito carinho, com muito gosto, com muito capricho.” A partir de doações, ela e outras voluntárias produzem enxovais de bebê, destinados às mamães que não podem comprar esses itens.
Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora

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