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Leia maisCatedral sedia Missa pelos Enfermos na primeira sexta-feira do mês
A partir desta sexta-feira, 03 de fevereiro, a Catedral passará a sediar a Missa Devocional de São Pio de Pietrelcina pelos enfermos. A celebração ocorrerá sempre na primeira sexta-feira do mês, ao meio-dia, e incluirá a bênção da água, todos também podem trazer o nome das pessoas enfermas que conhece anotado num papel, caso não seja possível a presença das mesmas. E, logo após a celebração, o Terço dos Homens vai fazer a Oração das Mil Ave-Marias.
São Pio de Pietrelcina dizia: “Sou um simples frade que reza”. Teve sua vida dedicada à oração, na simplicidade e voltada para a caridade. Com acontecimentos extraordinários durante sua vida e seu tempo, o século XX, ele conquistou fama de santidade mesmo antes de sua morte.
Como prova visível de sua santidade, ele recebeu, em seu próprio corpo, os estigmas, sinais da Paixão de Cristo, que tiveram duração de cinquenta anos. Assim, Padre Pio tornou-se assim o primeiro sacerdote da história da Igreja a receber as marcas do Cristo do Calvário.
Padre Pio se esforçou em aliviar não somente o sofrimento espiritual das pessoas, mas também o sofrimento físico. No exercício da oração, ele teve a inspiração de construir um grande hospital, a “Casa Alívio do Sofrimento”, que foi inaugurado em 1956 e tornou-se referência no tratamento dos enfermos em toda a Europa nos anos pós-guerra.
*Com informações do site da Arquidiocese de Juiz de Fora, site A12.com e site da Arquidiocese de Brasília
Catedral recebe Religiosos de Juiz de Fora para celebrar o Dia Mundial da Vida Consagrada
No dia 02 de fevereiro, Festa da Apresentação do Senhor, a Catedral Metropolitana recebeu diversos religiosos, religiosas e membros de novas comunidades de Juiz de Fora para celebrar o Dia Mundial da Vida Consagrada. A data foi instituída em 1997, pelo Papa São João Paulo II, para agradecer a Deus pelo dom da vocação e promover o conhecimento e a estima pela vida consagrada.
A Missa de Ação de Graças foi presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, concelebrada pelo Pároco da Catedral, Padre João Paulo Teixeira Dias, e por diversos sacerdotes religiosos que representaram suas comunidades.
Em entrevista, Dom Gil destacou o grande valor da Vida Consagrada para a Igreja. “Nós temos várias congregações religiosas presentes na Arquidiocese e, por isso, reunirmos neste dia é algo de muita importância para a nossa vida eclesial. Várias congregações masculinas e femininas estiveram presentes e reunidas em torno do altar principal da Arquidiocese para agradecermos a Deus o trabalho deles e para pedir vocações para todos esses institutos, [porque] o religioso na Igreja tem um lugar especialíssimo, são pessoas completamente entregues a Deus para o serviço do Seu Reino”.
O Capelão do Cenáculo São João Evangelista, Padre Elissandro Santos de Santana, sss, atual responsável pelo núcleo da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) na Arquidiocese de Juiz de Fora demonstrou muita satisfação em celebrar o Dia Mundial da Vida Consagrada. “É uma alegria falar sobre esses 27 anos dedicados à Vida Religiosa Consagrada, tempo em que podemos fortalecer cada vez mais a nossa vida orante, fraterna e servidora, como religiosos e religiosas consagrados ao Reino de Deus”.
Padre João Paulo explicou o sentido da Festa da Apresentação do Senhor no Templo, “recordamos esse dia da luz e a purificação da Virgem Maria. Como Dom Gil disse na homilia, Festa também de Nossa Senhora da Luz, da Candelária, das Candeias. Pedimos, portanto, a luz de Deus para a nossa vida e para nossa caminhada de fé”.
Acesse nosso Facebook e confira as fotos da celebração.
Documento Sinodal e Catálogo Arquidiocesano são lançados com a presença do Núncio Apostólico
Após a celebração da Missa Vocacional na Capela do Seminário Santo Antônio, na noite do último sábado (04), foi realizada uma Sessão Solene no Auditório Mater Ecclesiae, no prédio da Cúria Metropolitana, para o lançamento do Documento Sinodal, que irá orientar os próximos passos da Igreja de Juiz de Fora, no sentido pastoral e administrativo.
Para compor a mesa de honra do ato solene, foram convidados o Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giambattista Diquattro; o Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira; o Bispo Diocesano de São João del-Rei, Dom José Eudes Campos do Nascimento; o Bispo da Eparquia Greco-Melquita Católica do Brasil, Dom George Khoury; o Vigário Geral da Diocese de Valença, Padre José Antônio da Silva; o Vigário Geral, Monsenhor Luiz Carlos de Paula, representando o clero arquidiocesano de Juiz de Fora; o Vice-coordenador Sinodal da Ação Evangelizadora, Padre Vanderlei Santos, C.Ss.R.; e o Coordenador Sinodal da Ação Evangelizadora, Padre Geraldo Dondici Vieira.
O texto conclusivo do II Sínodo da Arquidiocese de Juiz de Fora, celebrado nos últimos três anos, foi brevemente apresentado pelo Padre Dondici, que definiu o Documento Sinodal como o resultado da ação de Deus e da contribuição de muitas pessoas. O sacerdote afirmou que o documento, escrito a várias mãos, tem o Papa Francisco como grande inspiração. A solidariedade, a caridade, a conversão pastoral, a participação e a comunhão nos serviços administrativos são os principais eixos que norteiam o texto.
O período da pandemia foi recordado como o grande desafio enfrentado durante o II Sínodo, iniciado em dezembro de 2019 e encerrado em novembro de 2022. O Arcebispo Metropolitano lembrou que foi necessário adaptar os trabalhos frente ao contexto inesperado e que, com coragem e criatividade, as adversidades foram superadas, sem perder a união e o espírito de sinodalidade. “A grande beleza dos dois Sínodos vivenciados por nós foi conseguir dialogar, unir todas as forças vivas da nossa Arquidiocese: o clero, os diversos movimentos, as associações, as congregações religiosas. Toda a nossa vida foi visitada pelo Sínodo”, afirmou Dom Gil. O Pastor de nossa Igreja Particular mencionou três virtudes necessárias para essa união: humildade, coragem e trabalho.
Na ocasião, também foi apresentada a nova edição do Catálogo Arquidiocesano, um instrumento de unidade e comunhão. A publicação fornece diversas informações sobre as paróquias, as foranias, os padres, os diáconos permanentes, as comunidades religiosas femininas e masculinas, e outros registros pastorais.
Ao final da solenidade, Dom Giambattista recebeu das mãos de Dom Gil duas caixas com as publicações: uma para ele e outra para ser entregue ao Papa Francisco.
Hino oficial da Arquidiocese
De autoria do Padre João Francisco Batista da Silva, o hino oficial da Arquidiocese de Juiz de Fora foi apresentado, pela primeira vez, durante a Sessão Solene. A música foi cantada pelo Coral Benedictus e destaca a missionariedade de nossa Igreja Particular, além de exaltar Maria, Mãe da Igreja, padroeira da Província Eclesiástica, e Santo Antônio, padroeiro arquidiocesano.
A letra e cifra do hino será divulgada nos próximos dias.
Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora, com colaboração de Brenda Melo – Jornal Folha Missionária
Arquidiocese de Juiz de Fora abre oficialmente o Ano Jubilar Mariano, rumo ao Centenário Diocesano
Milhares de fiéis lotaram a Catedral Metropolitana de Juiz de Fora, na tarde do dia 05 de fevereiro, para a Missa Solene que marcou a abertura oficial do Ano Jubilar Mariano, última etapa do triênio preparatório para a celebração do centenário diocesano. Tomado por grande emoção e alegria, o momento histórico também festejou a unidade de nossa Igreja Particular com o Papa Francisco, representado, na ocasião, pelo Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giambattista Diquattro.
Em nome do clero juiz-forano, o Padre Geraldo Dondici Vieira deu as boas-vindas ao representante diplomático do Vaticano no país. Dirigindo-lhe algumas palavras, o sacerdote agradeceu a presença de Dom Giambattista, a qual animou e reforçou a caminhada pastoral da Arquidiocese. “A sua palavra sábia e alegre, seu olhar humilde e corajoso, sem dúvidas, nos lembram o Papa Francisco. Já estamos marcados pela sua presença! Eu gostaria de repetir uma frase que ouvi esses dias: ‘obrigado por ter deixado suas cruzes em segundo lugar e ter abraçado as nossas cruzes’”, disse Padre Dondici ao Núncio Apostólico.
A Eucaristia foi presidida por Dom Giambattista e concelebrada pelo Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, pelo Arcebispo Emérito, Dom Eurico dos Santos Veloso, pelos Bispos da Província Eclesiástica – Dom Edson Oriolo dos Santos, da Diocese de Leopoldina, e Dom José Eudes Campos do Nascimento, da Diocese de São João del-Rei -, pelo Bispo da Eparquia Greco-Melquita Católica do Brasil, Dom George Khoury, e por dezenas de padres do clero juiz-forano. Os diáconos permanentes e seminaristas também participaram da celebração festiva, que contou com tradução simultânea em Libras.
Durante a Missa, Nossa Senhora, Mãe da Igreja, foi oficializada como Padroeira da Província Eclesiástica de Juiz de Fora, com a entronização do Ícone de Maria Santíssima e a leitura do decreto enviado pela Santa Sé. “Nós queremos colocar sob a proteção de Maria, Mãe de Jesus e da Igreja, tudo aquilo que acontece em nossa Província Eclesiástica. Uma Província muito unida, onde os bispos são unidos, o Seminário e o Tribunal Eclesiástico são comuns. Então, nós queremos ter a proteção de Nossa Senhora, cujo título mais bonito é Mãe da Igreja, Mãe da unidade”, afirmou Dom Gil. O quadro Mariano, pintado pelo artista Avimar Menezes, irá percorrer todas as paróquias do território arquidiocesano. A oficialização da Patrona da Província Eclesiástica, composta por Juiz de Fora, Leopoldina e São João del-Rei, se deu pelo Papa Francisco, através do Dicastério para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, no dia 24 de janeiro deste ano.
Outro momento marcante foi a entronização da relíquia da Beata Isabel Cristina, natural de Barbacena e martirizada em Juiz de Fora, que também peregrinará pela Arquidiocese e será instalada na Catedral Metropolitana para veneração. “É providencial que esse ato sagrado da sua beatificação, realizada no dia 10 de dezembro do ano passado, aconteça nesta ocasião jubilar, para que sua devoção se propague entre nós e a torne protetora da nossa Pastoral Universitária e inspiradora de nossa Pastoral Juvenil. Rezemos pela sua canonização e colhamos testemunhos de graças e milagres por sua intercessão, a fim de que se apresse sua canonização”, exortou Dom Gil.
Ao final da Solenidade, o Pastor Arquidiocesano agradeceu a visita do Núncio Apostólico e o convidou para descerrar a placa comemorativa pela data festiva, no interior do templo religioso.
Reconhecimento do município
Algumas autoridades eclesiásticas e civis também prestigiaram a ocasião festiva, entre elas, o Sheikh Hosni Youssef, responsável pela Associação Muçulmana de Juiz de Fora, a prefeita do município, Margarida Salomão (PT), e o presidente da Câmara Municipal, o vereador Zé Márcio Garotinho (PV).
A líder do Poder Executivo de Juiz de Fora fez questão de participar desse momento histórico junto ao representante diplomático permanente da Santa Sé no Brasil. “Estou aqui representando a cidade de Juiz de Fora para dar as boas-vindas ao Núncio Apostólico. A Igreja Católica é uma instituição de muito prestígio e muita presença na nossa população. Então, eu não poderia deixar de estar aqui para reconhecer esse momento e dizer ao Núncio que ele é muito bem-vindo”, afirmou Margarida.
Para o vereador Zé Márcio Garotinho, a Arquidiocese de Juiz de Fora tem muitos motivos para comemorar. “Não só pela abertura do Jubileu, mas também pela entrega do Documento Sinodal; para a cidade e para os católicos, isso é muito importante. A presença do Núncio reforça essa posição.”
Igreja reunida na caminhada de fé
Com bandeiras coloridas, distribuídas de acordo com as 12 foranias, representantes de pastorais, movimentos e grupos da Arquidiocese de Juiz de Fora fizeram uma linda festa para celebrar a abertura do Ano Jubilar Mariano. Reunidos em torno do altar central da Catedral Metropolitana, o povo de Deus compareceu em massa na Missa Solene presidida pelo Núncio Apostólico, demonstrando, com fervor, a fé e a comunhão com toda a Igreja e o Papa Francisco.
Dom Gil Antônio fez questão de expressar sua emoção e satisfação em ver o templo religioso lotado de fiéis. “O calor estava intenso, mas o calor humano, o calor do coração, o calor da fé eram muito mais fortes. Foi uma missa de entusiasmo, de grande participação do povo, com a igreja superlotada e a palavra do Sr. Núncio que foi maravilhosa.”
Muitas paróquias enviaram à Catedral caravanas com um grande grupo de pessoas. Foi o caso da Paróquia Santo Antônio, de Ewbank da Câmara, que marcou presença com cerca de 40 fiéis. “É uma sensação muito emocionante e uma satisfação muito grande pertencer à Forania São Miguel e estar representando a nossa Paróquia Santo Antônio nesta Celebração”, afirmou Maria Nice de Souza.
Representando a Paróquia Santa Rita de Cássia, da Forania Santa Teresinha, a coordenadora da Pastoral da Acolhida, Bianca Nunes Menezes, falou sobre o sentimento em participar da Solenidade. “É um momento único e muito especial para a gente. Estar aqui hoje é um presente de Deus para todos nós.”
A alegria também foi compartilhada por Lúcia Helena Fortunato, da Forania Imaculada Conceição. “É um momento muito importante a presença do Núncio Apostólico e muito bom celebrar na Catedral junto a todas as foranias. Nós viemos em caravana, representando a Paróquia São Sebastião, da Barreira do Triunfo, neste marco histórico para a nossa Arquidiocese. É uma alegria muito grande fazer parte desse momento!”, comemorou a paroquiana.
Para Maria Fátima de Oliveira Reis, Presidente do Conselho Particular São José Operário da Sociedade de São Vicente de Paulo (SSVP), a celebração da caminhada arquidiocesana é motivo de júbilo e gratidão. “Muita alegria em representar o Conselho Central de Lima Duarte. Somos vicentinos e viemos da Paróquia Nossa Senhora das Dores”, contou a paroquiana limaduartina, pertencente à Forania Nossa Senhora das Dores.
O momento de bênçãos e graças foi reconhecido também por Jane Lúcia de Assis, da Paróquia Nossa Senhora da Conceição, de Matias Barbosa, Forania Mãe de Deus. “A nossa representatividade é humilde, mas o coração é sincero, sedento por este dia. Nós não queremos que hoje seja mais um dia. Queremos fazer parte dessa história!”.
Em autêntico espírito sinodal, o Coordenador Arquidiocesano do Terço dos Homens, Paulo Henrique Gomes, demonstrou imensa felicidade em participar da festa que celebrou a união eclesial na Igreja Particular de Juiz de Fora. “Fico grato porque os homens compareceram em massa. É uma emoção muito grande estar à frente da Arquidiocese como coordenador do Terço, ainda mais recebendo o representante do Papa Francisco em nossa cidade.”
“Com Maria, Mãe da Igreja, coração ardente, pés a caminho, rumo ao centenário diocesano”
Após dois anos preparatórios, sendo o primeiro sob a égide de São José e o segundo guiado pelo olhar amoroso do padroeiro arquidiocesano, Santo Antônio, iniciou-se, com esta Celebração Solene, o Ano Mariano Arquidiocesano, que será consagrado à Nossa Senhora, unindo suas atividades àquelas do Ano Vocacional, instituído pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). “Com Maria, Mãe da Igreja, rumo ao centenário diocesano” é o lema que norteia o Ano Jubilar, enquanto “Corações ardentes, pés a caminho” (cf. Lc 24,32-33) é o lema do Ano Vocacional.
“Lançamos hoje quatro peças importantes para a nossa vida comunitária: o hino da Arquidiocese de Juiz de Fora, unindo-se ao hino da nossa Província Eclesiástica, à Maria, Mãe da Igreja, ambos compostos, letra e música, pelo Padre João Francisco Batista da Silva; o lema para o nosso Ano Mariano e Vocacional; e a oração para o referido ano jubilar em duas formas: a breve e a longa”, disse Dom Gil.
Balanço da Visita do Núncio Apostólico
A convite do Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, o Núncio Apostólico, Dom Giambattista Diquattro, visitou a Arquidiocese de Juiz de Fora nos dias 4 e 5 de fevereiro. A Fazenda da Esperança Santo Antônio de Santana Galvão, localizada no município de Guarará (MG), foi o primeiro local a recebê-lo. O embaixador do Vaticano no Brasil conheceu as dependências da comunidade terapêutica, ouviu alguns testemunhos e rezou pelos assistidos.
Dom Giambattista também foi acolhido no Seminário Arquidiocesano Santo Antônio, onde celebrou a Missa Vocacional e instituiu os Ministérios de Leitor e Acólito para dois seminaristas. Ele esteve presente, ainda, no prédio da Cúria Metropolitana, durante Sessão Solene no Auditório Mater Ecclesiae, para o lançamento do Documento Sinodal e apresentação do novo Catálogo da Arquidiocese juiz-forana.
Além de se reunir com os Bispos da Província Eclesiástica de Juiz de Fora, o representante do Santo Padre presidiu a Missa Solene na Catedral Metropolitana, ponto alto de sua visita, marcando a abertura do Ano Jubilar Mariano, rumo aos cem anos de criação da Diocese. Dom Gil revelou que a vinda do Núncio superou suas expectativas e avaliou positivamente sua presença junto à Arquidiocese, definindo como uma grande graça recebida. “A visita do Núncio Apostólico foi uma bênção muito maior e mais bela do que eu esperava. Faço um balanço muito positivo desta visita e do início desse ano, rumo ao centenário, na companhia de Maria e Santo Antônio.”
Dom Gil também destacou o profundo significado dessa visita honrosa para a Igreja Particular de Juiz de Fora. “O Núncio Apostólico é um ícone da unidade da Igreja. Ele representa o Papa. A Igreja só será de Jesus Cristo se ela for unida com todas as demais Igrejas e presidida pelo Papa, que é o sucessor de Pedro. Então, a presença dele é muito importante nessa nossa vocação e no nosso ideal de vivermos unidos, como irmãos, vencendo as diferenças e dificuldades, mas sempre unidos, como Jesus nos quer.”
Para Dom Giambattista, essa união é manifestada pelo corpo de toda a Igreja, pois, para ele, o clero é apenas instrumento nas mãos do Espírito Santo. “O que reaviva a presença, a força e a dinâmica da Igreja é o Espírito Santo. Como servidores, o Papa, o Núncio e os Bispos colaboram na obra do Espírito Santo, que sempre está ativo na Igreja e no coração de todos. Essa é a riqueza e a força para os Bispos, o Papa e os sacerdotes”, afirmou Diquattro.
Ao término de seus compromissos oficiais na Arquidiocese, o embaixador da Santa Sé junto ao governo brasileiro refletiu sobre a experiência vivenciada na cidade. “Não faço um balanço final, mas sim um balanço inicial. Muitas oportunidades vieram com o trabalho pós-sinodal e esse é um momento muito importante de evangelização. A evangelização na Igreja de Juiz de Fora é na mesma linha da evangelização da Igreja universal, no caminho da sinodalidade, da comunhão ativa e participativa, no contexto e na experiência do mundo de hoje. Rezamos para que tudo possa desenvolver-se segundo a providência de Deus, a graça de Deus e a força do povo de Deus em Juiz de Fora. Isso foi visto no diálogo com Dom Gil, com os bispos da Província, com o Seminário e os seminaristas, toda essa realidade que é ser Igreja em consonância com o caminho do Concílio Vaticano II”, declarou Dom Giambattista.
O representante do sucessor de Pedro deixou uma mensagem especial para o povo de Deus e toda a Igreja de Juiz de Fora: “A mensagem é que vivam sempre em comunhão. Esse é um desafio da Igreja desde o começo de sua história. Viver a comunhão significa viver com o Espírito Santo. Viver na discórdia não é viver com o Espírito Santo.”
Clique aqui e confira mais fotos da Missa Solene de domingo (5).
Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora, com colaboração de Brenda Melo (Jornal Folha Missionária)

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