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28-10-2024 Hits:2627 Notícias
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23-10-2024 Hits:2002 Notícias
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Celebração na Catedral Metropolitana mar…
O Arcebispo de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, celebrou um marco significativo em sua trajetória de dedicação e serviço à Igreja: 25 anos de Ordenação Episcopal. O ápice...
22-10-2024 Hits:2155 Notícias
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Café & Debate, promovido pela Paulus…
Em meio ao Centenário Diocesano, “História da Arquidiocese de Juiz de Fora e da Catedral Metropolitana” será o tema da próxima edição de Café & Debate, promovido pela Paulus Livraria...
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Para o Papa Francisco, uma escalada “inaceitável” vem ocorrendo há dias no Líbano, onde ondas de ataques israelenses contra o Hezbollah já causaram ma...
Leia maisCampanha arrecada materiais escolares
A equipe Anjos da Misericórdia, formada por leigos que atuam na Catedral Metropolitana, está arrecadando materiais escolares até o dia 31 de janeiro. O objetivo da campanha é beneficiar escolas e creches da periferia de Juiz de Fora. A equipe está recebendo caderno brochura (pautado e sem pauta), caderno de matérias (espiral), lápis preto, cola, tesoura, lápis de cor e caneta hidrocor.As doações podem ser entregues na recepção da Catedral, de segunda a sábado, das 07h às 21h, o endereço é rua Santo Antônio, 1201, Centro.
De acordo com a ministra extraordinária da Comunhão Eucarística, Aline Zaquine (integrante da equipe), o objetivo do grupo é propagar a misericórdia e a caridade. “Há muito tempo, Deus colocou em nosso coração essa missão. Mas, foi em 2015, que respondemos ao pedido de Deus. Ele confirmou esse sonho através de um segundo chamado que veio pelo diácono Ruy e com o apoio incondicional do nosso, pároco Monsenhor Luiz Carlos”, declara.
Ela explica, ainda, que na Igreja existem muitas obras de evangelização, mas essa equipe procura aprofundar mais na propagação da misericórdia divina. “Nos reunimos, rezamos e depois colocamos em prática uma missão que o Senhor nos direciona. Realizaremos visita a creches, hospitais, orfanatos, asilos, aos moradores de rua e levaremos conforto aos familiares de fiéis defuntos no dia de finados, com evangelismo no cemitério”, completa.
Para a Misericórdia não há hora e nem limites
O evangelista João descreve o início da vida pública de Jesus, numa festa familiar. Estava ele, sua mãe e seus discípulos no pequeno povoado de Caná da Galileia, para as celebrações de um casamento (cf Jo. 2, 1-11), cujos festejos, na cultura judaica, duravam oito dias. De repente, falta vinho. Isto significava o fim da festa, a interrupção das alegrias, a decepção dos convidados e o constrangimento da família dos nubentes.
É Maria, com o coração de mãe solícita, que se dirige ao seu Filho Jesus e propõe a questão. É interessante a resposta de Cristo: “minha hora ainda não chegou”. Que hora seria esta? A de iniciar seus milagres? A de revelar-se como Messias? Alguns exegetas costumam referir-se à hora da Redenção, quando Jesus vai dizer ao Pai na Oração Sacerdotal, rezada na noite anterior à prisão: “minha hora chegou” (Jo 17,1). Certo é que Maria diz aos que estavam servindo: “Fazei tudo o que ele vos disser”. Seis grandes talhas de água são trazidas e o Senhor faz seu primeiro milagre, transformando a água em bom vinho. Eram cerca de 500 litros de vinho que foram suficientes para que a festa continuasse, a alegria perdurasse, o acanhamento tivesse fim. Vê-se que a conversão da água em vinho não foi a única transformação realizada naquele dia.
O fato narrado pela literatura joanina, sempre cheia de significado teológico, tem profundo sentido para o Ano da Misericórdia que estamos vivenciando aos acenos do Papa Francisco. O primeiro gesto de misericórdia vem por parte de Maria, a quem a Igreja tem cognominado, há centenas de anos, de Mãe da Misericórdia. Contemplando agora as palavras do atual Papa que afirma que a misericórdia tem um rosto e que este rosto é Cristo, tal título mariano mais se justifica. O mesmo pode-se dizer, diante do primeiro livro de sua autoria, “O Nome de Deus é Misericórdia”.
À expressão “Ainda não chegou minha hora”, dita pelo Senhor a Maria, é legitimo entrever a atenção de Jesus em atender o pedido de sua mãe misericordiosa, adiantando, de alguma forma, sua hora. Ainda que se possa entender esta expressão no sentido teológico da hora da paixão salvadora, como acima mencionado, certo é que Jesus faz o que lhe pede a Mãe, resultando no primeiro milagre. Assim se realiza de forma maravilhosa o que era esperado confiantemente por ela, aguardado pelos discípulos, pelos serventes, pela família em apuros e pelos convidados. Para se fazer misericórdia não há hora. A misericórdia não espera. Não se marca o momento para se praticar o bem. E a misericórdia se tornou em vinho de ótimo sabor. A alegria tem novo sentido, quando a misericórdia está presente. A crise vai embora, ao movimento dos gestos misericordiosos.
Neste sentido, vê-se no texto de João que a hora de Jesus e a hora de hora de Maria coincidem. Dirigir-se a ela com o termo ‘Mulher’, não é de forma alguma uma atitude desprezível, mas afirmação explícita a respeito da realização plena e definitiva da palavra misericordiosa de Deus presente no livro do Gêneses, quando promete o Salvador aos primeiros pais. Não o fez Deus sem se referir à mulher. Ao amaldiçoar a serpente, assevera: “porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela” (Gen 2,15). É uma referência inequívoca à mãe do Redentor, contrapondo Eva culpada pelo pecado, maculada pela ofensa, marcada pela infidelidade, termos estes que traduzem o contrário de qualquer imitação da misericórdia divina, e Maria concebida sem pecado, imaculada pela graça, santa pela amorosa resposta de vida, fiel em todos os momentos, disposta a cumprir sem limites a vontade do Pai, marcada pelo altruísmo, nunca pelo egoísmo, expressões eloquentes da misericórdia que vem do alto. O misericordioso ato salvador de Deus feito plena e inteiramente por Jesus, não acontece sem a presença da Mulher predestinada, escolhida e preservada de toda e qualquer mancha: Maria.
Diante dos fatos de Caná da Galileia, verificamos o que ensina o Papa Francisco: “Os sinais que Jesus realiza, sobretudo para com os pecadores, as pessoas pobres, marginalizadas, doentes e atribuladas, decorrem sob o signo da misericórdia. Tudo nele fala de misericórdia” (MV 7).
A Igreja e cada cristão só se justificam pela capacidade de ser misericordiosos, a toda e qualquer hora, sem reservas, sem limites! Eis o que marca a vida de Jesus na terra desde o início até o fim.
Dom Gil Antônio Moreira
Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora
Agenda 2017 para casamentos e formaturas disponível a partir de fevereiro
Atenção noivos e formandos! A partir da próxima segunda-feira, 1º de fevereiro, a Catedral iniciará os agendamentos de casamentos e formaturas para o ano de 2017.
Os interessados em reservar uma data devem procurar nossa secretaria paroquial, de segunda a sexta-feira, das 7h às 11h e das 12h às 16h.
Os horários disponíveis para casamentos, aos sábados, são às 11h, 19h e 20h e para formaturas, quintas e sextas-feiras, somente às 19h.
Obras
A Catedral informa ainda que apesar de a agenda estar aberta, as obras no interior da igreja ainda não foram totalmente concluídas. Por isso, existe a possibilidade de que no dia escolhido para a celebração haja alguma estrutura metálica ou algum equipamento destinado a obra no interior da igreja.
“Casa Comum, Nossa Responsabilidade” é o tema da Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016
A Campanha da Fraternidade de 2016 será ecumênica: reunirá outras igrejas cristãs além da Católica. Como nas versões anteriores, a ação será coordenada pelo CONIC, que é composto pela Igreja Católica Apostólica Romana, Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia e Igreja Presbiteriana Unida. Uma das novidades deste ano é a parceria com a Misereor – entidade episcopal da Igreja Católica na Alemanha, que trabalha na cooperação para o desenvolvimento na Ásia, África e América Latina.
O tema escolhido para a reflexão é “Casa comum, nossa responsabilidade” e o lema “Quero ver o direito brotar como fonte e correr a justiça qual riacho que não seca” (Am 5.24). A proposta está em sintonia com a Encíclica do papa Francisco, “Laudato Si”. O objetivo principal da iniciativa será chamar atenção para a questão do saneamento básico”.
De acordo com o presidente do CONIC, dom Flávio Irala, “as reflexões sobre o saneamento básico contidas no texto-base demonstram que esse é um direito humano fundamental e, como todos os outros direitos, requer a união de esforços entre sociedade civil e poder público no planejamento e na prestação de serviços e de cuidados. Acreditamos que um mundo de justiça e direito precisa ser construído assim: coletivamente, somando as criatividades, os talentos e as experiências em benefício do bem comum”.

Por favor aguarde...