Catedral Metropolitana de Juiz de Fora
Vida de consagrados e consagradas é celebrada na Festa da Apresentação do Senhor
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- Quinta, 03 Março 2022 11:54
A Catedral de Juiz de Fora recebeu, no dia 02 de fevereiro, representantes de congregações religiosas e novas comunidades para a Missa em recordação ao 26º Dia Mundial da Vida Consagrada. A Eucaristia foi presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, e concelebrada por padres religiosos, além do Vigário Paroquial, Padre Luiz Carlos Vitório.
Como acontece tradicionalmente no Dia da Apresentação do Senhor, quando também é lembrada a devoção à Nossa Senhora das Candeias, da Luz, da Purificação ou da Candelária, a Celebração Eucarística começou com a bênção das velas, na porta principal da igreja, e seguiu com uma pequena procissão até o altar. Dom Gil explicou o motivo de a vida consagrada ser celebrada neste dia, por iniciativa do Papa Paulo VI, hoje santo. “Aquela consagração que o próprio Filho de Deus quis participar continua na Igreja, através da consagração de vida dos nossos religiosos e religiosas”, afirmou.
O Arcebispo ainda ressaltou a importância dos consagrados em nossa Igreja Particular. “A presença dos religiosos é uma grande força em nossa Arquidiocese no sentido da evangelização, da Pastoral, do Sínodo; trabalham muito e trabalham bem, sejam os homens, sejam as mulheres. Mas eles representam muito mais por aquilo que são, o testemunho de vida consagrada, totalmente dedicada a Deus.”
De acordo com o Coordenador do Núcleo de Juiz de Fora da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB), Frei Carlos Roberto de Oliveira Charles, OFMConv., “a Festa da Luz lembra que a vida religiosa consagrada é uma refração da luz que é Jesus, o Ressuscitado que ilumina a nossa vida, que nos traz o evangelho, nos faz construir o Reino de Deus. Por isso, os religiosos e religiosas são chamados a ser, no mundo, esta luz que ilumina o mundo a partir da vivência do evangelho, da vida comunitária em fraternidade.”
O frade franciscano ainda falou da variedade de carismas presentes na Arquidiocese de Juiz de Fora. “Como diz o Papa Francisco, onde estão os consagrados, há alegria. A gente vê a alegria manifesta também na nossa Arquidiocese pela diversidade de carismas, de grupos, de comunidades que estão a serviço da evangelização através do testemunho – seja nos hospitais, nas escolas, nas paróquias, nos serviços às pessoas em situação de rua; todas essas pessoas estão, de fato, sinalizando o Reino de Deus na sua diversidade”, afirmou.
O Superior Provincial dos Redentoristas, Padre Nelson Antônio Linhares de Souza, CSsR, apontou que a consagração que religiosos e religiosas fazem diante de Deus vem através dos votos de pobreza, castidade e obediência. “Esses votos são apenas meios da grande consagração, ou seja, da entrega da vida do religioso e da religiosa para Deus. É próprio do religioso a vida em comum, a vida de oração e também o contato com o povo, além das irmãs e também dos monges contemplativos, que têm uma vida mais interna, mais enclausurada.” O sacerdote ainda fez um relato de sua experiência. “Eu sou missionário redentorista há 34 anos, e como redentorista eu sou chamado a anunciar o Redentor, o Salvador, o Libertador. Isso me deixa muito feliz e me realiza como pessoa. Então, celebrar o Dia Mundial da Vida Religiosa significa renovar a minha consagração a Deus.”
Vale a pena destacar que a vida consagrada também contempla os leigos que fazem parte de institutos religiosos, contemplativos, seculares, entre outros. É o que explica Frei Carlos Charles. “Existe a vida religiosa tradicional, que é feita pelos conselhos evangélicos, e, agora, como o Espírito suscita entre nós novos rumos, nós temos acolhido na Igreja as novas comunidades de vida e missão, que são compostas de leigos que estão inseridos no mundo, mas têm essa consagração pessoal e comunitária. É o novo rosto, o novo formato da vida religiosa”, finalizou.
Ao final da celebração, Dom Gil Antônio Moreira deu a bênção da garganta aos presentes e aos que acompanhavam ao vivo pela WebTV “A Voz Católica”, recordando o Dia de São Brás, celebrado na quinta-feira (3).
Clique aqui e confira as fotos da celebração.
Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora
Celebração Eucarística marca início do segundo ano do triênio preparatório para o centenário diocesano
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- Quinta, 03 Março 2022 11:48
A Diocese de Juiz de Fora completou 98 anos de criação, no dia 1º de fevereiro. A data foi lembrada durante Missa em ação de graças, na Catedral Metropolitana, quando foi oficialmente aberto o segundo ano do triênio preparatório para o centenário. A Eucaristia foi presidida pelo Arcebispo, Dom Gil Antônio Moreira, e concelebrada pelo Vigário Geral, Monsenhor Luiz Carlos de Paula, pelo Administrador da Catedral, Padre José de Anchieta Moura Lima, e por outros sacerdotes. O Diácono Ruy Figueiredo Neves serviu ao Altar.
Em entrevista, Dom Gil ressaltou a importância daquela celebração. “Nós celebramos os louvores de Deus, agradecemos os seus favores, tudo isso vem do Alto. Então é o momento de a comunidade arquidiocesana celebrar ações de graças. Depois, na caminhada sinodal, é também um momento formativo, porque olhando para Santo Antônio nós aprendemos muitas coisas. Durante todo este ano vamos procurar visualizar, por assim dizer, na vida e no coração de Santo Antônio, os ensinamentos de Deus para a nossa vida e para a vida da nossa Arquidiocese”, completou o Arcebispo, lembrando que ao santo português, que é padroeiro de Juiz de Fora, do Seminário, da Catedral e de diversas paróquias, será dedicado o ano de 2022.
Dom Gil ainda destacou características de Santo Antônio que devem servir de exemplo a todos os cristãos, entre elas, seu coração oblativo. “Era um homem que estava sempre disposto a doar a sua vida, seu tempo, seu serviço para Deus, para os outros, para a Igreja. A segunda coisa que podemos destacar é o seu amor à Palavra de Deus: era um grande professor, estudioso da Bíblia e por isso ele recebeu o título de ‘doutor do evangelho’.”
Àquelas pessoas que têm dificuldade para entender as nomenclaturas utilizadas pela Igreja, o Arcebispo Metropolitano explicou que “a diocese é sempre uma circunscrição, um grupo de paróquias que são confiadas de forma regular a um bispo. A arquidiocese também é uma diocese confiada a um bispo, mas que tem certas responsabilidades com dioceses vizinhas, que formam uma província.” No caso da Arquidiocese de Juiz de Fora, a Província Eclesiástica é formada pelas dioceses de Juiz de Fora, Leopoldina e São João del-Rei.
Ao final da Missa, Dom Gil abençoou os pães de Santo Antônio – gesto que ocorre tradicionalmente às terças-feiras, na Catedral -, que foram distribuídos aos presentes.
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Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora
Missa do 4º Domingo do Tempo Comum recorda 13 anos da nomeação de Dom Gil como Arcebispo de Juiz de Fora
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- Quinta, 03 Março 2022 11:41
No dia 30 de janeiro, o Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, presidiu Santa Missa do 4º Domingo do Tempo Comum na Catedral de Juiz de Fora. A Eucaristia foi concelebrada pelo Vigário Paroquial, Padre Danilo Celso de Castro, e contou com o auxílio do Diácono Antônio Valentino.
Em entrevista, Dom Gil comentou a principal mensagem das leituras do dia. “O evangelho de hoje continua o do domingo passado. Apresenta Jesus em Nazaré, na sinagoga, mostrando a sua missão de profeta, mas não de um profeta comum; o profetismo de Jesus é diferente daquele do Antigo Testamento no sentido que é muito mais perfeito. E essa perfeição é justamente aquela que está na segunda leitura: se eu fizesse tudo muito bem feito, mas não tivesse caridade, não tivesse amor, não valeria nada. Por isso, Jesus mostra para todos que é preciso trabalhar para o bem comum, evitar o mal, praticar o bem, denunciar o erro, anunciar a verdade, mas sempre dentro do prisma da caridade.”
O Arcebispo também falou sobre São Lucas, autor do evangelho que será refletido durante todo o ano, além dos Atos dos Apóstolos. “Ele era discípulo dos apóstolos, mas era um grande pesquisador, um acadêmico, um médico, e então foi atrás das testemunhas oculares, como diz no prólogo, para compor o seu evangelho. Tem 24 capítulos. Os quatro evangelhos tratam do mesmo assunto, mas cada um com enfoque especial. São Lucas tem um enfoque muito mais acadêmico; a sua preocupação não é uma tese, mas uma catequese: mostrar para aqueles de sua época e os pósteros quem foi Jesus, o que Ele veio fazer na Terra e o que nós devemos fazer para corresponder à sua pregação”, apontou.
A Missa deste domingo também marcou os 13 anos da nomeação de Dom Gil como Arcebispo de Juiz de Fora, celebrados no último dia 28. O Pastor recordou com carinho de quando teve a notícia: era bispo da Diocese de Jundiaí (SP), em 2009, e estava de férias em sua terra natal, Itapacerica (MG), quando recebeu um telefonema do então Núncio Apostólico, Dom Lorenzo Baldisseri, comunicando que o Papa Bento XVI o havia promovido a arcebispo, transferindo-o para terras mineiras. “Imediatamente eu aceitei como vindo de Deus – minha vida é para Deus, Ele me leva para onde quiser e onde a Igreja mais precisar. Dei a resposta positiva e ele mesmo, o Núncio Apostólico, marcou o dia 28 de janeiro, Dia de São Tomás de Aquino, para que o papa publicasse essa transferência”, recordou.
“Depois de 13 anos me sinto muito feliz; sou muito agradecido a Nosso Senhor por tudo o que Ele me deu na minha vida de padre e de bispo. Gosto muito daqui. Sou cidadão honorário de Juiz de Fora, já virei juiz-forano, é uma das minhas terras e me sinto muito bem nesta Igreja. Um povo católico, muito religioso, um povo muito unido para fazer aquilo que Deus quer, anunciado pelo bispo e pelos padres. Sinto-me feliz também com meu clero. Por isso eu quero agradecer aos padres a sua colaboração, a sua unidade, a sua sinodalidade nesta caminhada da Arquidiocese”, finalizou Dom Gil.
Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora
Aviso: recesso de férias
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- Sexta, 28 Janeiro 2022 11:23
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