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O Arcebispo de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, celebrou um marco significativo em sua trajetória de dedicação e serviço à Igreja: 25 anos de Ordenação Episcopal. O ápice...
22-10-2024 Hits:2155 Notícias
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Leia maisCelebrações de fim de ano na Catedral
O ano de 2020 chega ao fim, e, neste clima de reflexão sobre as decisões tomadas e os acontecimentos, é momento de celebrar a vida e a oportunidade de estar com saúde e com as pessoas amadas para receber, juntos, mesmo que à distância, a visita do Menino-Jesus.
Nesse clima de confraternização, a Catedral preparou uma programação especial para as celebrações de Natal e Ano-Novo. Celebre conosco e vamos louvar a Deus pelas graças recebidas em 2020 e pedir as Suas bênçãos para o ano que se inicia!
Dia 24 (quinta-feira) - missa: 19h (Vigília de Natal).
Dia 25 (sexta-feira) - missas: 07h, 10h, 16h e 18h
Dia 31 (quinta-feira) - missa: 19h
Dia 1º de janeiro (sexta-feira) - missa: 10h
* As Missas de 19h (dia 24) e 10h (dia 25) serão transmitidas pela WebTV “A Voz Católica” no Facebook e no Youtube e pela Rádio Catedral FM 102,3.
** As missas do dia 31 (19h) e 1º de janeiro, às 10h, serão transmitidas pela WebTV “A Voz Católica” no Facebook e no Youtube. No dia 1º (10h) também haverá transmissão pela Rádio Catedral FM 102,3.
O mundo: dádiva do Criador
A Escritura Sagrada narra, no livro do Gênesis, capítulo 1º, a criação do mundo. “E Deus viu que tudo era bom.” A última criação foi o homem à sua imagem e semelhança. Deu-lhe uma companheira com a missão de cuidar, de zelar pela linda natureza de Deus. O homem não foi fiel no encargo de cultivar a terra. Aí entrou o pecado no mundo: a desobediência ao que o Criador queria dele. O mundo se transformou no seu modo de ser. O pecado tomou conta da humanidade, a “casa comum”, no dizer do Papa Francisco, ficou desajustada por causa da inoperância do homem em não saber administrar os bens da terra. Surgiram ganância, desonestidade, conflitos e muitos outros males. Tomemos como exemplo mais recentes as perversas queimadas. Escreveu o Papa: “No mundo atual esmorecem os sentimentos de pertença à mesma humanidade e o sonho de construirmos juntos a justiça e a paz.” Tenhamos a sensibilidade de rezar para que o ser humano, dono dessa dádiva, seja protagonista do progresso humano.
Padre Antônio Pereira Gaio
Vigário Paroquial da Catedral
A caminho da CFE 2021: 3 pontos para viver bem o espírito da campanha
Três indicações são muito importantes para a boa vivência do espírito da Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE) de 2021. Foi o que apontou o padre Luís Fernando da Silva, do clero da diocese de São João da Boa Vista (SP), ex-secretário executivo de Campanhas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), durante o Seminário Nacional de formação realizado no início do mês de dezembro.
“Se nós celebramos com esse espírito a Campanha da Fraternidade, fortalecendo as bases, buscando dar um testemunho ecumênico e cuidando dos mais pobres, com certeza nós vamos colher muitíssimos frutos em mais uma edição da Campanha da Fraternidade”, garantiu.
Fortalecer as bases
“A Campanha da Fraternidade deve começar nas nossas bases”, destacou padre Luís Fernando. Recordando sua experiência na articulação de algumas das últimas edições da CF, ressaltou que a campanha acontece “no chão das pessoas, na vida das pessoas”.
Diante do atual cenário, num período complexo como este de pandemia, “as comunidades eclesiais, de maneira ecumênica, são chamadas in loco a viverem essa experiência da Campanha da Fraternidade. De fato, fazer uma redescoberta de Cristo como nossa paz”.
A Campanha da Fraternidade Ecumênica de 2021 tem como tema “Fraternidade e Diálogo: compromisso de amor” e lema “Cristo é a nossa paz: do que era dividido, fez uma unidade” (Ef. 2.14).
Assim, a primeira indicação do padre Luís Fernando para viver bem o espírito da CFE 2021 é fortalecer bem as bases locais. “Ali que a Campanha da Fraternidade de fato acontece, ali que as pessoas se sensibilizam com a temática da Campanha e, a seu modo, de maneira simples, com pequenos gestos, procuram viver a campanha no seu local onde estão”, explicou.
Redescobrir a dimensão ecumênica da Igreja
A segunda indicação está relacionada ao ecumenismo, considerado um grande fruto do Concílio Vaticano II. Há pouco mais de 50 anos, as reflexões fizeram com que a Igreja se abrisse para o diálogo, “para um processo de sinodalidade, de caminhar juntos, de percebermos que cristãos, apesar de termos configurações doutrinais diferentes, mas professamos a fé no mesmo Cristo crucificado e ressuscitado”.
Padre Luís Fernando ressalta que é necessário fortalecer essa cultura do ecumenismo neste contexto social de forte polarização. “Parece que as pessoas não têm mais uma capacidade de pensar projetos comuns, é sempre necessário polarizar. ‘Eu creio nisso, então rejeito totalmente aquilo’; ‘Eu apoio essa ideia ou essa ideologia política, e rejeito totalmente aquela outra’”, exemplifica.
“Essa polarização não ajuda a sociedade como um todo a caminhar, desenvolver projetos que sejam favoráveis para a maioria das pessoas. O ecumenismo é uma ferramenta, um instrumento que combate todo tipo de polarização, e aqui não se trata de um relativismo da verdade, mas se trata de uma dimensão de acolhida e de respeito. Acolhemos quem pensa diferente de nós, respeitamos quem pensa diferente de nós”, salientou.
O Papa João XXIII já ensinara a importância de priorizar aqueles elementos que nos unem, e não aqueles que nos separam. “É um belo testemunho a Campanha da Fraternidade Ecumênica para as nossas comunidades eclesiais e para um Brasil polarizado que é possível caminhar juntos, que o caminho da comunhão, da sinodalidade, da unidade é um sonho de Jesus, Ele pede isso na sua oração sacerdotal, ‘Pai, que todos sejam um’, e hoje cada um, a seu modo, dá a sua contribuição para esse projeto de unidade na Igreja”, motivou.
Cuidado dos mais pobres
A Campanha da Fraternidade tem em sua origem a busca de um instrumento do Evangelho para alcançar as pessoas mais pobres, uma iniciativa cuja raiz é “olhar para aqueles irmãos e irmãs nossos que são mais vulneráveis na sociedade, que são frutos de uma cultura de descarte, de uma sociedade neoliberal, consumista”.
Diante dessa realidade, “como colaboradores, difusores, irmãos e irmãs que sonhamos juntos a Campanha da Fraternidade, nunca podemos esquecer-nos dos mais pobres”, enfatizou padre Luís Fernando.
A ideia de uma Igreja pobre para os pobres, uma Igreja em saída, nesse sentido, não é só uma prerrogativa da Igreja Católica, “é uma prerrogativa de todas as comunidades cristãs cuidarmos dos mais pobres, sermos comunidade eclesial em saída que vai ao encontro de quem mais precisa”.
Confira o Seminário da CFE 2021 na íntegra.
Fonte: site da CNBB
No primeiro dia do ano, Dom Gil preside Missa na Catedral
O Arcebispo Metropolitano de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, celebrou no primeiro dia do ano, a Solenidade de Santa Maria Mãe de Deus.
A Eucaristia na Catedral de Juiz de Fora foi concelebrada pelos cinco sacerdotes que trabalham na paróquia sede desta Igreja Particular: o Administrador, Padre José de Anchieta Moura Lima, e os Vigários Paroquiais, Monsenhor Luiz Carlos de Paula, Luiz Carlos Vitório, Antônio Pereira Gaio e Danilo Celso de Castro. Auxiliou também no altar o Diácono Antônio Valentino da Silva Neto. Os fiéis puderam acompanhar a Missa de casa pela Rádio Catedral, pela Web TV a Voz Católica e pelas redes sociais.
Dom Gil iniciou sua homilia saudando a todos e falando da esperança que renasce com a chegada de um novo ano, trazida também pelo Menino Deus, Senhor da nossa vida. “Mais uma vez desejo a todos muitas bênçãos nesse novo ano que está começando cheio de esperança. O ano traz para nós sempre uma esperança, um tempo novo. A gente sabe que muitas coisas continuam sendo iguais, os perigos continuam, os cuidados devem ser os mesmos, mas a nossa esperança se renova quando começa um novo tempo. Essa esperança se renova porque temos confiança naquele que é o Senhor da vida, Senhor do tempo, do espaço que é Deus. Sem Ele nada, com Ele tudo, com Ele venceremos. Deus está sempre acima de todas as coisas.”
O dia 1º de janeiro é também o Dia Mundial da Paz. Em vista disso, Dom Gil falou sobre a data. “ No ano de 1967, o Papa Paulo VI quis dar a esse dia o título de Dia Mundial da Paz. Jesus é nossa paz. Com sua vida, pregações, milagres, morte, ressureição, Ele nos dá a sua paz. Por isso, recordemos que o dia principal do ano não é esse, mas sim o dia da Páscoa, e é para lá que nós vamos. No Natal começamos nossa caminhada para a Páscoa porque Jesus é nossa Páscoa e nossa paz. “
O Arcebispo de Juiz de Fora destacou ainda o desejo de paz em relação aos desafios da pandemia. “Todos nós queremos muita paz, em todos os sentidos. Nesse ano queremos rezar, especialmente, para que Nosso Senhor nos dê a paz, no campo da saúde, vencendo a pandemia. Nossa Senhora que é chamada também Senhora da Saúde, interceda também por cada um de nós, os nossos familiares, nos dê o alivio diante dos desafios da pandemia.” Ele finalizou pedindo a intercessão da Virgem Maria. “Nossa Senhora que é chamada de rainha da paz, nos dê um ano pacifico, nos ajuda a amar sobretudo os mais sofredores e nunca dar qualquer espaço para o ódio. Fomos criados para a paz.”
Fonte: Site da Rádio Catedral de JF

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