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III Congresso Eucarístico Arquidiocesano - Novembro de 2024

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Arcebispo de Juiz de Fora divulga orientações litúrgicas ao clero

conceito-de-comunhao-sagrada-com-eucaristiaDurante a Semana Santa, o Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, enviou ao clero um documento contendo algumas orientações quanto à vida litúrgica de nossa Igreja Particular. Na introdução da mensagem, o Pastor Arquidiocesano apontou a necessidade das indicações em razão de observações feitas nas visitas às paróquias e em resposta a questionamentos a ele dirigidos.

O primeiro ponto abordado por Dom Gil diz respeito à preparação ao Centenário Diocesano, a ser comemorado em 1º de fevereiro de 2024. “Para este ano que antecede a celebração do Centenário de criação de nossa Diocese de Juiz de Fora foi preparada, em versões longa e breve, uma oração carinhosamente dedicada a Nossa Senhora, Mãe da Igreja, e dois hinos especialmente compostos pelo Pe. João Francisco Batista da Silva […]. As orações mencionadas devem ser rezadas todos os dias ao final de cada celebração eucarística ou na forma breve ou forma longa. […] Os referidos hinos sejam cantados frequentemente em nossas celebrações como meio também eficaz de conduzir nosso povo à celebração de nosso Centenário Diocesano.”

O documento traz ainda apontamentos sobre as Celebrações das Exéquias, as Vestes Litúrgicas para os Coroinhas e a localização da mesa da credência nos templos arquidiocesanos. O Arcebispo de Juiz de Fora também falou sobre o cuidado a Eucaristia. “A Igreja sempre teve um cuidado muito especial com as espécies do pão e do vinho a serem utilizadas na Liturgia Eucarística. Desta forma, gostaria de pedir uma especial atenção sobre as hóstias utilizadas na referida Celebração Eucarística.”

Dúvidas muito comuns dos fiéis, a postura durante a recitação do Pai Nosso e no momento de receber a Comunhão Eucarística foram alvo das orientações de Dom Gil. “Alguns questionamentos têm sido feitos ultimamente quanto à postura dos fiéis durante a recitação da Oração do Senhor, ou Pai Nosso, isto é, estar de braços abertos ou não. […] Não há necessidade de proibir essa prática dos fiéis, pois é uma boa maneira de participação de todo o povo sacerdotal que, pelo incomparável dom do Batismo, eleva a sua súplica ao Pai.”

Sobre a forma de se receber a Comunhão, o Arcebispo recordou que ainda estamos vivendo o período da pandemia. “É prudente orientar aos fiéis, para que prefiram ainda receber, respeitosamente, a Comunhão nas mãos”. O Pastor Arquidiocesano também fez considerações sobre o hábito de ajoelhar-se neste momento. “Hoje, depois da reforma litúrgica oriunda do Concílio Vaticano II, ocorrida na década de 60, nossas igrejas e capelas são planejadas com uma nova orientação. Ajoelhar-se no momento da distribuição da Comunhão, com a atual configuração do espaço litúrgico e da assembleia pode significar alguns riscos, como por exemplo, desequilíbrio e consequente queda para a pessoa que se ajoelha; dificuldade de se levantar sem uma base sólida que auxilie, deixar cair a hóstia no chão, etc. Além disso, devemos sempre nos lembrar que cada um pode tranquilamente se ajoelhar ao retornar ao seu lugar.”

Clique aqui e confira a íntegra do documento.

Fonte: site da Arquidiocese Juiz de Fora

Arcebispo preside Missa na Catedral no Domingo da Misericórdia

DSC 0196-1O Arcebispo de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, presidiu a Missa das 10h na Catedral Metropolitana no último domingo (16), quando a Igreja celebrou a Festa da Divina Misericórdia. Esta festividade, instituída no ano 2000 pelo Papa João Paulo II, era um desejo do próprio Jesus, revelado a Santa Faustina.

Em entrevista, o Pastor Arquidiocesano apontou o principal significado da data. “Jesus é abundante na sua misericórdia, que não tem limites. Ele dá a vida por nós, ele dá o seu corpo para ser nosso pão eucarístico, ele nos dá o perdão quando nós erramos e queremos ressuscitar dos nossos erros.” Dom Gil também falou sobre o Sacramento da Confissão, dado a Cristo pelos apóstolos, segundo o evangelho lido naquele dia. “Ele exerce ainda mais a sua misericórdia. Toda pessoa que erra, que peca, não precisa ficar no desespero, não precisa cair no desânimo. Há um instrumento, por assim dizer, de retorno, que se chama Sacramento da Confissão ou Sacramento da Penitência. Só Jesus poderia ter dado aos apóstolos esse poder, já que o poder de perdoar pecados é dele.”

DSC 0151“Depois, o Domingo da Misericórdia ensina também que nós devemos ser misericordiosos uns para com os outros. Tantas pessoas dependem da nossa misericórdia… O Papa Francisco gosta de dizer que a misericórdia é a principal virtude que o cristão pode e deve praticar”, completou o Arcebispo.

A Eucaristia foi concelebrada pelo Pároco da Catedral, Padre João Paulo Teixeira Dias. Os diáconos Antônio Valentino da Silva Neto e João Roberto da Silva serviram ao Altar. Este último, recém-integrado ao clero paroquial, foi apresentado por Dom Gil ao final da Santa Missa. Ele auxiliará na administração da Paróquia Santo Antônio e continuará auxiliando a Paróquia Santa Teresinha, do bairro homônimo.

Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora

Pastoral Social da Catedral oferece atendimento de psicologia, psicanálise e filosofia clínica

plantao-psicologico-online-26Na última semana foram retomados, na Catedral, os atendimentos ambulatoriais de psicologia e psicanálise. Uma novidade para esse retorno é o início do atendimento de uma terapeuta de filosofia clínica. Todos os tratamentos são feitos com preço mais acessível para os interessados.

De acordo com a psicóloga Gina Aparecida Soares que atua na Catedral há mais de 25 anos, “através deste trabalho temos a oportunidade de atender e ajudar pessoas que necessitam, e não tem condições de arcar com as despesas de um atendimento em consultório”.

Já a filósofa Marta Baeta nos forneceu um material explicativo sobre como funciona a sua atuação (pode ser consultado em nossa recepção paroquial). Dentre vários apontamentos demonstra que “diferentemente de outras terapias, a Filosofia Clínica não trabalha com tipologias, patologias ou terapias previamente estabelecidas. O filósofo clínico é um cuidador, cujo trabalho é sempre norteado pelo respeito ao modo de ser do outro”.

No total são seis profissionais que oferecem atendimento a crianças, adolescentes e adultos. Em nosso site e na recepção paroquial está disponível uma lista com os nomes e telefones dos(as) profissionais. Os interessados escolhem o(a) profissional e, diretamente com ele(a), agendam o atendimento de acordo com suas disponibilidades.

Comunidades têm até o primeiro domingo do Advento para começar a usar nova tradução do Missal Romano

Dom-Edmar-Missal-Romano- -Victoria-HolzbachA Comissão Episcopal para a Liturgia da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) apresentou, no início deste segundo dia de 60ª Assembleia Geral, 20 de abril, o processo de adaptação da Igreja do Brasil à tradução brasileira da terceira edição do Missal Romano. Como foi decidido na última reunião do Conselho Permanente da CNBB, realizada em março, as comunidades de todo país têm até o Advento para começar a utilizar os novos textos nas celebrações da missa.

“O uso dos textos da terceira edição serão facultativos até o primeiro domingo do Advento e depois será obrigatório”, explicou o bispo de Paranaguá (PR) e presidente da Comissão para a Liturgia, dom Edmar Peron.

Na missa de ontem, 19 de abril, primeiro dia de assembleia, os bispos já utilizaram os textos da tradução brasileira na Missa com Vésperas, na Basílica Nacional de Aparecida. A celebração marcou o início do uso da terceira edição do Missal Romano no Brasil, cujo processo de tradução e aprovação levou 19 anos.

Dom Edmar explicou que não se trata de um “novo missal” inaugurando uma nova forma de liturgia, como em 1965 pós Concílio Vaticano II, mas a tradução da terceira edição típica do Missal Romano, “o missal pós Concílio Vaticano II, também chamado Missal de Paulo VI”, ressaltou. A terceira edição foi promulgada em 2002 por São João Paulo II e revisada em 2008, com o objetivo de incorporar as disposições litúrgicas e canônicas desde a segunda edição típica, de 1975.

“A Igreja é dinâmica”, afirmou dom Edmar, e precisava incorporar essa dinâmica nos textos do missal. Mas o trabalho das conferências não foi apenas inserir coisas novas, ressaltou, mas principalmente revisar a tradução do missal.

Recepção nas comunidades

Dom Edmar apresentou três aspectos fundamentais para a recepção do missal nas comunidades. O primeiro é ter claro que o livro por si só não basta, é preciso “passar do livro à celebração”. E aí o papel fundamental do bispo em promover uma educação litúrgica. “Nós somos, pela Cristus Dominus, moderadores, promotores e guardiães de toda vida litúrgica da nossa Igreja”, reforçou dom Edmar.

O segundo aspecto é rever o modo de bem celebrar a liturgia. Esta é, explica, um evento de salvação e não apenas rubricas a serem seguidas. “Não celebramos para observar rubricas, celebramos com elas o evento de salvação. Rito não é rubrica a ser observada, mas uma ação de Cristo e da Igreja a ser celebrada”, destaca dom Edmar.

60-ag-Missal-Comissao-Liturgia- -Victoria-HolzbachPor fim, não haverá recepção autêntica do missal se este não se tornar fonte da vida espiritual. Segundo a Sacrossantun Conciliun, cita o bispo, a “plena e ativa participação de todo o povo” possibilita que a Liturgia seja, de fato a primeira fonte onde os fiéis vão beber o “espírito genuinamente cristão” (14).

“A meditação contínua (uma “leitura orante”) dos textos do missal o tornarão novos e fonte de nossa vida espiritual”, concluiu dom Edmar.

Folhetos diocesanos

Os textos do missal serão disponibilizados integralmente pelas Edições CNBB às dioceses que têm folhetos próprios das missas, em tempo hábil para atender a obrigatoriedade do uso no primeiro domingo do Advento. As dioceses podem entrar em contato com a editora para solicitar o material.

Relatório da Comissão para a Doutrina da Fé

Ainda na primeira parte da manhã, a Comissão Episcopal para a Doutrina da Fé apresentou um relato, como última contribuição aos bispos antes da nova eleição. O bispo da diocese de Santo André (SP) e presidente da comissão, dom Pedro Carlos Cipollini, partiu de uma análise da fé num momento de mudança de época para falar de luzes e sombras na vida de fé da Igreja. Dom Pedro apontou questões desafiadoras que exigem “reflexão e vigilância constante”.

“Muitos já separaram a vivência da fé, a prática da fé, da religião e da própria vida”, falou dom Pedro. “É preciso, portanto, retomar, recomeçar, a partir de Jesus Cristo (CELAM, Documento de Aparecida, 244-245). Voltar a Jesus Cristo, às origens é voltar ao essencial, retomar o ‘coração da fé’, ao Evangelho do Reino.” Por isso, é preciso transmitir “uma fé capaz de dar esperança para sustentar a vida do povo”.

“Confiemos na ação do Espírito, enviado sobre os apóstolos em Pentecostes”, concluiu dom Pedro Cipollini.

Fonte: Site da CNBB

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