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III Congresso Eucarístico Arquidiocesano - Novembro de 2024

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Terceiro domingo da Páscoa: “O reconheceram ao partir o pão”

DSCN0798-300x225O Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, celebrou neste domingo (26), a Missa dominical na Catedral de Santo Antônio. Presencialmente, a Missa foi concelebrada por 5 padres da Arquidiocese. Além deles, diáconos serviram ao altar, seminaristas e 7 fiéis também estiveram presentes participando da Santa Eucaristia. A Missa foi transmitida ao vivo pela Web Tv A Voz Católica, Rádio Catedral e compartilhada nas redes sociais da Arquidiocese.

Durante a homilia, Dom Gil falou sobre o Terceiro domingo Pascoal, das limitações impostas pela pandemia do Covid-19 e sobre o Sínodo Arquidiocesano.

“Eles o reconheceram ao partir o pão” (LC 24,31)

Refletindo sobre a passagem dos discípulos de Emaus, o Pastor falou dos pilares da fé cristão: a escuta, o pão e a partilha. “A identidade dos Cristãos é a Eucaristia. Ela envolve a escutada da palavra e recepção do alimento sagrado, o Corpo e o Sangue do Senhor, misticamente presentes no pão e no vinho Consagrados.”

Dom Gil também abordou a mística do Evangelho que retrata o encontro de Jesus e os discípulos de Emaus, nos fazendo pensar sobre os nossos encontros com o Senhor à luz do Evangelho. “Os discípulos de Emaus, que embora experimentassem o calor da Palavra de Jesus no coração, quando ele falava pelo caminho, só tiveram verdadeira experiência de encontro com Ele, a certeza de sua presença ao partir do Pão.” Ainda sobre a Eucaristia, o Arcebispo destacou a força da partilha do pão, simbolizando em toda a Igreja a memória de Jesus, que se faz presente nas Consagrações. “De fato, o maior de todos os milagres de Cristo é a Eucaristia, pois é perene e não cessa. Se os demais Ele os fez uma única vez, na Eucaristia ele o faz sempre, todos os dias, todos os momentos em nossos altares, em nossas reuniões eucarísticas, uma vez que mandou os apóstolos o celebrarem continuamente, em sua memória: “todas as vezes que fizerdes isso, fazei-o em minha memória” (Lc 22,19)”

Sobre a Pandemia do Covid-19 , o Pastor rezou e agradeceu aos que trabalham na linha de frente no combate ao vírus e todas as pastorais e movimentos que têm trabalhado incansavelmente na ajuda aos menos favorecidos, neste momento tão difícil. Dom Gil lembrou com carinho dos fiéis que estão sentindo a necessidade de estar na Igreja rezando, agradecendo a Deus e comungando da sagrada Palavra e Eucaristia. “Contudo, vejo como maravilhoso o apelo sentido dos fiéis católicos, pedindo, quase suplicando, a reabertura, nem que seja parcial das igrejas, para poderem se aproximar do pão dos anjos, o pão da vida, o pão dos céus, o Corpo do Senhor. É encantadora esta saudade, é santo este desejo. São como os discípulos de Emaus que não se contentam com a Palavra, mesmo quando elas aquecem o coração, mas querem sentar-se à mesa, ao sentir o desconforto da noite que cai sobre nós. Fica conosco, Senhor, pois já é tarde e a noite cai” (Lc 24, 29)

Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora

Pintura interna da Catedral Metropolitana é finalizada

pintura internaA Catedral Metropolitana de Juiz de Fora já passou por várias modificações e reformas até chegar ao estado atual. A última obra - de recuperação da pintura interna e do projeto original interno que nunca fora completado - foi encerrada aos 18 de março, às vésperas do dia de São José.

O projeto de restauro foi iniciado em 2016 por iniciativa do Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, e entregue aos cuidados dos artistas Marcos Machado Monteiro, Marco Tulio Fernando Nogueira, Sirlene Trindade, que embelezaram o ambiente interno da Catedral pela nova pintura e transformaram paredes em painéis de arte sacra.

A obra demorou alguns anos a mais do que o previsto por causa de danos causados por vazamentos de água. Foram necessários consertos no telhado e algumas restaurações. Ao todo, a parte interna da pintura da igreja-mãe durou cerca de três anos e meio.

Para custear a obra foram necessários muitos esforços. “Através do dízimo, doações, (a realização) da cantina Santo Antônio, de rifas, promoções... Nós sempre prestando contas, mostrando como estava ficando e as pessoas foram se entusiasmando”, contou Monsenhor Luiz Carlos de Paula, que acompanhou todo o processo, antes enquanto pároco da Catedral e agora como vigário paroquial.

Padre José Anchieta, administador paroquial, em entrevista, agradeceu a todos que colaboraram com o dízimo, donativos e serviço. “Tudo isso colaborou para que pudéssemos oferecer para toda a Igreja da nossa Arquidiocese um espaço agradável de oração e contemplação”, afirmou o sacerdote.

Por causa da pandemia não é possível ainda que os fiéis contemplem o trabalho; a intenção do Arcebispo Metropolitano era inaugurar a obra de restauro
na Quinta-feira Santa. No entanto, Padre Anchieta lembra a todos que somos Igreja viva. “Mesmo ela estando fechada neste período de isolamento social, nós sabemos que cada um leva pra dentro de si a imagem de Deus e, pelo batismo, somos marcados como sendo uma Igreja viva. Nós não podemos estar dentro da Catedral, que está toda pronta, mas a Igreja que é povo, que é a família de Deus, está unida e louva a Deus”.

Em entrevista à Web TV A Voz Católica, Dom Gil expressou sua satisfação com o resultado. “A reforma ficou maravilhosa. Ela nunca esteve desta forma. O projeto inicial do ornamento interno nunca havia sido terminado. Nossa Catedral, hoje, é um canto de louvor.”

Quando do término da pintura, no dia 18 de março, foi celebrada, e transmitida pela Web TV A Voz Católica, a Santa Missa. Na ocasião, Padre Antônio
Camilo de Paiva, presidente da celebração, e demais celebrantes renderam graças a Deus por essa conquista.

Você pode conferir como ficou pintura da Catedral nas imagens, ou ainda nas transmissões das missas pela Web TV A Voz Católica.

pinturaPequeno Histórico

Com a emancipação do município de Juiz de Fora, em 31 de maio de 1850, a capela em frente à Estrada Geral (hoje, Avenida Barão do Rio Branco) foi
transformada em igreja matriz da primeira paróquia de Juiz de Fora e batizada em homenagem ao padroeiro da cidade, Santo Antônio, e ficou sendo a única paróquia até 1900.

Na década de 40, Dom Justino lançou a ideia de reformar a Catedral, adotando um projeto arquitetônico em estilo gótico. Sem conseguir os recursos
necessários para a “Catedral Gótica”, foram construídas a cúpula e as varandas em frente ao relógio, além do aumento das laterais, preservando as antigas torres. As obras iniciaram em 1950 e a igreja foi reinaugurada em 1966.

Fonte: Folha Missionária - abril 2020, com colaboração da Web Tv A Voz Católica

Comitê da Cidadania lança informativo on-line nesta quarta-feira (29)

Comitê-de-CidadaniaO Comitê de Cidadania, pertencente à Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de Juiz de Fora, lança a 40ª edição do seu Informativo Semestral nesta quarta, dia 29 de abril. O lançamento acontece às 10h, porém, devido a pandemia do novo coronavírus, o folhetim será on-line.

Em ano eleitoral, os conteúdos trazem esclarecimentos sobre o trabalho dos vereadores da cidade, a importância do legislativo, comparativos dos gastos da Câmara Municipal, dentre outros. Esta será uma edição comemorativa dos 20 anos de trabalho do Comitê.

Acompanhe o lançamento no Facebook do Comitê.

O Comitê de Cidadania/CAJP-JF

Seu objetivo inicial e permanente é acompanhar as sessões da Câmara Municipal de Juiz de Fora e estimular a participação dos jovens e da sociedade civil nos trabalhos do Legislativo, buscando sua revalorização e a melhor atuação dos vereadores. Desenvolve também ações de cidadania junto às escolas de Ensino Médio e grupos sociais, levando seus informativos, e promove debates pela Ética na Política no período de campanha eleitoral.

Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora

Catedral celebra São José Operário

IMG-20200428-WA0002Nesta sexta-feira, 1º de maio, feriado do trabalhador e dia de São José Operário, o Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, presidirá ao meio-dia a Celebração Eucarística em honra ao pai adotivo de Jesus na Catedral Metropolitana. A Missa será transmitida pela WebTV “A Voz Católica” no Facebook e no Youtube e pela Rádio Catedral FM 102,3.

Dia de São José Operário

Informações site a12.com

No primeiro dia de maio, mês que é dedicado a Santa Mãe de Deus, celebramos São José, como operário. Pio XII desejoso de oferecer aos trabalhadores um padroeiro que fosse modelo, no ano de 1955 instituiu a Festa de São José Operário. Nas oficinas de sua labuta diária, José de mãos calejadas, direcionava seus pensamentos para a casa de uma Jovem da cidade de Nazaré, e Maria em suas pelejas de menina moça, sonhava com um homem que merecesse partilhar seu amor e seu coração.

Não é por acaso que a Igreja Católica escolheu São José como padroeiro dos trabalhadores, com isto, quis tão somente ressaltar a nobreza do trabalho daqueles que todos os dias, saem de suas casas com o afã de buscar o sustento para os seus. A devoção a São José no Brasil é forte. Há, no Brasil, muitos santuários e paróquias dedicados a este santo que está entranhado na vida do povo.

José é expressão do povo israelita que se tornara escravo no Egito, essa gente era esforçada, por isso, é liberto por Deus daquela situação por serem tratados como máquinas, como animais e não gente que executa um trabalho digno do homem, que é feito à imagem de Deus que também trabalha. Temos José como modelo de operário, e não só pelo fato de passar seu tempo em uma carpintaria de homem pobre. Sua carpintaria não era organizada, mas o interior de José tinha organização, conhecia a Deus. Não tinha noção de economia, mas algo me diz que tinha noção de partilha, de igualdade, de fraternidade, por isso, talvez hoje fosse um bom sindicalista.

Ao pensar no santo operário, é ocasião de pensar nos trabalhadores e trabalhadoras que saem todos os dias, não só para buscar sustento, mas para colaborar para que este país se torne a cada dia mais bonito. Tempo de orar por aqueles que saem pra semear, mas que nem sempre tem o direito de colher e saborear os frutos de seu trabalho laborioso.

No Gênesis vemos que Deus trabalhou, criou muitas maravilhas; água, plantas, flores, animais, luz, e tudo de belo que conhecemos. No sétimo dia descansou. Jesus cristo também se fez operário, em Nazaré na oficina de São José, foi aprendendo a arte do trabalho. Percebemos que o trabalho faz parte da dignidade do homem.

Ao fazer São José patrono dos trabalhadores, a Igreja mostrar que está ao lado dos que muitas vezes são tratados com injustiça, que não tem seus direitos respeitados, dos que ganham um salário de miséria que não lhes favorece vida digna.

A Igreja defende os trabalhadores de forma veemente, em seus ensinamentos, assegura que o trabalho é fundamento sobre o qual é edificada a vida familiar, que é direito do homem e da mulher por vocação. Neste sentido, o Estado, as empresas e sindicatos tem o dever de lutar por políticas públicas para assegurar tudo o que é de direito dos operários e famílias em vista de vida digna. “Eu vim para que todos tenham vida a tenham em abundância”, isto é, que tenham vida digna, que vivam bem, que tenham direito ao salário pelo suor derramado, e que tenha o direito de sair para o trabalho e voltar pra casa com segurança. Não permita que o trabalhador e a trabalhadora sejam escravizados por empresas armadas até os dentes pela ambição de ter mais e mais. A Igreja nos ensina que o trabalho exagerado, que oprime, que escraviza, impede e reduz o tempo que deve ser dedicado ao convívio familiar. Abomina tudo o que não favorece ao trabalho digno, ao descanso e que ferem os direitos dos trabalhadores.

Todos têm direitos que se baseiam na natureza humana e na dignidade de humanos que são: “a justa remuneração, direito ao repouso, trabalho em ambiente que não lese a sua saúde e a integridade moral, respeito à sua consciência, auxílios aos desempregados e suas famílias, direito a aposentadoria e pensão nos casos de doença, direito a auxílios e benefícios sociais no caso da maternidade, direito de reunião e associação.”

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