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07-05-2026 Hits:124 Notícias
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Encontro de Casais da Catedral Metropoli…
A Catedral Metropolitana de Juiz de Fora promoverá, nos dias 18, 19 e 20 de setembro, o Encontro de Casais com o tema: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor”...
07-05-2026 Hits:77 Notícias
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Entre os dias 17 e 23 de novembro, a Arquidiocese de Juiz de Fora promoverá o III Congresso Eucarístico, oferecendo aos fiéis uma oportunidade de aprofundar a vivência da fé...
28-10-2024 Hits:2623 Notícias
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Encontro Arquidiocesano da Pascom é prom…
Estão abertas as inscrições para Encontro Arquidiocesano da Pastoral da Comunicação (Pascom) 2024, que será realizado no dia 30 de novembro, das 8h às 18h, no prédio da Cúria Metropolitana...
23-10-2024 Hits:1999 Notícias
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Celebração na Catedral Metropolitana mar…
O Arcebispo de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, celebrou um marco significativo em sua trajetória de dedicação e serviço à Igreja: 25 anos de Ordenação Episcopal. O ápice...
22-10-2024 Hits:2153 Notícias
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Café & Debate, promovido pela Paulus…
Em meio ao Centenário Diocesano, “História da Arquidiocese de Juiz de Fora e da Catedral Metropolitana” será o tema da próxima edição de Café & Debate, promovido pela Paulus Livraria...
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Assembleia da Osib do Regional Leste 2 reúne padres e seminaristas em Patos de Minas
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Leia maisProximidade do Papa aos católicos do Oriente Médio
“Estou com vocês…”. Com os habitantes de Gaza, com os deslocados, com aqueles que fugiram das bombas, com as mães que choram seus filhos mortos, com a...
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Dom Jaime Spengler é anunciado entre os 21 novos Cardeais a serem criados pelo Papa Francisco
O Papa Francisco anunciou neste domingo, 6 de outubro, a criação de 21 novos cardeais num Consistório a ser celebrado no dia 8 de dezembro, Solenidade...
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Papa faz novo apelo sobre a situação do Líbano
Para o Papa Francisco, uma escalada “inaceitável” vem ocorrendo há dias no Líbano, onde ondas de ataques israelenses contra o Hezbollah já causaram ma...
Leia maisLiturgias do Tríduo e Via-Sacra, a Páscoa essencial do Papa
Tudo será mais sóbrio e essencial. O Departamento de Celebrações Litúrgicas do Sumo Pontífice teve que organizar rapidamente as celebrações papais que Francisco está prestes a presidir sem a presença dos fiéis, numa Basílica de São Pedro semivazia. No entanto, nesta Páscoa muitos olharão para o Papa graças aos meios de comunicação. De fato, o Papa quer estar próximo a muitas pessoas impossibilitadas de irem à missa e participar das liturgias desse Tríduo Pascal em tempos de pandemia e isolamento forçado. O crucifixo de São Marcelo e o ícone da Salus Populi Romani que acompanharam a oração de 27 de março, e a missa do Domingo de Ramos, estarão sempre presentes.
Na Quinta-feira Santa, o Papa não presidirá a missa do Crisma com os sacerdotes da Diocese de Roma: a celebração será realizada após o término da crise. A missa na Ceia do Senhor, que recorda a instituição da Eucaristia, será celebrada às 18h (hora italiana), 13h no horário de Brasília, no Altar da Cátedra, sem o rito tradicional do Lava-pés e não se concluirá com a reposição do Santíssimo no final da celebração.
Haverá dois momentos na Sexta-feira Santa. O primeiro é a Liturgia da Paixão e da Adoração da Cruz, às 18h locais (13h no horário de Brasília), na Basílica de São Pedro. O crucifixo de São Marcelo será coberto. Haverá uma meditação do pregador da Casa Pontifícia, frei Raniero Cantalamessa, e depois o crucifixo será descoberto. Haverá adoração, mas não o beijo na cruz.
Na noite da Sexta-feira Santa, às 21h (16h de Brasília), haverá a Via-Sacra na Praça São Pedro, com as estações ao longo da colunata, ao redor do obelisco e ao longo do percurso que leva ao adro. Dois grupos levarão a cruz. Haverá dois detentos do cárcere “Due Palazzi” de Pádua (as meditações foram escritas por alguns deles) e alguns médicos e enfermeiros do FAS (Fundo de Assistência Médica Vaticana). Médicos e enfermeiros estão na vanguarda do serviço aos doentes afetados pela pandemia.
Durante a Vigília do Sábado Santo, às 21h (16h de Brasília), não serão celebrados batismos. A cerimônia inicial com a Bênção do Fogo será realizada atrás do altar da Confissão. Não haverá luzes para os presentes e o canto das três invocações “Lumen Christi” ocorrerá somente quando as luzes forem acesas na Basílica durante a procissão ao altar da Cátedra. Os sinos da Basílica de São Pedro tocarão no momento do Glória, anunciando a ressurreição.
A mesma sobriedade também caracterizará a Missa do Domingo de Páscoa, que o Papa celebrará às 11h locais (6h de Brasília) no Altar da Cátedra. O Evangelho será proclamado em grego e latim. No final da missa, Francisco irá à sacristia para tirar as vestimentas, depois retornará à Basílica diante do altar da Confissão para proferir a mensagem Urbi et Orbi e dar a bênção pascal.
Fonte: Site do Vatican News
Bispos do Brasil rezam a Nossa Senhora de Guadalupe pelo fim da pandemia do Coronavírus
Acolhendo convocação do Conselho Episcopal Latino-americano (Celam), os bispos do Brasil, em comunhão com bispos de toda a América Latina, rezaram no último domingo, às 14h, suplicando a intercessão de Nossa Senhora de Guadalupe, para que a humanidade supere a Covid-19.
O arcebispo Dom Walmor Oliveira de Azevedo, que é presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), uniu-se ao episcopado latino-americano que dedicou preces à Santíssima Virgem de Guadalupe – a Padroeira do continente Latino-americano.
A oração foi transmitida pontualmente às 14h pelas redes sociais da CNBB. A seguir, o vídeo com as preces dos bispos brasileiros.
Fonte: Site da Arquidiocese de Belo Horizonte
Papa na mensagem de Páscoa: deixar-se contagiar pela esperança de Cristo
Um contágio diferente, o contágio da esperança: foi a mensagem do Papa Francisco neste domingo de Páscoa. O Pontífice presidiu a missa na Basílica Vaticana, na sobriedade que tem caracterizado as celebrações da Semana Santa. No lugar dos fiéis e das flores que enfeitam a Praça São Pedro neste dia, esteve a oração de milhões de pessoas conectadas através dos meios de comunicação. Devido à pandemia, o Santo Padre renunciou ao rito do “Resurrexit” durante a celebração, que recorda o estupor de Pedro ao ver o sepulcro vazio.
Contágio da esperança
Tradicionalmente, o Papa não pronuncia a homilia no domingo de Páscoa e transmite a sua mensagem ao conceder a bênção “Urbi et Orbi” (à cidade de Roma e ao mundo). Do altar da confissão, o texto de Francisco começou com o anúncio que ecoou em todos os cantos da Terra: “Jesus Cristo ressuscitou; ressuscitou verdadeiramente!”.
“Nesta noite, ressoou a voz da Igreja: ‘Cristo, minha esperança, ressuscitou!’. É um ‘contágio’ diferente, que se transmite de coração a coração, porque todo o coração humano aguarda esta Boa Nova. É o contágio da esperança.”
Não se trata de uma fórmula mágica, explicou, que faz desaparecer os problemas, mas é a vitória do amor sobre a raiz do mal, que transforma o mal em bem: “marca exclusiva do poder de Deus”.
As chagas da humanidade
O Ressuscitado é o Crucificado. No seu corpo glorioso estão indeléveis as feridas que se tornaram frestas de esperança. O Papa então citou as feridas abertas hoje na humanidade, começando pelo contagiados com o coronavírus, de modo especial os doentes, os que morreram e os familiares. “Para muitos, é uma Páscoa de solidão, vivida entre lutos e tantos incômodos que a pandemia está causando, desde os sofrimentos físicos até aos problemas econômicos.”
Esta epidemia não nos privou apenas dos afetos, afirmou Francisco, mas também da possibilidade de recorrer pessoalmente à consolação que brota dos Sacramentos, especialmente da Eucaristia e da Reconciliação. “Mas o Senhor não nos deixa sós!”, disse.
O Papa mais uma vez agradeceu aos médicos e enfermeiros, e a todos os profissionais que garantem os serviços essenciais necessários à convivência civil.
Redução de sanções e cancelamento da dívida
O seu pensamento se dirigiu também a quem está preocupado com o futuro e com a falta de emprego, encorajando os políticos a trabalharem em prol do bem comum. “Este não é tempo para a indiferença, porque o mundo inteiro está sofrendo e deve sentir-se unido ao enfrentar a pandemia”, disse ainda o Pontífice, pedindo que não faltem os bens de primeira necessidade aos que vivem nas periferias, aos refugiados e aos desabrigados.
A propósito, pediu a redução das sanções internacionais que impedem a alguns países de proporcionar apoio adequado aos seus cidadãos e inclusive o cancelamento da dívida que pesa sobre os orçamentos dos mais pobres. “Este não é tempo para egoísmos, pois o desafio que enfrentamos nos une a todos e não faz distinção de pessoas.”
Fim das guerras e conflitos
Olhando para as regiões que neste momento mais sofrem, o Papa falou da Europa, uma das mais afetadas pelo coronavírus. O continente se recuperou depois da II Guerra Mundial graças à solidariedade, e que seja este o sentimento que prevaleça agora, e o não o ressurgimento de antigas rivalidades.
Francisco voltou a pedir a adesão ao apelo a um cessar-fogo global e imediato de todos os conflitos e repetiu a exortação feita na vigília pascal: “Este não é tempo para continuar a fabricar e comercializar armas, gastando somas enormes que deveriam ser usadas para cuidar das pessoas e salvar vidas.”
O Pontífice mencionou as guerras ainda em andamento na Síria, no Iêmen, no Iraque, bem como no Líbano. Falou também de Israel e da Palestina, da Ucrânia, da crise dos refugiados na Líbia e na fronteira entre a Grécia (“não quero esquecer a ilha de Lesbos”) e a Turquia e de países da Ásia e dos ataques terroristas na África, em especial da crise humanitária que a região de Cabo Delgado, no norte de Moçambique, está sofrendo. Na América Latina, citou a Venezuela, exortando a soluções concretas e imediatas.
Antes de conceder a bênção “Urbi et Orbi”, o Papa Francisco concluiu com mais um convite à coragem, a olhar além, para que a humanidade dissipe as trevas que pairam sobre si: “Palavras como indiferença, egoísmo, divisão, esquecimento não são as que queremos ouvir neste tempo. Mais, queremos bani-las de todos os tempos! Essas palavras prevalecem quando em nós vencem o medo e a morte, isto é, quando não deixamos o Senhor Jesus vencer no nosso coração e na nossa vida. Ele, que já derrotou a morte abrindo-nos a senda da salvação eterna, dissipe as trevas da nossa pobre humanidade e introduza-nos no seu dia glorioso, que não conhece ocaso.”
Fonte: Site do Vatican News
Padres cantores lançam clipe de famosa música católica brasileira
Uma das mais famosas músicas católicas brasileiras, lançada em 1975, e que continua tocando fundo no coração de milhões de pessoas até hoje – “Um certo Galileu” –, do Padre Zezinho, ganhou um clipe especial. O cântico de amor a Jesus foi recentemente gravado pelos padres cantores da CNBB, em gesto de união e solidariedade em tempos de pandemia.
Padre Ezequiel Dal Pozzo, da diocese de Caxias do Sul, disse que o objetivo da iniciativa é mostrar que todos estão no mesmo caminho. “Os padres que trabalham com a música não são melhores e nem piores que os outros padres, eles trabalham com a música dentro da missão de todos que é a de levar alento às pessoas, evangelizá-las, inspirá-las à solidariedade e conduzi-las ao seguimento de Jesus que é o mestre da vida”, disse.
Ele explica que o clipe não é profissional, de alta qualidade, mas mostra o simbolismo em tempos de dificuldades para toda a humanidade. “Juntos queremos mostrar a unidade, a comunhão, que estamos todos no mesmo barco e querendo inspirar as pessoas para que mantenham o olhar também em Jesus, que foi o Mestre da Vida, e que só fez o bem e que nunca teve outro interesse, senão, fazer o bem às pessoas, amar às pessoas, cuidar da saúde das pessoas”, disse.
Segundo padre Ezequiel, a música de composição do padre Zezinho traduz o Mestre que todos querem anunciar sempre. “O Jesus que passou fazendo o bem, que se preocupava com pessoas humanas concretas, que amou e porque amou também enfrentou a cruz e morreu na cruz. E ressuscitou porque Deus deu a resposta de amor exatamente através da ressurreição e vendo que a vida não termina na morte”, comentou.
“Nós queremos incentivar as pessoas a manterem o equilíbrio da mente, manterem a esperança viva, percebendo que as adversidades são momentos de repensarmos a vida e também reencontrarmos caminhos de construção humana e fraterna que mostrem a evolução necessária que a humanidade precisa ter para ser mais feliz”, disse padre Ezequiel.
“O ser humano apresenta muitas preocupações, eu acho que nesse tempo também de pandemia é um tempo para tirar resultado disso, para nos tornarmos mais humanos, mais evoluídos, mais solidários e consequentemente mais felizes,porque o ser humano quer ser mais feliz e Deus quer que sejamos mais felizes”, comentou.
O clipe já está na internet, nas redes sociais dos padres. Em poucas horas, padre Ezequiel disse que em suas redes sociais já havia mais de 10 mil compartilhamentos. “O vídeo vai correr, a ideia é atingir o maior número de pessoas. As pessoas estão gostando muito, não pela técnica, pela qualidade, mas por aquilo que ele simboliza de unidade de todos os padres nesse momento tão difícil e, ao mesmo tempo, onde as pessoas precisam de tanta inspiração e de tanta força”, finalizou.
Assista o clipe na íntegra:
Fonte: Site da CNBB

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