Missa Solene na Catedral marca encerramento do II Sínodo Arquidiocesano
- Detalhes
- Quinta, 17 Novembro 2022 17:32
No próximo domingo, 20 de novembro, a Igreja celebra a Solenidade de Cristo Rei e o encerramento do Ano Litúrgico. Na Arquidiocese de Juiz de Fora, os olhares se voltarão para a Catedral Metropolitana, que sediará, às 15h, a Missa Solene de encerramento do II Sínodo Arquidiocesano.
Na ocasião, o Arcebispo, Dom Gil Antônio Moreira, divulgará uma mensagem de conclusão da caminhada sinodal e fará uma série de nomeações relacionadas ao processo de reestruturação pastoral indicado na segunda fase do Sínodo. Serão indicados os novos vigários forâneos e os nomes dos padres assessores de pastorais, movimentos, grupos e associações de nossa Igreja Particular.
Além disso, os seminaristas Jadai Leandro Alves e Milton César de Assis serão instituídos nos ministérios de Acólito e Leitor. Este é o primeiro passo dos jovens rumo ao sacerdócio, precedendo as ordenações diaconal e presbiteral.
A Celebração Eucarística, que contará com a presença maciça do clero, poderá ser acompanhada ao vivo pelas redes sociais da WebTV “A Voz Católica” e pela Rádio Catedral 102,3 FM.
II Sínodo Arquidiocesano
A iniciativa pastoral teve início litúrgico em 28 de outubro de 2019. Na ocasião, foram apresentados aos fiéis o hino, a oração e a logomarca do II Sínodo, cuja abertura oficial dos trabalhos se deu no dia 7 de dezembro. O lema que regeu todos as atividades sinodais foi “Proclamai o Evangelho pelas ruas e sobre os telhados” (cf. Mt 10,27).
Com a pandemia de Covid-19, o planejamento da Coordenação Ampliada teve que ser ajustado, mas o trabalho não parou: no lugar de encontros presenciais, os missionários sinodais e o clero passaram a se encontrar de forma virtual. Além disso, os impactos do novo coronavírus foram amplamente discutidos na segunda fase do Sínodo, que começou em outubro de 2021.
Através de pesquisas quantitativas e qualitativas realizadas junto às paróquias das 37 cidades que compõem a Arquidiocese, será produzido o Documento Sinodal. O texto, que deve ser publicado em fevereiro de 2023 – no aniversário de 99 anos da Diocese de Juiz de Fora – trará uma análise das conquistas desde a celebração do I Sínodo, encerrado em 2011, e apontará os próximos passos a serem dados pela Igreja Particular juiz-forana.
Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora
Reunião do CPP acontece nesta quinta-feira
- Detalhes
- Quinta, 17 Novembro 2022 16:58
Os coordenadores de pastorais, movimentos, grupos, associações e ministérios da Catedral têm um encontro marcado nesta quinta-feira, 17 de novembro, às 20h. Trata-se da Reunião do Conselho Pastoral Paroquial – CPP.
A programação da reunião conta com momentos de oração e partilha de experiências e de ações. Nesta reunião serão tratados assuntos como programação do final de ano, comunicações com relação ao funcionamento da Catedral durante o mês de janeiro, dentre outros.
Os coordenadores que não estiverem presentes devem justificar a ausência com a coordenadora do CPP, Ana Maria Chevitarese, porém ela destacou que é muito importante a participação de todos e que o padre João Paulo pediu para não mandarem pessoas para substituir os coordenadores.
Legião de Maria realiza novena da Medalha Milagrosa na Catedral
- Detalhes
- Sexta, 11 Novembro 2022 12:01
A Legião de Maria convida a todos para rezarem juntos em honra à Nossa Senhora das Graças. Na próxima sexta-feira, dia 18, começa a novena da Medalha Milagrosa, na missa das 07h, na Catedral.
A novena será realizada sempre nas missas de 07h. Já no dia 26 de novembro (sábado), às 07h, acontecerá uma missa festiva para celebrar o dia de Nossa Senhora das Graças.
Medalha Milagrosa
* Fonte: formacao.cancaonova.com
ORIGEM
Em 27 de novembro de 1830, na Capela das Irmãs da Caridade de São Vicente de Paulo, em Paris, a Virgem Maria apareceu à humilde noviça Catarina Labouré. A Santíssima Virgem surgiu sobre um globo, oferecendo-o a Deus em sinal de súplica, pisando uma serpente e segurando nas mãos um globo menor. Maria disse: “Este globo representa o mundo inteiro e, cada pessoa em particular”. De suas mãos saiam raios brilhantes de luz, formando um quadro oval, que continham as seguintes palavras: Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós . No reverso do quadro havia um M sobre uma cruz e por baixo os corações de Jesus e de Maria.
Nossa Senhora pediu à noviça que mandasse cunhar uma medalha igual ao modelo apresentado, fazendo-lhe a seguinte promessa: As pessoas que a usarem com fé e confiança receberão graças especiais. E assim foi cunhada, em Paris, esta medalha, que logo se espalhou pelo mundo inteiro, operando graças tão numerosas e extraordinárias, que os fiéis passaram espontaneamente a chamá-la medalha milagrosa.
A MEDALHA MILAGROSA
A Virgem Maria aparece esmagando a serpente, gesto que simboliza a vitória sobre o mal, pois Ela é nossa medianeira. Os raios são as graças que Ela deseja conceder aos seus devotos. E as 12 estrelas são as 12 tribos de Israel. O coração cercado de espinhos significa o Coração Sagrado de Jesus. O M significa Maria. Já o coração transpassado por uma espada significa o Coração Imaculado de Maria. O travessão e a cruz significam o calvário, realizado a cada Santa Missa.
PRÁTICAS
Usar a medalha com confiança e devoção. Beijá-la de manhã e à noite dizendo : Ó Maria concebida sem pecado, rogai por nós que recorremos a vós.
CONVERSÃO DE UM JUDEU
Em 1842, na igreja de Santo André delle Fratte, em Roma, Itália, aconteceu a conversão do judeu Afonso Ratisbone. Este foi visitar um grande amigo na capital italiana, o Barão Teodoro de Bussiere, que era católico. Depois de uma longa conversa, este entregou uma medalha a Afonso, pedindo-lhe que a usasse. Ele não recusou. Seu amigo a entregou rogando a Virgem por sua conversão.
No dia 20 de janeiro de 1842, Afonso foi passear com seu amigo Teodoro, que o convidou para ir até a igreja de Santo André delle Fratte visitar um amigo padre. Afonso não o acompanhou, permaneceu no interior da igreja o esperando. No entanto, ele sentiu uma força interior que o fez começar a andar pela igreja quando uma capela lhe chamou a atenção por sua luminosidade. Então, ele viu a Santíssima Virgem que, de pé, apareceu-lhe sobre o altar viva, grande, majestosa como está representada na medalha milagrosa. Ele ajoelhou-se ao ter a visão, e depois de alguns minutos, Ela colocou suas mãos entre as deles, quando ele pôde perceber sua misericórdia e perdão.
Quando o amigo retornou o encontrou de joelhos com suas mãos apoiadas na capela, mergulhada em lágrimas. Afonso pediu que o levasse a um confessor e lhe contou tudo como aconteceu. E assim que foi batizado entrou para a ordem dos jesuítas. Dedicando o restante de sua vida a rezar pelos judeus, morrendo santamente.
A MILÍCIA DA IMACULADA
São Maximiliano Maria Kolbe escolheu a medalha milagrosa como distintivo e a chamava de grande instrumento de conversão. Insistia para que as pessoas a colocassem no pescoço ou a tivessem por perto, de forma que grandes e muitas conversões ocorriam.
Veja mais:
- Comunidade Exaltai inicia projeto Noite Carismática “Vem como está” na Catedral
- Encontro Arquidiocesano reúne agentes da Pascom
- Agenda Arquidiocesana 2023 já pode ser adquirida na Tesouraria da Cúria
- Vigário e Diácono da Catedral celebram aniversário natalício
- Missa recorda fiéis defuntos
- “Vai, e faze tu o mesmo” (Lc 10,37): lema bíblico inspira Campanha do Dízimo 2022
- Dia de Finados é celebrado na Catedral
- II Seminário de Bens Culturais aborda “captação de recursos para reforma, conservação e restauro”
- Evento da Pascom Arquidiocesana tem inscrições prorrogadas
- Padroeira do Brasil é celebrada na Catedral