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III Congresso Eucarístico Arquidiocesano - Novembro de 2024

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Em tempos de igrejas sem missas presenciais, bispos falam sobre importância da contribuição do dízimo

dizimoNo atual cenário da pandemia mundial do novo coronavírus, a CNBB tem recebido diversos questionamentos sobre a necessidade de se recolher o dízimo. Para esclarecer as dúvidas, o portal da Conferência conversou com dom Murilo Krieger, atual administrador apostólico da arquidiocese de Salvador (BA).

Dom Murilo foi um dos responsáveis pelo documento da CNBB intitulado “O Dízimo na Comunidade de Fé: orientações e propostas”. O texto afirma que o princípio da doação, na perspectiva eclesial, é intrinsecamente ligado à vida cristã, é “compromisso de fé”. Para além disso, o documento anuncia que o dízimo tem quatro dimensões: religiosa, eclesial, missionária e caritativa.

Quando questionado se os católicos devem ou não oferecer o dízimo em tempos de igrejas sem missas presenciais, dom Murilo enfatizou que o fiel deve fazer questão de participar responsavelmente da vida de sua paróquia, oferecendo o dízimo como expressão de sua fé.

“A partir do momento que o fiel tem a consciência de que a oferta é uma colaboração para com a manutenção da Igreja, na perspectiva de que tudo o que tem recebeu de Deus e a Ele oferece uma parte do fruto de seu trabalho, e sabendo que sua paróquia tem compromissos com os funcionários, com o pagamento da energia elétrica, água, telefone, com a ajuda aos necessitados etc., o fiel faz questão de participar responsavelmente da vida de sua paróquia e oferece o dízimo como expressão de sua fé”, salientou.

“Sem muito esforço ele descobre que, se está passando por dificuldades, há outras pessoas que passam por problemas muito maiores”, disse dom Murilo.

Na entrevista, dom Murilo falou sobre o comprometimento do caixa das paróquias e dioceses, neste período. De acordo com ele, os párocos passarão por grandes dificuldades a partir de agora, mas também as dioceses, que se mantém com uma percentagem do que as paróquias recebem. “Como as paróquias têm suas receitas diminuídas, também a diocese receberá menos. Os desafios de paróquias e dioceses não são pequenos nem fáceis de serem superados, pois a vida continua e a comunidade precisará, mais do que nunca, da devida assistência”, garantiu.

Já sobre o significado e o valor da contribuição de cada um com o dízimo, especialmente neste período de quarentena e quaresma, dom Murilo recordou a preocupação que todos devem ter para com os necessitados. Segundo ele, a caridade deve ser organizada, sistematizada, para se atingir os mais necessitados, e atingi-los de maneira eficaz. “Parte do dízimo é direcionada para os necessitados da comunidade. Portanto, oferecendo o Dízimo, o fiel cumpre também seu papel social”, finalizou.

Consultado sobre o assunto, o secretário-geral da CNBB e bispo auxiliar do Rio de Janeiro, dom Joel Portella Amado, explica que o dízimo não deve ser visto como um “pagamento” e sim um “recolhimento”. “A comunidade de fé não pode ser vista como um local onde se paga a contrapartida por um produto recebido. Esse princípio se aplica, por exemplo, às lojas. Nunca a uma comunidade, pois as comunidades se assemelham às famílias. Não às lojas. Um irmão, mesmo distante, será sempre um irmão com quem devemos nos preocupar. Um freguês poderá até ser objeto de preocupação do dono da loja, mas não porque ali está uma pessoa e sim pelo fato do que aquela pessoa pode dar, no caso, o pagamento”, conclui.

Fonte: Site da CNBB

“Deus está reinventando o mundo, resignificando relações e modos de proceder”, diz Dom Gil durante Missa de Ramos

24“Estamos fechados em nossas casas, mas não estamos, na verdade, isolados uns dos outros”, disse o Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, durante a homilia da Missa de Ramos, realizada na manhã desse domingo (5), na Catedral Metropolitana. “Fico pensando que em certo sentido estamos muito mais juntos agora, mais conectados. O mundo inteiro está rezando muito mais; nunca o papa, os bispos, os padres estiveram tão presentes em nossas casas, como agora. A Palavra de Deus está chegando intensamente em nossos lares e no coração da maioria”, completou o Pastor, dirigindo-se aos fiéis que acompanhavam a celebração pela internet.

Durante sua reflexão, entoada para uma igreja quase vazia, por conta da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), o Arcebispo ainda ressaltou o trabalho da Pastoral da Comunicação, que tem permitido que as celebrações sejam acompanhadas, de casa, pelos fiéis. Dom Gil também relacionou o atual momento com o episódio recordado no Domingo de Ramos, em que Jesus entra em Jerusalém aclamado pelos judeus. “Tudo o que está acontecendo me parece nova entrada de Jesus nas ‘Jerusaléns’ das nossas vidas, de nossos lares, das nossas cidades, nossas nações, nosso mundo. Há um movimento re-iniciador, re-criador, e é preciso tomar em nossas mãos os ramos da alegria, estender ao chão os mantos do respeito, da reverência, da adoração a Cristo que vem chegando montado em seu jumentinho de simplicidade, de humildade, de concórdia e de misericórdia para, outra vez, nos ensinar a viver.”

Durante entrevista, o Arcebispo de Juiz de Fora confessou um sentimento diferente ao presidir a Santa Missa. “Foi uma emoção celebrar desta forma nova, com a igreja vazia, mas, ao mesmo tempo, cheia de fiéis nas suas casas, nas Igrejas domésticas. Tenho a impressão de que Nosso Senhor está, agora, nos mostrando um novo caminho de evangelização, uma utilização muito mais intensa dos meios de comunicação para que a Sua palavra, de fato, chegue a todos ‘pelas ruas e sobre os telhados’ (cf. Mt 10,27)”.

O Administrador da Catedral, Padre José de Anchieta Moura Lima, e os Vigários Paroquiais, Mons. Luiz Carlos de Carlos e os padres Danilo Celso de Castro e Luiz Carlos Vitório, concelebraram com Dom Gil. Também participaram os diáconos Antônio Valentino da Silva Neto e Waldeci Rodrigues da Silva.

Coleta da Solidariedade

O Domingo de Ramos é marcado, em todo o Brasil, pela Coleta da Solidariedade, por meio da qual os fiéis demonstram seu comprometimento com a evangelização e promoção da dignidade dos pobres e oprimidos. Por conta da ausência do povo nas celebrações, o gesto concreto será realizado em outra data, ainda a ser definida.

“Nós vamos marcar um outro dia para fazer essa coleta, e você vai guardar um pouco daquilo que tem para dar para aqueles que não têm. Se você não pode fazer o seu gesto concreto, dando o seu dinheiro, você pode dar o seu coração”, concluiu Dom Gil, destacando gestos de solidariedade que marcam o momento da pandemia, como o auxílio de jovens aos mais velhos no uso da internet.

Clique aqui e confira, na íntegra, a transmissão da Missa de Ramos.

Você pode ver mais fotos da Celebração na página da Catedral no Facebook.

Fonte: site da Arquidiocese Juiz de Fora

Viver a Semana Santa em tempo de pandemia

DSC 0163Chegou o momento de celebrarmos, deste jeito tão diferente, tão novo, a nossa Semana mais importante do ano. O sentimento mais forte deste momento é a nossa comunhão de irmãos em Jesus, Nosso Senhor, distantes fisicamente, mas plenamente unidos espiritualmente por este dom de Deus que são os meios de comunicação: a internet que nos possibilita nos encontrarmos para celebrar a fé que nos une, o amor que nos irmana. De fato, quem nos une agora é Deus.

Estamos todos envoltos em dois sentimentos nestas últimas três semanas: os sofrimentos e as preocupações com a pandemia do novo coronavírus que nos ameaça e pode nos levar desta vida ou levar nossos parentes ou amigos; os sacrifícios de isolamento social, a impossibilidade de trabalhar e o incômodo de não saber até quando esta situação vai perdurar e, ainda, como será nosso sustento depois de tudo disso. Há os que já se perguntam: depois da pandemia sanitária, como enfrentaremos a pandemia econômica?

O segundo sentimento é, contudo, de gratidão a Deus por ver tantas coisas bonitas que o mundo está experimentando nesta situação inusitada e quase misteriosa. Estamos fechados em nossas casas, mas não estamos, na verdade, isolados uns dos outros, pois nos comunicamos por sentimentos de amizade, de fraternidade, de solidariedade, de fé. Fico pensando que, em certo sentido, estamos muito mais juntos agora, mais conectados. O mundo inteiro está rezando muito mais. Nunca o papa, os bispos, os padres estiveram tão presentes em nossas casas, como agora. A Palavra de Deus está chegando intensamente em nossos lares e no coração da maioria.

Li, numa destas mensagens que, se o Demônio teria plano de fechar igrejas, está perdendo feio o jogo, pois a Igreja vem se multiplicando a cada hora que passa com novas visualizações. Diante desta situação tão inesperada e diferente de tudo o que poderíamos imaginar antes da passagem do ano, há três meses, tenho convicção de que Deus está no comando e tem um plano muito especial com tudo isso. Mas é preciso estarmos abertos a Ele.

Eis aí a mensagem central da Liturgia de Ramos que celebramos no último domingo, abrindo a Semana Santa que já estamos vivendo. Somos convidados a estar abertos para acolher, festivamente, entusiasticamente, Jesus que vem para iniciar, de novo, o Seu reinado. Tudo o que está acontecendo me parece nova entrada de Jesus nas Jerusaléns das nossas vidas, de nossos lares, das nossas cidades, nossas nações, do mundo. Há no ar um movimento reiniciador, recriador, e é preciso tomar em nossas mãos os ramos da alegria e da esperança; estender, outra vez, ao chão, os mantos do respeito, da reverência, da adoração a Cristo que vem chegando montado em seu “jumentinho” de simplicidade, de humildade, de concórdia e de misericórdia para, outra vez, nos ensinar a viver.

Nesta experiência de pandemia, de incertezas do dia de amanhã, de até quando ficaremos dentro de nossas casas, somos impelidos a abrir-nos a Ele, e deixar que Seu reino se estabeleça novamente. A capital de Seu reino não será mais Jerusalém, mas o coração de cada pessoa que O ame, de cada família que O abrace.

Observemos que, para Jesus e para seus seguidores, após a entrada solene em Jerusalém, houve um tempo de terríveis provações, mas, a seguir, veio a nova vida que brotou da morte. No correr do tempo, houve o sacrifício da cruz, da lança que abriu o peito do Senhor. Porém, houve também momentos de lava-pés, de instituição da Eucaristia e do sacerdócio cristão, e também da santificação de Dimas, o Bom Ladrão, e da impossibilidade de diálogo com Gester, o mal ladrão, que se fechou em sua irracionalidade.

Mas, o silêncio passará. Chegará a noite de Páscoa e a manhã da ressureição. Na Arquidiocese de Juiz de Fora, dentro do espírito sinodal, preparemo-nos para irmos vivendo, intensamente, esta Semana Santa tão especial, em tempos de pandemia e de isolamento físico, mas não espiritual. É dentro deste ambiente totalmente novo que Deus está nos possibilitando celebrar os santos mistérios da paixão, morte e ressurreição do Seu Divino Filho este ano. Unidos em nosso lema pastoral, “Arquidiocese de Juiz de Fora, uma Igreja sempre em missão”, e o lema bíblico “Proclamai o evangelho pelas ruas e sobre os telhados” (Cf. Mt 10,27), sigamos os passos que Deus nos proporcionou para esta feita.

Desejo-lhe uma abençoadíssima Semana Santa. Que Deus cubra você de suas melhores graças para viver santamente este tempo privilegiado. Nossa Senhora, Mãe do Salvador, a nova Eva, que, ao contrário da primeira que caiu nas trevas do pecado, é puríssima, cheia de graça; Maria, nova Mãe da humanidade redimida pelo Divino Filho, nosso Salvador; Ela nos abençoe imensamente, pois seu Filho veio para nos salvar. Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!


Dom Gil Antônio Moreira
Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora

Última Ceia, Crucificação de Jesus e Vigília marcam Tríduo Pascal, auge da Semana Santa

Tríduo-Pascal-1O Tríduo Pascal, que começa na noite de quinta-feira (9), é o ponto alto da Semana Santa. Na Missa deste dia faz-se memória da Última Ceia de Jesus com os seus discípulos, durante a qual se revive a Instituição da Eucaristia e do Sacerdócio Ministerial. Na celebração ocorre ainda a cerimônia do Lava-Pés, gesto que não será realizado em 2020 por conta da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

Ao final, acontece a chamada Procissão do Translado do Santíssimo Sacramento do altar-mor da igreja para uma capela, o que também não acontecerá este ano. A orientação do Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, é que o Santíssimo seja conservado no Sacrário. Outra mudança na Quinta-feira Santa é a não realização da tradicional Missa dos Santos Óleos, que acontece tradicionalmente pela manhã, na Catedral Metropolitana, e reúne todos os padres da Arquidiocese. A celebração, na qual os presbíteros renovam seu compromisso como sacerdotes, será realizada em outra data, ainda a ser marcada.

A Sexta-Feira Santa, celebrada neste ano no dia 10 de abril, recorda a Paixão e Morte de Cristo. Para os católicos, este dia é marcado pelo silêncio, pelo jejum e pela oração, mas não há missas. Às 15h, é celebrada a principal cerimônia do dia, uma ação litúrgica constituída de quatro partes: leitura da Paixão, Oração Universal, Adoração da Santa Cruz e distribuição da Comunhão Eucarística. Este ano deverá ser omitido o tradicional “beijo na Cruz” e incluída, nas orações, a pedido do Papa Francisco, uma prece pelos que padecem a pandemia da Covid-19. À noite, as tradicionais encenações não acontecerão, dando lugar ao Sermão do Descendimento e à Procissão do Enterro.

O Sábado Santo, por sua vez, tem como principal celebração a Vigília Pascal. Com essa cerimônia, a Igreja mantém-se à espera da Ressurreição de Cristo. Neste dia, a Missa é iniciada com a bênção do “Fogo Novo”, com o qual é aceso o Círio Pascal. Na liturgia, Cristo é a luz que veio limpar o mundo do pecado, da desesperança e do ódio. Há ainda a Proclamação da Páscoa, a Renovação das Promessas Batismais e, por fim, a Eucaristia.

A indicação do Arcebispo de Juiz de Fora é que, durante o Tríduo Pascal, o tecido roxo que orna a cruz ou crucifixo nas casas seja substituído pelo vermelho, que permanecerá até antes da Vigília Pascal, quando deverá dar lugar a um pano branco.

Confira a programação de transmissões de quinta-feira (9) a sábado (11) na Catedral Metropolitana:

Dia 9 de abril – Quinta-feira Santa
19h30 – Missa da Ceia do Senhor presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira

Dia 10 de abril – Sexta-feira da Paixão
13h30 – Sermão das Sete Palavras, feito pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira
15h – Ação Litúrgica presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira

Dia 11 de abril – Sábado Santo
19h – Vigília Pascal presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira

*Transmissões:
Facebook: A Voz Católica
YouTube: A Voz Católica
Rádio Catedral 102,3 FM

Fonte: site da Arquidiocese Juiz de Fora

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