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III Congresso Eucarístico Arquidiocesano - Novembro de 2024

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Papa: “os pecados não desfiguram nossa identidade aos olhos de Deus”

prisao-corredor-celas- -foto-Carles-Rabada-via-UnsplashA pena de morte alimenta um sentimento de vingança que se transforma num veneno perigoso para o corpo das nossas sociedades civis. É o que escreve o Papa Francisco no prefácio do livro “Um cristão no corredor da morte: Meu compromisso ao lado dos condenados”, escrito por Dale Recinella.

O autor é um ex-advogado de 72 anos que acompanha espiritualmente os condenados à morte em algumas penitenciárias da Flórida, nos Estados Unidos, desde 1998. Em seu livro, Recinella narra a experiência que nasceu do encontro com Jesus.

Francisco destaca que a experiência com Cristo leva à mudança de vida. “Jesus é capaz de revolucionar nossos projetos, aspirações e perspectivas. Conhecê-lo significa encher nossa existência de significado, porque o Senhor nos oferece a alegria que não passa. Porque é a própria alegria de Deus”, expressa.

Voltando-se para a missão de Recinella, o Papa a descreve como “muito difícil, arriscada e árdua de realizar”, uma vez que lida diretamente com o mal em diversas dimensões: o mal causado às vítimas, que não pode ser reparado; o mal que vive o condenado, sabendo que está destinado à morte; o mal que, com a prática da pena de morte, é instaurado na sociedade.


Contra a pena de morte

Neste contexto, o Pontífice reafirma a posição da Igreja, contrária à execução de condenados. “Como já reiterei várias vezes, a pena de morte não é de forma alguma a solução para a violência que pode afetar pessoas inocentes”, escreve.

O Santo Padre salienta que os Estados deveriam se preocupar em permitir aos prisioneiros a oportunidade de mudarem realmente de vida. Ao invés disso, observa, têm investido dinheiro e recursos na sua execução, “como se fossem seres humanos que já não são dignos de viver e que devem ser eliminados”.

O próprio Jubileu que se aproxima, indica Francisco, deveria comprometer todos os fiéis a pedir, em uma só voz, a abolição da pena de morte. Ele recorda ainda o Catecismo da Igreja Católica, que aponta que esta prática “é inadmissível porque atenta contra a inviolabilidade e a dignidade da pessoa” (CIC 2267).

Testemunho da misericórdia de Deus

Diante disso, o Papa reconhece a ação de Recinella, junto à contribuição de sua esposa Susan, como “um grande presente para a Igreja e para a sociedade dos Estados Unidos, onde Dale vive e trabalha” e “um testemunho vivo e apaixonado da escola da misericórdia infinita de Deus”.

O Pontífice reflete que a misericórdia de Deus, inclusive, pode escandalizar. O próprio irmão Dale, registra, tem que enfrentar críticas, reclamações e rejeição por causa de seu compromisso espiritual ao lado dos condenados. Contudo, “mesmo o mais repugnante dos nossos pecados não desfigura a nossa identidade aos olhos de Deus: permanecemos seus filhos, amados por Ele, guardados por Ele e considerados preciosos”, manifesta o Santo Padre.

Fonte: Site da Canção Nova

CNBB e Eleições Municipais: quatro pontos que explicam a atuação da conferência no processo eleitoral

CNBBEleicoes4pontosQuais as orientações da CNBB para o período eleitoral? Padres podem se candidatar? E um candidato pode pedir votos dentro da Igreja? Essas perguntas surgem com frequência em época de eleições no Brasil. Para ajudar as pessoas a entenderem a atuação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e das Igrejas Particulares nesse contexto, a Assessoria de Relações Institucionais e Governamentais da CNBB preparou um documento com respostas a esses questionamentos.

O assessor de Relações Institucionais e Governamentais da CNBB, frei Jorge Luiz Soares da Silva, explica que o documento foi formulado a partir das perguntas que chegam à Conferência sobre a visão que a Igreja tem da política, suas expectativas e qual o nível de participação, de engajamento da Igreja nesse processo eleitoral. Outra dúvida apresentada com frequência à Conferência Episcopal é sobre a possibilidade de padres e bispos atuarem diretamente na política, seja na promoção de algum candidato, seja na própria candidatura, disputando alguma vaga em algum dos cargos públicos.

“Nós procuramos responder, exatamente dentro daquilo que é a orientação da Igreja, o ensinamento da Igreja, sobretudo a partir da encíclica Fratelli Tutti, e com base naquilo que é a Doutrina Social da Igreja, apontando a política como um meio necessário para a construção de uma sociedade mais justa, mais igualitária, e também respondendo exatamente à forma como a Igreja atua, não no campo de promoção direta e imediata de algum candidato, mas exatamente procurando apresentar os pilares, aquilo que é uma reflexão sadia a respeito da política para que possa ajudar aos eleitores na escolha dos seus candidatos, justamente levando em consideração aquilo que são os valores que a Igreja defende através da Doutrina Social da Igreja e, mais recentemente, da encíclica do Papa Fratelli Tutti”, contou.

O documento está estruturado em quatro pontos. O primeiro apresenta as recomendações sobre a atuação de padres e bispos no contexto eleitoral, e recorda as orientações gerais oferecidas pela CNBB em anos eleitorais “sobre o que se deveria levar em consideração no momento do voto nos que exercerão as funções de legisladores e governantes”.

Essa orientação, lê-se no documento, é feita a partir da Doutrina Social da Igreja, que apresenta para isso princípios como justiça social, solidariedade, defesa da vida desde a sua concepção até a morte natural, cuidado com os mais vulneráveis, a defesa da Ecologia Integral e a promoção do bem comum.

Os outros pontos abordam a candidatura de padres e bispos, o debate político dentro das Igrejas Católicas e o pedido de votos nas celebrações e sobre o apoio de padres e bispos a candidatos.

Boa política

O documento também apresenta as definições dos princípios da boa política, de acordo com a carta encíclica “Fratelli Tutti”, do Papa Francisco.

São os princípios: serviço ao Bem Comum; respeito pela Dignidade Humana; promoção da Justiça Social; combate à corrupção; cuidado com a Criação; diálogo e inclusão; e paz e reconciliação.

Baixe o arquivo completo aqui.

Fonte: Site da CNBB

Campanha Solidária visa arrecadar leite e biscoitos para crianças do Instituto Padre João Emílio

Campanha-InstitutoO Instituto Padre João Emílio está promovendo uma campanha solidária para arrecadar leite e biscoitos para o café da manhã dos 210 atendidos pela obra. A iniciativa visa ajudar no atendimento das crianças já que o local conta com a ajuda da população para se manter.

Diariamente o instituto disponibiliza alimentação adequada e balanceada, com café da manhã, almoço e café da tarde para as crianças atendidas. São gastos cerca de 10 litros de leite e 10 pacotes de biscoito todos os dias.

Os interessados em ajudar podem entrar em contato pelo (32) 3031-7532 ou (32) 99992-8746, ou ainda entregar pessoalmente as doações na sede, na Avenida Rio Branco, 3.890, no Alto dos Passos, de 8h às 16h.

Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora

Em vídeo com intenções de oração para setembro, Santo Padre convida a ouvir “a dor das vítimas de catástrofes ambientais”

Video-do-Papa-setembro-2024-Pelo-grito-da-TerraA intenção de oração do Papa Francisco para setembro é pelo grito da Terra, que “tem febre e está doente, como qualquer doente”. É um forte apelo para “fazer frente às crises ambientais provocadas pelo homem” e enquadra-se no chamado Tempo da Criação, época do ano em que a Igreja tradicionalmente se mobiliza para refletir sobre o cuidado da casa comum.

Na sua vídeo-mensagem, que a Rede Mundial de Oração do Papa realizou este mês com o apoio do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, Francisco pregunta-se se “ouvimos” o grito da Terra, a dor de “milhões de vítimas de catástrofes ambientais”, e pede à humanidade “respostas não só ecológicas, mas também sociais, económicas e políticas”.

Veja o vídeo na íntegra aqui: https://youtu.be/BCQxQMMXBqI

O homem e a criação

Furacões, incêndios, maremotos, secas, degelo dos glaciares: o grito da Terra, narrado em O Vídeo do Papa de setembro, ouve-se cada vez mais. As imagens que acompanham as palavras do Papa Francisco mostram os efeitos da crise climática nos seres humanos: pessoas que fogem das catástrofes ambientais, aumento da emigração devido aos efeitos do clima e crianças obrigadas a viajar dezenas de quilómetros à procura de um pouco de água. “Os que mais sofrem com as consequências destes desastres – denuncia Francisco – são os pobres, os que são obrigados a abandonar as suas casas devido a inundações, vagas de calor ou secas”.

As preocupações do Papa são confirmadas por estudos fidedignos: segundo o Fórum Económico Mundial, os países com rendimentos menores produzem um décimo das emissões, mas são os mais afetados pelas alterações climáticas. Estima-se que, até 2050, as alterações climáticas descontroladas obrigarão mais de 200 milhões de pessoas a migrar dentro dos seus próprios países, empurrando ao mesmo tempo 130 milhões de pessoas para a pobreza.

“A luta contra a pobreza” e “a proteção da natureza” são, para Francisco, dois caminhos paralelos, que devem ser seguidos da mesma forma: “alterando os nossos hábitos pessoais e os da nossa comunidade”. O homem, vítima da crise ambiental, pode, por isso, ser também o arquiteto da mudança, e as imagens de O Vídeo do Papa demonstram-no: da gestão dos resíduos à mobilidade, passando pela agricultura e pela própria política, há muito que fazer e tudo depende de nós. Porque o destino do homem e o destino da criação – como reiterou o Papa Francisco no seu Pontificado, primeiro com a encíclica Laudato si’ (2015) e depois com a exortação apostólica Laudate Deum (2023) – não podem ser separados.

Espera e age com a Criação

Estas reflexões estão também em sintonia com a mensagem do Papa para o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação 2024, cujo tema deste ano é uma reflexão teológica inspirada na Carta aos Romanos: “Espera e age com a criação”. “A salvaguarda da criação não é apenas uma questão ética, mas é eminentemente teológica: na realidade, diz respeito ao entrelaçamento entre o mistério do homem e o mistério de Deus”, reflete o Papa na sua mensagem e acrescenta: “Nesta história, não está em jogo apenas a vida terrena do homem, está sobretudo em jogo o seu destino na eternidade”.

O Tempo da Criação – uma iniciativa do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral que promove a celebração da vida e a proteção da criação de Deus – terá início no próximo dia 1 de setembro e terminará no dia 4 de outubro, festa de São Francisco de Assis, padroeiro da ecologia.

Foi precisamente o Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral que colaborou no Vídeo do Papa deste mês. O seu Prefeito, o Cardeal Michael Czerny, diz: “A criação geme. O seu sofrimento é causado pelo homem, originalmente guardião e agora dominador, que ‘arrogantemente coloca a Terra numa condição desonrosa, isto é, privada da graça de Deus’. Contudo, na sua Mensagem para o Dia Mundial de Oração pelo Cuidado da Criação, o Santo Padre convida-nos, como cristãos, a esperar e a agir com a Criação, o que poderíamos traduzir como viver na Fé. Trata-se de escutar o Espírito Santo, que é amor, não só para com o próximo, mas também para com a Criação, que é obra de Deus e, por isso, está interligada com o homem. Só libertando a Terra da condição de escravidão a que a submetemos, seremos também livres, antecipando a alegria da salvação em Cristo.”

Escutar o grito da criação

O Padre Frédéric Fornos S.J., Diretor Internacional da Rede Mundial de Oracção do Papa, reflete: “A Terra grita. Juntamente com o grito da terra, ouvimos também o grito das vítimas das calamidades ambientais e das alterações climáticas, cujo impacto afeta de forma mais aguda e direta os países com menos recursos. Não viremos a cabeça, não sejamos indiferentes. Não viremos a cabeça, não sejamos indiferentes. Dêmos nomes e rostos às calamidades e aos dramas vividos em muitos países, recordando estes dois últimos anos: os imensos incêndios florestais no Canadá, que devastaram milhões de hectares e obrigaram milhares de pessoas a deixar as suas casas; os incêndios devastadores na Austrália, que mataram milhões de animais e destruíram habitats naturais; as inundações catastróficas no Paquistão, que submergiram um terço do país, provocando centenas de mortos e milhões de pessoas deslocadas; as inundações repentinas na Alemanha e na Bélgica, que ceifaram vidas e destruíram infraestruturas; a seca severa na Amazónia, ameaçando a biodiversidade única desta região; as ondas de calor extremo na Índia, que causaram centenas de mortes e condições de vida insustentáveis ​​para milhões de pessoas; os furacões devastadores nos Estados Unidos e nas Caraíbas, causando destruição maciça e perdas humanas. A Terra grita.

A pandemia, como um comboio de alta velocidade obrigado a parar por um momento no meio do campo, poderia ter sido um momento para ouvir, para verificar se sabemos para onde vamos, para reorientar a nossa sociedade, a nossa vida, antes que seja tarde demais, para proteger a nossa casa comum… mas tantos interesses nos cegam. O Papa Francisco convida-nos a rezar, porque só a oração pode despertar os nossos corações anestesiados.”

Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora, com informações de Rede Mundial de Oração do Papa

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