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Leia maisMissa dos Santos Óleos reúne Clero Arquidiocesano na Quinta-feira Santa
Dando início ao Tríduo Pascal, em preparação para a grande celebração da Páscoa, a manhã da Quinta-feira Santa (28) foi marcada pela tradicional Missa dos Santos Óleos na Arquidiocese de Juiz de Fora. Celebrada na Catedral Metropolitana, a solenidade, também chamada de Missa da Unidade, foi presidida pelo Arcebispo de nossa Igreja Particular, Dom Gil Antônio Moreira, e reuniu todo o Clero em torno do altar na festa da instituição do sacerdócio cristão, da Sagrada Eucaristia, do mandamento do amor e do serviço do lava-pés.
Em sua homilia, Dom Gil evocou o novo tempo vivenciado pela Igreja Arquidiocesana. “Um verdadeiro ano da Graça do Senhor: o Ano Eucarístico, o Ano Jubilar, recordando a centenária fundação de nossa Diocese, naquele longínquo 1º de fevereiro de 1924. Depois de celebrarmos dois Sínodos Arquidiocesanos, unimo-nos com o tema motivador – Arquidiocese de Juiz de Fora: uma Igreja sempre em missão!”. O Pastor Arquidiocesano evidenciou que o lema escolhido para o Ano Eucarístico – “Fazei de nós um só corpo e um só espírito” (cf. Ef 4,4) – prossegue no ideal sinodal. “Só seremos fiéis a Cristo se de fato nos abrirmos a esta unidade amorosa, onde um não quer destruir o outro, mas auxiliá-lo como verdadeiro irmão, estabelecendo um clima de autêntica fraternidade, como nos recordou a Campanha da Fraternidade deste ano.”
Durante a Celebração Eucarística, os padres renovaram o compromisso sacerdotal assumido no dia da Ordenação Presbiteral e o Arcebispo abençoou os óleos dos Catecúmenos e dos Enfermos, além de consagrar o óleo do Crisma. Ao final da Missa, uma porção dos Santos Óleos foi distribuída aos vigários forâneos e aos representantes do Lar Sacerdotal Mater Christi, Seminário Santo Antônio, Comunidade do Propedêutico, Instituto Padre João Emílio, Mosteiro Santa Cruz, Capelania da Santa Casa de Misericórdia, Capelania Militar, Cenáculo São João Evangelista, Colégio dos Jesuítas, Arautos do Evangelho e Instituto Dom Orione.
O Assessor da Pastoral Juvenil Arquidiocesana, Padre Robert César Teixeira, explicou o significado das ações: “Nessa Missa, nós renovamos as nossas promessas, aquelas que foram feitas nos dias da nossa ordenação, mas também é a oportunidade onde são consagrados os óleos, que são utilizados na administração dos sacramentos. Depois, eles são distribuídos em cada paróquia, para que os fiéis sejam alcançados também pela graça do sacramento.”
O Vigário Geral da Arquidiocese, Monsenhor Luiz Carlos de Paula, também falou sobre o sentido de comunhão que a Celebração representa. “Todos os padres, diáconos, religiosos, religiosas, representantes das nossas paróquias, todos nós, unidos ao nosso Arcebispo, celebramos a nossa unidade. A Igreja precisa viver a comunhão e a missão! É muito bonito estarmos aqui, diante do Senhor, agradecendo pelo dom do nosso sacerdócio. Ele que nos chamou, e pedindo a Ele que nos dê forças para que possamos continuar no nosso ministério, servindo ao Senhor e a todo o povo de Deus.”
Ao encerrar a Missa do Santo Crisma, Dom Gil expressou a alegria da Celebração. “A gente fica muito feliz de ver a unidade do Clero e do povo neste dia, de fato, tão alegre e tão abençoado. Nós estamos na Arquidiocese de Juiz de Fora com o Ano Eucarístico, celebrando o centenário da fundação de nossa Diocese. Por isso, este ano, a Missa do Santo Crisma e a Quinta-feira Santa, sobre todos os seus sentidos, se revestem de uma grande festa por causa desse nosso aniversário, de nossa celebração. Quero desejar a todos uma Feliz e Santa Páscoa!”.
O Arcebispo aproveitou a ocasião para anunciar que, na próxima terça-feira, dia 2 de abril, às 19h, a Arquidiocese ganhará mais um Diácono Transitório: o Irmão Guilherme de Pádua Araújo, membro da Comunidade Evangelizadora Magnificat (CEM). A Ordenação Diaconal será na Paróquia Nossa Senhora Aparecida, no Bairro Linhares, em Juiz de Fora.
15 anos de Ministério Episcopal
No dia 28 de março, Dom Gil Antônio Moreira celebrou 15 anos de posse como Pastor nomeado para servir à Arquidiocese de Juiz de Fora. O Arcebispo, que escolheu a Missa dos Santos Óleos para comemorar a data com todo o Clero e o povo de Deus, manifestou sua gratidão e alegria na caminhada sincera e disposta na Igreja juiz-forana. “Para mim, uma bênção de Deus, uma satisfação celebrar esse 15º aniversário neste dia tão belo e neste ano tão especial para a nossa Arquidiocese de Juiz de Fora! Quero agradecer a Deus por tudo aquilo que ele nos tem dado realizar com a união dos padres, dos diáconos, do povo, durante esses 15 anos. Já fizemos dois Sínodos Arquidiocesanos que deram para a nossa Igreja Particular um caminho novo, sobretudo um caminho de unidade, de dedicação e de paz. Agradeço a Deus, peço perdão pelas falhas e peço ao nosso Senhor que continue abençoando esta linda Igreja de Juiz de Fora”, declarou Dom Gil.
Todo o trabalho desempenhado pelo Arcebispo, conduzindo essa porção do povo de Deus, foi reconhecido por Monsenhor Luiz Carlos de Paula. “São muitas realizações, temos muito o que agradecer! Os Sínodos realizados, todas as pastorais, os movimentos, toda a animação dele para a nossa Arquidiocese é motivo de louvor, de agradecimento. Queremos pedir a Deus que o abençoe para que ele continue servindo a Deus como bom pastor em nossa Arquidiocese. Nós estamos unidos a todas as pessoas, que hoje agradecem a Deus pela vida de Dom Gil, e pelos 15 anos da sua presença aqui junto de nós. E peço a Deus que abençoe hoje todos os sacerdotes da nossa Igreja!”, comentou o Vigário Geral da Arquidiocese.
Clique aqui e confira todas as fotos da Missa da Unidade.
Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora, com colaboração de Brenda Melo – Jornal Folha Missionária
Missa de Lava-pés marcou o início do Tríduo Pascal na Catedral Metropolitana
“Bem-vindos para essa Missa tão importante na fé, que é abertura do Tríduo Pascal. Nossa páscoa começa hoje, passa pelo silêncio respeitoso de amanhã, depois pelo silencio da expectativa do sábado e culmina na festa da ressureição no domingo”, dizia o Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, nessa quinta-feira (28), na Catedral de Juiz de Fora. Na Eucaristia da Quinta-Feira Santa quatro pontos importantes são destaque: a Instituição da Sagrada Eucaristia, a Instituição do Sacerdócio, mandamento novo e o serviço e amor concreto de Cristo, através do lava-pés.
A igreja lotada acompanhou o Arcebispo lavar e beijar os pés de 12 pessoas, membros da comunidade e integrantes de pastorais. Carolina Barbosa estava dentre estas pessoas, ela contou o motivo pelo qual se emocionou muito durante o rito. “Foi um momento muito especial para mim. Eu tive um câncer de mama e eu fiz um tratamento de quimioterapia. Graças a Deus eu fiz a retirada da mama da direita, então eu tive a cura através da retirada da mama. Com isso eu estava ali num momento em que Jesus estava me curando de novo, estava me lavando de novo, de todo mal, de todo o meu pecado”.
Durante a homilia, o Pastor Arquidiocesano, frisou a centralidade de Jesus Eucarístico naquela celebração. “A Páscoa dos Cristãos é a Páscoa da presença de Jesus completamente no nosso meio. Não imolamos mais uma ovelha, ou carneiro, mas é o próprio Cristo que se imola, que se torna nosso alimento pascal, por isso esse dia é O Dia Eucarístico. A Eucaristia é o centro da celebração de hoje, como é o centro o ano inteiro. A Eucaristia é o mais bonito de todo os sacramentos, chega nos trazer emoção, de saber que é um ministério tão grande. […] O Senhor é que está neste sacramento e nos alimenta, nos fortalece e nos ilumina!”, explicou ele.
Além disso, ele afirmou que os quatro pontos importantes listados no início da Missa estão todos presentes no Sacramento da Eucaristia, pois com ela aprendemos a amar. “Nesta noite santa, agradecemos a Jesus por ter ficado conosco através da Eucaristia e reconhecemos seu grande amor por nós”, concluiu.
Lembrando que a celebração do Tríduo Pascal vai até o Domingo de Páscoa, na celebração não há benção final. “Participar desse tríduo faz a gente rememorar a Paixão de Jesus Cristo, ajuda também na nossa santificação, faz a gente aprofundar mais um pouco sobre essa parte que é mais importante para nós católicos na Semana Santa”, comentou Cristina Batista, paroquiana da Catedral.
No final da liturgia, foi realizada a Procissão do Translado do Santíssimo Sacramento do altar-mor da igreja para o salão paroquial. Ali, houve adoração ao Santíssimo durante algumas horas.
Confira mais imagens desta celebração na galeria.
Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora
Na Catedral, fiéis participaram da Ação Litúrgica da Paixão do Senhor
Em profundo silêncio foi iniciada Ação Litúrgica Solene da Paixão do Senhor, na Sexta-feira Santa, na Catedral de Juiz de Fora. Sob a presidência do Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, a liturgia teve início às 15h, recordando a morte de Jesus segundo o evangelho de São João.
Foi concelebrada pelos Padre João Paulo Teixeira Dias e Leandro Monaia, e contou com a ajuda dos diáconos Antônio Valentino da Silva Neto e Waldeci Rodrigues da Silva. O pároco local, Pe. João Paulo, comentou sobre o dia e esclareceu o que todo católico deve ter em mente neste dia. “Choramos sua morte, mas não é um choro de tristeza, é um choro de esperança na ressurreição de todo aquele que permanece firme com o Senhor. Mesmo nas tribulações, mesmo nas dificuldades que enfrentamos todos os dias para anunciar e pregar o Evangelho, a nossa certeza é a certeza feliz da páscoa, da vitória do Senhor Jesus. Por isso, vamos viver o mistério da sua morte [até a vigília pascal]. O grão de trigo que cai na terra, ele morre, mas ele germina e produz muito fruto”.
Dividida em três partes – Liturgia da Palavra, adoração da Cruz e Comunhão Eucarística – a Ação Litúrgica foi marcada pelo silêncio, pela oração e pela adoração ao Cristo crucificado. Na homilia, o Pastor Arquidiocesano recordou que João Evangelista foi o único dos apóstolos que testemunhou a Paixão do Senhor até o fim, portanto é capaz de nos contar com detalhes tudo que se passou naquela tarde.
“Eles não sabiam, mas, no alto do Gólgota, um cordeiro diferente estava sendo sacrificado para uma Páscoa definitiva, da alma de todos aqueles que seguissem a Cristo. No alto do calvário, a profusão do sangue do Senhor fazia aquilo que o sangue dos animais não podia fazer, lavar o coração, a alma, a vida das pessoas. Sobre madeiro da cruz, a profusão de sangue era sinal da imensa profusão do amor de Deus para conosco. Os sofrimentos de Cristo que Jesus passou, nós os merecíamos, mas ele se ofereceu em nosso lugar e por isso somos lavados pelo sangue de Cristo”, afirmou Dom Gil.
Ele ainda falou sobre o diferencial dos detalhes contados por São João. “Esclarecem nossa mente. Os detalhes que São João narra servem para nossa conversão, para pergunta diária ao nosso coração: tenho sido fiel? Quanto me falta para ser fiel ao sangue que Cristo derramou por mim?”
Logo após a homilia, foi rezada a Oração Universal, respondida pelos fiéis. As preces deste dia são pelo Papa, pela Igreja, pelos que sofrem, pelos que creem em Deus e também pelos que não creem. Depois da oração universal, foi entronizada a cruz, velada, e adorada pelos membros do clero, servidores do altar e ministros.Ao final da celebração, todo o povo formou uma longa fila para poder chegar perto e fazer a sua reverência também.
Mais fotos na celebração em nossa galeria: clique aqui.
Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora
Centenas de pessoas participam da cerimônia do Descendimento da Cruz, na Catedral
Na noite da Sexta-feira da Paixão, 29 de março, a Catedral Metropolitana de Juiz de Fora sediou a tradicional cerimônia do Descendimento da Cruz, que recorda o momento em que, após a crucificação, Jesus é retirado do madeiro para ser sepultado. O ato foi iniciado do lado de fora do templo, mas, devido à chuva, foi transferido para o interior da igreja.
O Sermão do Descendimento foi proferido pelo Padre Everaldo José Sales Borges, Pároco da Paróquia São Pedro. Durante sua reflexão, o sacerdote recordou, ponto a ponto, as partes do corpo de Jesus que foram retiradas da cruz. “O Descendimento da Cruz recorda as várias partes do corpo de Jesus, desde a placa que é colocada acima da cabeça, a coroa, as mãos, os pés, o corpo, tudo isso que está na cruz. E, na medida que acontece a pregação, essas partes vão sendo ‘liberadas’ da cruz, vamos dizer assim. O fio condutor é lembrar que todas aquelas situações que são apresentadas ali no Descendimento da Cruz fizeram parte da vida de Jesus, como as mãos que trabalharam, como os pés que caminharam, como o corpo de Jesus que cuidou do corpo de outras pessoas.”
A intenção de Padre Everaldo foi levar os fiéis presentes a relacionarem cada parte do corpo de Cristo aos seus próprios corpos. “Através da vida de Jesus no Evangelho, ajudar as pessoas a pensarem nelas mesmas, olhando o corpo de Jesus como eu olho o meu corpo, os diversos momentos que eu vivo e as partes do meu corpo que devem trabalhar em benefício do reino de Deus.”
Uma personagem que sempre tem destaque durante a cerimônia é Verônica, mulher que, durante a Via-Crucis, aproxima-se de Jesus e enxuga seu rosto ensanguentado com uma toalha, na qual ficou estampada Sua Sagrada Face. Neste ano, a interpretação do “Canto de Verônica” foi feita por Terezinha das Graças Verazzani. Paroquiana muito atuante na Catedral, esta foi a primeira vez que ela entoou o cântico. “Eu me senti muito emocionada… eu nunca imaginaria fazer Verônica um dia. E fiquei muito feliz, porque eu me senti mais perto de Cristo”, confidenciou a fiel.
O Canto de Verônica consiste em uma mulher, que transporta um véu no qual está impressa uma representação da face de Jesus Cristo, entoar um responsório e, ao mesmo tempo em que entoa o canto, desenrola e exibe a estampa da face de Jesus. O canto, ou o grito de lamentação, tinha o intuito de anunciar que o homem que seria crucificado era o verdadeiro Cristo.
Todos os anos, na Catedral, o Descendimento da Cruz é seguido da Procissão do Enterro, que toma as ruas centrais de Juiz de Fora. Contudo, o cortejo não pôde acontecer, em razão do mau tempo.
Confira todas as imagens do Sermão do Descendimento na galeria de fotos.
Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora

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