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Leia maisCampanha da Fraternidade Ecumênica 2016 oferece subsídios para crianças, jovens e adultos
Diferentes subsídios foram produzidos pela comissão organizadora da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016. O manual da CFE 2016 está organizado por temáticas. Além da oração, hino, apresentação e texto-base, são oferecidos 11 encontros, com abordagens específicas de acordo com cada público.
As Edições CNBB publicaram os subsídios da Campanha da Fraternidade, sendo roteiros para Círculos Bíblicos, Encontros Catequéticos para crianças e adolescentes, Encontros para jovens do Ensino Fundamental I e II, Ensino Médio, Encontros para Famílias e Via-Sacra Ecumênicas, além de Vigílias e celebração da misericórdia.
Para adquirir acesse o site: www.edicoescnbb.com.br ou pelo televendas: (61) 2193.3019.
Reflexão
A Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016 terá início na Quarta-feira de Cinzas, 10 de fevereiro, e prosseguirá até o Domingo de Ramos, 20 de março. A reflexão central da CEF traz como tema “Casa comum, nossa responsabilidade” e o lema “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5.24).
Este ano, a Campanha da Fraternidade é realizada pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em parceria com o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic). A proposta está em sintonia com a Encíclica do papa Francisco, “Laudato Si, visando debater com a sociedade questões do saneamento básico a fim de garantir desenvolvimento, saúde integral e qualidade de vida aos cidadãos.
Lançamento
A CFE 2016 será oficialmente lançada no dia 10 de fevereiro, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília. Haverá transmissão, ao vivo, pelas emissoras de inspiração católica e pela Rede Católica de Rádio (RCR).
A Comissão Executiva da CF 2015, também, disponibiliza materiais para serem baixados, com objetivo de auxiliar na formação sobre a Campanha nas dioceses e paróquias. Confira aqui.
Fonte: CNBB
Comunicação deve expressar misericórdia, pede Papa
Em mensagem para o 50° Dia Mundial das Comunicações Sociais, Papa destaca que aquilo que dizemos e o modo como o dizemos deveria expressar a compaixão, a ternura e o perdão de Deus
O Vaticano divulgou nesta sexta-feira, 22, a mensagem do Papa Francisco para o 50° Dia Mundial das Comunicações Sociais, com o tema “Comunicação e Misericórdia: um encontro fecundo”.
Ao refletir sobre a relação entre comunicação e misericórdia, Francisco destaca o cuidado que é preciso ter com o que se diz e o modo como se diz. Ele explica que as palavras e gestos devem expressar a compaixão, a ternura e o perdão de Deus para todos.
“O amor, por sua natureza, é comunicação: leva a abrir-se, não se isolando. E, se o nosso coração e os nossos gestos forem animados pela caridade, pelo amor divino, a nossa comunicação será portadora da força de Deus.”
O Papa afirma que as palavras podem construir pontes entre as pessoas, as famílias, os grupos sociais e os povos, tanto no ambiente físico como no digital.
Na mensagem, Francisco convida todas as pessoas de boa vontade, a redescobrirem o poder que a misericórdia tem de curar as relações dilaceradas e restaurar a paz e a harmonia entre as famílias e comunidades.
O Santo Padre citou Shakespeare, ao dizer que a misericórdia é capaz de implementar um novo modo de falar e dialogar: “A misericórdia não é uma obrigação. Desce do céu como o refrigério da chuva sobre a terra. É uma dupla bênção: abençoa quem a dá e quem a recebe” (O mercador de Veneza, Acto IV, Cena I).
Linguagem da política e da diplomacia
A linguagem da política e da diplomacia também foi lembrada pelo Papa. Ele pede àqueles que têm responsabilidades institucionais, políticas e de formação da opinião pública, que estejam vigilantes sobre o modo como se exprimem a respeito de quem pensa ou age de forma diferente e ainda de quem possa ter errado.
Comunicar a verdade com amor
Francisco explica que é dever principal do cristão afirmar a verdade com amor e que palavras e gestos duros ou moralistas podem alienar ainda mais aqueles que queríamos levar à conversão.
“Podemos e devemos julgar situações de pecado – violência, corrupção, exploração, etc. –, mas não podemos julgar as pessoas, porque só Deus pode ler profundamente no coração delas. É nosso dever admoestar quem erra, denunciando a maldade e a injustiça de certos comportamentos, a fim de libertar as vítimas e levantar quem caiu.”
Saber escutar
Para comunicar com misericórdia, o Papa afirma que é fundamental escutar. Ele reconhece que não é uma atitude fácil e que as vezes é mais cômodo fingir-se de surdo, mas destaca que saber escutar é uma graça, um dom que é preciso implorar e depois exercitar-se a praticá-lo.
Redes Sociais
Ao falar sobre as redes sociais o Pontífice deixou claro que elas também podem ser formas de comunicação plenamente humanas. “Não é a tecnologia que determina se a comunicação é autêntica ou não, mas o coração do homem e a sua capacidade de fazer bom uso dos meios ao seu dispor.”
Ele chamou atenção para o uso das redes que tanto são capazes de favorecer as relações e promover o bem da sociedade, como podem também levar a uma maior polarização e divisão entre as pessoas e os grupos.
Por fim o Papa destaca que o encontro entre a comunicação e a misericórdia é fecundo na medida em que gerar uma proximidade que cuida, conforta, cura, acompanha e faz festa.
“Num mundo dividido, fragmentado, polarizado, comunicar com misericórdia significa contribuir para a boa, livre e solidária proximidade entre os filhos de Deus e irmãos em humanidade.”
Fonte: Canção Nova
No Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, Comissão Para o Serviço da Caridade, Justiça e Paz divulga nota
Texto é dirigido às pessoas que se empenham em eliminar o trabalho escravo
Hoje, 28 de janeiro, Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, a Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou, uma nota. O texto, que é assinado pelo bispo de Ipameri (GO) e presidente da Comissão, dom Guilherme Werlang, se dirige a todas as pessoas e instituições que se empenham em eliminar o trabalho escravo, assim como ajuda a encorajá-las a continuar lutando para a sua completa erradicação.
“A exploração do ser humano no trabalho escravo é uma das piores violações aos direitos da pessoa humana, à sua dignidade, especialmente por negar-lhe o direito de trabalhar em condições que lhe sejam condizentes e de receber um salário justo. O trabalho é dimensão constitutiva do ser humano e não oportunidade para violar os seus direitos”, diz um trecho da nota.
Confira abaixo, a nota, na íntegra:
DIA NACIONAL DE COMBATE AO TRABALHO ESCRAVO
1. A Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB se dirige, neste 28 de janeiro - Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo - a todas as pessoas e instituições que se empenham em eliminar este crime, para encorajá-las a continuar lutando até sua completa erradicação.
2. O dia 28 de janeiro é celebrado no Brasil como o dia “D” do combate ao trabalho escravo. A data lembra o assassinato de três auditores fiscais do trabalho e de seu motorista, ocorrido em 28 de janeiro de 2004, durante a fiscalização de grandes fazendas da região de Unaí (MG).
3. De 1995 até hoje mais de 50 mil pessoas já foram resgatadas do trabalho escravo pela fiscalização federal. O Brasil, como poucos outros países, tem uma definição legal, clara e atual do que é o trabalho em condição análoga à de escravo. Este se caracteriza pela imposição de jornada exaustiva, ou pela submissão a condições degradantes, ou pela prática da servidão por dívidas ou do trabalho forçado. A comunidade internacional, precisamente a OIT, reconhece e parabeniza o avanço da legislação brasileira neste campo.
4. Nos dias de hoje, ao continuar tratando a pessoa do trabalhador como se coisa fosse a pretexto de auferir mais lucro na sua exploração, a escravidão assume formas diversas, inclusive diferentes da antiga escravidão. Nossa economia deve se prezar acima de tudo pelo valor da dignidade humana, o que implica, entre outras coisas, em abolir a prática do trabalho escravo nas várias atividades onde já foi flagrada nos últimos 20 anos: na pecuária, nas lavouras, no desmatamento, na construção civil, na confecção, nas carvoarias, nos serviços hoteleiros, nos barcos ou nos serviços domésticos.
5. Os trabalhadores e as trabalhadoras em situação de migração são as principais vítimas do trabalho escravo. Entre estes, os estrangeiros, imigrantes em nosso país, são os que estão ainda mais expostos à exploração, devido à sua específica situação de vulnerabilidade e por necessitarem com urgência prover o próprio sustento e o da família. Evidencia-se, pois, a importância de tratar os imigrantes e refugiados com respeito e oferecer-lhes condições dignas de trabalho. O mesmo vale para todos os migrantes.
6. A exploração do ser humano no trabalho escravo é uma das piores violações aos direitos da pessoa humana, à sua dignidade, especialmente por negar-lhe o direito de trabalhar em condições que lhe sejam condizentes e de receber um salário justo. O trabalho é dimensão constitutiva do ser humano e não oportunidade para violar os seus direitos.
7. Lembramos o compromisso do Estado brasileiro, firmado em diplomas nacionais e internacionais, de continuar adotando medidas que inibam a prática do trabalho escravo, tanto na área Legislativa, como no executivo e no Judiciário. Nenhum retrocesso será justificável nem pode ser tolerado. Igualmente, reitera-se o apelo para que se esmere na proteção e defesa dos que lutam pelo fim do trabalho escravo, sejam funcionários públicos, sejam membros da sociedade civil. Também é preciso redobrar a atenção e buscar a adoção de políticas públicas que garantam a inserção decente das pessoas libertadas do trabalho escravo bem como daquelas em situação de risco.
8. Fazemos nossas as palavras do Papa Francisco por ocasião do Dia Mundial da Paz: “lanço um veemente apelo a todos os homens e mulheres de boa vontade e a quantos, mesmo nos mais altos níveis das instituições, são testemunhas, de perto ou de longe, do flagelo da escravidão contemporânea, para que não se tornem cúmplices deste mal, não afastem o olhar à vista dos sofrimentos de seus irmãos e irmãs em humanidade, privados de liberdade e dignidade, mas tenham a coragem de tocar a carne sofredora de Cristo, o Qual Se torna visível através dos rostos inumeráveis daqueles a quem Ele mesmo chama os «meus irmãos mais pequeninos» (Mt 25, 40.45)”.
Que a Mãe Aparecida seja sempre nossa companheira de caminhada e nos ajude a construir um mundo de irmãos e irmãs, livre de todas as formas de escravidão e exclusão.
Fraternalmente,
Dom Guilherme Werlang
Bispo de Ipameri - GO
Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o serviço da Caridade, da Justiça e da Paz
Fonte: CNBB
CNBB sugere atividades nas dioceses durante a JMJ 2016

Jovens do mundo inteiro já se preparam para a Jornada Mundial da Juventude 2016, que será na Polônia no mês de julho. Do Brasil, mais de 10 mil jovens já se inscreveram para esse que é o maior evento da juventude mundial.
A última edição da JMJ foi realizada no Rio de Janeiro e chegou a reunir 4 milhões de pessoas em Copacabana na Missa de Envio, o último momento da Jornada. Para este ano, a participação da juventude brasileira fica mais difícil tendo em vista a distância do país-sede, a Polônia, mas isso não é um impedimento para participar do espírito da Jornada.
Acesse .: Todas as notícias sobre a JMJ 2016
O presidente da Comissão Episcopal para a Juventude, Dom Vilson Basso, diz que a CNBB está sugerindo que todas as dioceses do país a promovam atividades durante a JMJ para aqueles jovens que não puderem ir à Polônia.
“Que promova na catedral, que promova na praça da cidade, que promova nas paróquias, atividades durante a Jornada Mundial criando esse espírito de comunhão com o Papa, com a juventude que pode ir para lá, mas mantendo aceso o espírito da JMJ aqui do Rio de Janeiro, porque foi uma benção para toda a Igreja no Brasil”.
A JMJ 2013
Como frutos da última Jornada, Dom Vilson cita a maior participação da juventude nas atividades da Igreja, com o surgimento de mais grupos de jovens e de experiências missionárias dentro e fora das dioceses. “A gente sente que a preparação para a Jornada, a passagem da Cruz da Jornada Mundial da Juventude, as palavras do Papa Francisco plantaram sementes que produzirão frutos por muitos anos”.
E para manter acesso esse espírito missionário, o bispo recordou o projeto “Rota 300”, lançado por ocasião dos 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida no rio Paraíba do Sul, que serão comemorados em 2017. Aproveitando a iniciativa, a CNBB deu um caráter juvenil ao projeto, como forma de impulsionar o espírito missionário dos jovens para dar continuidade aos frutos da JMJ 2013, no Rio de Janeiro.
Como funciona o Rota 300
No Rota 300, a imagem peregrina da Mãe Aparecida percorre o Brasil, sendo carregada pelos jovens. O grande evento conclusivo será a Semana Missionária, realizada em julho de 2017, nas dioceses por onde passa o rio Paraíba do Sul. Dom Vilson já adianta o convite para que os jovens participem do evento.
“Um grande evento missionário aqui na região de Aparecida, com a Mãe Aparecida, no espírito do que foi a JMJ e fazendo com que a juventude de fato seja, como dizem os documentos da Igreja, como dizem as diretrizes, é que uma Igreja sem jovens é uma Igreja sem presente e sem futuro. Nós queremos uma Igreja católica com presente, com futuro, com a força, a energia, a esperança e a alegria da juventude”.
Fonte: Canção Nova Notícias

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