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III Congresso Eucarístico Arquidiocesano - Novembro de 2024

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Carta do Papa aos esposos: Jesus está presente no barco do matrimônio

Recem-casados-na-Audiencia-Geral-na-Sala-Pauklo-VI-Vatican-MediaNo domingo, 26 de dezembro, Festa da Sagrada Família de Nazaré, o Santo Padre enviou uma Carta a todas as famílias do mundo por ocasião do “Ano da Família Amoris Laetitia”, que teve início no dia 19 de março 2021.

Naquela data a Igreja celebrava cinco anos da publicação da Exortação Apostólica “Amoris Laetitia”, sobre a beleza e a alegria do amor familiar. Naquele mesmo dia, o Papa Francisco inaugurou o “Ano da Família”, que se concluirá em 26 de junho de 2022, por ocasião do X Encontro Mundial das Famílias em Roma.

Amor conjugal

Em sua Carta aos esposos do mundo inteiro, o Papa expressa sua estima e proximidade, sobretudo neste período tão especial em que vivemos. De fato, afirma que “sempre recorda das famílias em suas orações, sobretudo durante esta pandemia, que colocou todos a uma dura prova, de modo particular, os mais vulneráveis”. Este foi e continua sendo um momento de incerteza, solidão, perda de entes queridos.

Como Abraão deixou a sua terra, também os esposos devem se colocar a caminho, na companhia de Deus, obedientes ao chamado divino ao amor conjugal e à doação pessoal. O noivado já é uma saída da própria terra, porque pretende dos noivos um caminho a dois, que culmina com o casamento.

Aos filhos e leigos

O Papa chama a atenção dos esposos em relação aos filhos, sobretudo os mais novos, aos quais devem dar exemplo e testemunho de um amor vivo e fiel. Os jovens percebem o amor de Cristo presente no amor de seus pais. Os filhos são um dom e mudam a história da família; têm sede de amor, confiança e segurança. Os esposos educam os filhos, mas eles também os educam. Educar é acompanhar o processo de crescimento de seus filhos, quer na esfera educacional como espiritual.

Aqui, Francisco fala da identidade e missão dos leigos na Igreja e na sociedade, no trabalho e na família, na comunidade paroquial e diocesana, segundo seus carismas e vocações; exorta os esposos a colaborar no âmbito eclesial, de modo particular na Pastoral da Família, na tutela das igrejas domésticas, pois a família é a célula fundamental da sociedade!

Vocação matrimonial

O matrimônio tem a missão de guiar um barco instável, mas seguro, por meio dos sacramentos, em um mar, muitas vezes, em borrasca. Mas, como aconteceu com os discípulos no Mar da Galileia, o Mestre estava presente e as águas se acalmaram. Hoje, Jesus também está presente no barco do matrimônio, velando pelos esposos e filhos que, somente assim, poderão viver em paz, superar as desavenças e encontrar a solução de seus muitos problemas.

A fragilidade e impotência dos esposos encontram a âncora nas mãos do Senhor. Em uma tempestade, os apóstolos conseguiram reconhecer a realeza e a divindade de Jesus e aprender a confiar nele.

Tempo de pandemia

À luz destas reflexões, o Papa recorda algumas situações familiares neste tempo de pandemia: convivência, diálogo, preocupações, acolhimento, compreensão, dar as mãos, rezar juntos; expressa sua proximidade e afeto aos esposos que chegaram a uma ruptura, por desentendimentos e discussões. A eles pede para não se esquecerem do perdão, que cura todas as feridas. O amor humano é frágil e precisa do amor fiel de Jesus, com o qual construir a “casa sobre a rocha”.

Na conclusão da sua Carta, o Santo Padre se dirige, de modo especial, aos jovens que se preparam para o casamento, convidando-os a seguir o exemplo de São José, a manter sua confiança na Providência divina e a não hesitar em buscar ajuda em suas famílias, Igreja e paróquia. Dirige também uma saudação especial aos avós e idosos, que, no período de isolamento, mais sofreram por não poder ver seus netos e filhos. A família não pode prescindir dos avós, porque são a memória viva da humanidade.

Ao término da sua Carta, o Santo Padre invoca a proteção de São José neste Ano a ele dedicado, e de Nossa Senhora, para que acompanhem a vida conjugal. E conclui: “Esposos, não deixem que vos roubem a alegria e a esperança, mas vivam intensamente a sua vocação matrimonial e a missão que Jesus lhes confiou, perseverando na oração e na ‘fração do pão’.”

*Fonte: Site do Vatican News

Padre Pierre lança “1 Minuto de Espiritualidade”

livro pe pierreComeça nesta quarta-feira, 29 de dezembro, a venda do segundo livro do Padre Pierre Maurício de Almeida Cantarino, Administrador da Paróquia São José, em Juiz de Fora. A obra, intitulada “1 Minuto de Espiritualidade”, foi lançada na noite do dia 28, durante a abertura das festividades em honra à Nossa Senhora dos Impossíveis.

Nas redes sociais do sacerdote, responsável pela famosa Missa do Impossível, há uma descrição da publicação. “É um livro para te ajudar a ter mais união com Deus, utilizando apenas 1 minutinho das 24 horas do seu dia. Simplesmente algo muito útil e eficaz para você aplicar no corre-corre do seu dia a dia.”

“1 Minuto de Espiritualidade” pode ser adquirido por R$ 20 na secretaria da Paróquia São José, que funciona de segunda a sexta-feira, das 13h às 18h. A obra também estará disponível na versão digital, pelo mesmo valor. O link para compra será divulgado no site de Padre Pierre em breve.

O primeiro livro do padre, “Em todas as situações, um colo”, foi lançado em dezembro do ano passado e traz um breve escrito sobre a devoção à Nossa Senhora e orações para as diversas circunstâncias da vida.

Festa de Nossa Senhora dos Impossíveis

Em janeiro de 2022, a Paróquia São José sedia a terceira edição da Novena e do Círio de Nossa Senhora dos Impossíveis, devoção trazida por Padre Pierre Maurício em Juiz de Fora. Segundo informações divulgadas pelo presbítero na Missa dessa terça-feira (28), a novena ocorrerá entre os dias 9 e 17, com celebrações às 15h e às 19h30, na Matriz.

O Círio está previsto para 16 de janeiro, mas ainda não foi definido se será realizado com a Procissão da Corda ou com uma carreata, como aconteceu este ano. A Festa de Nossa Senhora dos Impossíveis, no dia 18, será marcada por missas durante todo o dia.

Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora

No Dia Mundial da Paz, a CNBB convida para a primeira Jornada de Oração e Missão de 2022

Jornada-de-Oracao-1o-de-janeiroA Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realiza a primeira Jornada de Oração e Missão pela Paz de 2022 no próximo Dia Mundial da Paz, celebrado em 1º de janeiro. A Jornada é promovida pela Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da entidade e pela Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que sofre (ACN) desde abril deste ano, quando foi realizada, dia 1º daquele mês, a Jornada de Oração pelo Haiti.

No primeiro dia do ano, comemora-se o Dia Mundial da Paz. Essa data foi criada pelo Papa Paulo VI em 1967. Apesar da origem, o intuito era compartilhar o sentimento de paz entre todos os homens, independente da religião, conforme desejo de Paulo VI. Em suas palavras, a proposta não tem a pretensão de ser qualificada como uma data exclusivamente católica ou religiosa. “Antes seria para que ela encontrasse verdadeira adesão junto a todos os amigos da paz”, expressou.

Nesta jornada, de acordo com o assessor da Comissão para Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da CNBB, Padre Daniel Rochetti, os brasileiros são convidados a recordar de todos os países pelos quais a jornada rezou em 2021 e também a rezar por todas as situações que pedem uma atitude orante, intercessora e semeadora de paz e de Esperança.

“Neste dia 1º de janeiro, nos unimos à Igreja Católica em todo o mundo, na tradicional Jornada de Oração pela Paz. Já fazem anos que o dia primeiro de cada ano é um dia de oração pela paz. Que seja assim também neste ano que se inicia: uma oração ao Deus da Vida para que, em nome de Jesus Cristo, Seu Filho e Nosso Salvador, a paz como dom do Espírito Santo seja derramada em toda a criação, movendo homens e mulheres na busca da justiça e do pão para todos”, motiva o assessor da Comissão para Ação Missionária e Cooperação Intereclesial da CNBB.

Jornada de Oração como agir missionário

De acordo com Padre Daniel Rochetti, a Jornada de Oração e Missão faz parte de uma série que coloca o valor da oração como “agir missionário” e propõe que cada cristão católico dedique um tempo do dia para rezar por determinado país. “Durante todo o ano de 2021, inspirados pelo exemplo da padroeira das Missões, Santa Teresinha do Menino Jesus, a Igreja do Brasil foi incentivada a rezar pelas missões, e assim, tornar-se realmente missionária. De fato, os Papas sempre ensinam que uma das formas de contribuir com a missão da Igreja missionária é através da oração”, recorda o sacerdote.

Ele ressalta ainda que as jornadas são um convite para contribuir, especialmente, com a oração, que é uma das formas mais significativas de colaborar com o trabalho missionário. Em 2021, foram realizadas as seguintes Jornadas de Oração e Missão pelos países, sempre no primeiro dia de cada mês: Etiópia, em 1°/12; Bolívia, em 1º/11; Madagascar, em 1º/10; Afeganistão, em 1º/9; Terra Santa, em 1º/8; Moçambique, em 1º/7; Sudão do Sul, em 1º/6; Haiti, em 1º/5 e Myanmar, em 1º/04.

Assista ao vídeo motivador da 1ª Jornada de Oração e Missão de 2022:



*Fonte: Site da CNBB

Papa Francisco divulga mensagem para o 55º Dia Mundial da Paz

PazDiálogo entre as gerações, educação e trabalho são as três estradas que levam a um único caminho: a uma paz duradoura. Esta é a proposta do Pontífice para 2022, na Mensagem para o Dia Mundial da Paz a ser celebrado no primeiro dia do novo ano.

Ainda hoje, escreve o Papa, o caminho da paz permanece, infelizmente, arredio à vida de tantos homens e mulheres.

Apesar de múltiplos esforços, aumenta o ruído ensurdecedor de guerras e conflitos, ao mesmo tempo que ganham espaço doenças de proporções pandêmicas, pioram os efeitos das alterações climáticas e da degradação ambiental, agrava-se o drama da fome e da sede e continua a predominar um modelo econômico mais baseado no individualismo do que na partilha solidária.

Ao mesmo tempo em que a paz é uma dádiva do Alto, é também fruto de um empenho compartilhado. Por isso, Francisco fala de «arquitetura» e de um «artesanato» da paz, que diz respeito cada um de nós.

Diálogo entre as gerações

A primeira etapa envolve o diálogo entre as gerações. De um lado, estão os idosos – os guardiães da memória -; de outro, os jovens, aqueles que fazem avançar a história.

No meio, solidão e angústia agravadas pela pandemia, o progresso tecnológico e econômico que acirrou as divisões, e as mudanças climáticas que põem em risco o futuro. O meio ambiente, recorda, é um empréstimo que cada geração recebe e deve transmitir à geração seguinte. Mas sem as raízes, sublinha o Pontífice, as árvores não crescem e não dão frutos. Por isso, é preciso encorajar o diálogo e voltar a recuperar a confiança recíproca

“Dialogar significa ouvir-se um ao outro, confrontar posições, pôr-se de acordo e caminhar juntos. Favorecer tudo isto entre as gerações significa amanhar o terreno duro e estéril do conflito e do descarte para nele se cultivar as sementes duma paz duradoura e compartilhada.”

Educação como fator de liberdade, responsabilidade e desenvolvimento

Depois, a educação, como fator de liberdade, responsabilidade e desenvolvimento. “Instrução e educação são os alicerces de uma sociedade coesa, civil, capaz de gerar esperança, riqueza e progresso.”

O Papa expõe o paradoxo da diminuição dos investimentos no campo educativo e o aumento das despesas militares, com o mundo acumulando inclusive mais armas que no período da “guerra fria”. Por isso, o apelo é direcionado aos governantes para que invertam esta tendência, liberando recursos a serem investidos em áreas que promovam o desenvolvimento humano integral.

Aliado a este empenho, o Pontífice pede mais esforços na promoção da cultura do cuidado, que pode se tornar a linguagem comum que abate as barreiras e constrói pontes. A proposta de Francisco é audaz e inclui um novo paradigma cultural, através de um pacto educativo global para e com as gerações jovens.

Trabalho para uma plena realização da dignidade humana

E, por fim, o trabalho, para uma plena realização da dignidade humana.

Enquanto a educação fornece a gramática do diálogo entre as gerações, na experiência do trabalho encontram-se a colaborar homens e mulheres de diferentes gerações.

O trabalho é um fator indispensável para construir e preservar a paz, recorda o Pontífice. Trabalha-se sempre com ou para alguém. Além disso, o trabalho é uma necessidade, faz parte do sentido da vida nesta terra.

A pandemia Covid-19 agravou a situação do mundo do trabalho, com milhões de atividades que foram à falência e trabalhadores precários cada vez mais vulneráveis, sobretudo os da economia informal, nos quais se encontram, por exemplo, inúmeros migrantes.

Atualmente, apenas um terço da população mundial em idade laboral goza de um sistema de proteção social. Escravidão, violência e criminalidade organizada encontram terreno fértil. A resposta a esta situação, afirma o Papa, só pode passar por uma ampliação das oportunidades de trabalho digno.

Para Francisco, é preciso unir ideias e esforços que levem também a uma renovada responsabilidade social para que o lucro não seja o único critério-guia. É preciso haver equilíbrio entre a liberdade econômica e a justiça social, como defende a doutrina social da Igreja.

O Papa conclui a Mensagem com um agradecimento e um apelo. Um agradecimento a quantos se empenharam na promoção da paz. E um apelo aos governantes e a quantos têm responsabilidades políticas e sociais e eclesiais para caminharmos, juntos, por estas três estradas com coragem e criatividade.

“Oxalá sejam cada vez mais numerosas as pessoas que, sem fazer rumor, com humildade e tenacidade, se tornam dia a dia artesãs de paz. E que sempre as preceda e acompanhe a bênção do Deus da paz!”

Fonte: Site Vatican News

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