Catedral Metropolitana de Juiz de Fora
Fundação Maria Mãe arrecada roupas e calçados masculinos
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- Quinta, 11 Março 2021 10:01
A Fundação Maria Mãe, mantenedora da Obra dos Pequeninos de Jesus, está pedindo doações de roupas e calçados masculinos. Os itens são entregues aos assistidos pela obra, que atende, por dia, uma média de 120 a 160 pessoas em situação de rua.
Os interessados em contribuir podem entrar em contato através do telefone (32) 3212-5072 ou pelo WhatsApp (32) 98838-6668. Também é possível deixar as doações na sede da fundação, que fica na Rua 31 de Maio, 56 – Ladeira.
Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora
Seminário Santo Antônio celebra 95 anos de história em nossa Arquidiocese
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- Quinta, 11 Março 2021 09:43
Aconteceu na manhã do dia 1º de março, a Santa Missa pelos 95 anos do Seminário Arquidiocesano Santo Antônio. O Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, presidiu a celebração que contou com a presença do Reitor do Seminário, Monsenhor Luiz Carlos de Paula, o Vice-reitor, Padre Antônio Camilo de Paiva e padres do Conselho de Formação.
Para o Padre Camilo, a data representa um momento de agradecimento a Deus por termos em nossa Arquidiocese um Seminário que trabalha há anos na construção de uma Igreja cada vez mais forte. “Celebrar os 95 anos do Seminário é celebrar o pensamento pastoral da Arquidiocese de Juiz de Fora. O nosso Seminário tem uma característica muito bonita pois, desde muito tempo, nós formamos os padres e também os leigos (a). O seminário é um porto seguro Pastoral, Teológico e Bíblico da Arquidiocese de Juiz de Fora. “
Monsenhor Luiz Carlos expressou a alegria em celebrar a data e reforçou a importância dos colaboradores que auxiliam no dia a dia da casa. “Queremos agradecer os formadores, padres, funcionários, aos amigos do seminário que são pessoas que estão constantemente nos ajudando com tudo o que temos aqui. Quantas maravilhas Deus realizou nestes anos todos! Agradecemos e pedimos a Deus que continue nos abençoando, para que possamos dar continuidade nessa história tão bonita. ”
O Reitor do Seminário falou também sobre as adaptações e mudanças que ocorreram no Seminário durante o período pandêmico. “Mesmo nesse ano de pandemia, pois já vamos completar 1 ano, o nosso seminário não parou. Temos aulas e formações à distância, dentro do possível realizamos contato pessoal com os seminaristas , alunos e professores. É preciso se reinventar e renovar para responder as necessidades deste tempo especial que estamos vivendo. Começamos sem saber como caminhar e Deus foi nos iluminando para que as coisas acontecessem. ”
Durante a homilia Dom Gil destacou seu orgulho pelo Seminário e seus seminaristas. “Esse ano a missa acontece de maneira diferente, pois os seminaristas não estão presentes aqui em nosso Seminário, mas estão em casa nos acompanhando de maneira virtual e a distância. Esperamos que essa distância não nos separe, mas que nos una mais intensamente com as intenções da mente e do coração. ”
O Arcebispo também falou sobre Dom Justino, que trabalhou na fundação do Seminário. “Todos os anos celebramos este momento com festa, recordando nosso primeiro Bispo, Dom Justino José de Santana, que em seu primeiro ano de governo organizou o Seminário e o fundou em 1926. Nós agradecemos a Deus por tantas graças nestes anos todos passados. Pedimos ao nosso Senhor a continuação de suas misericórdias e que nos envie muitos seminaristas para que não falte padres para o nosso povo,” finalizou Dom Gil.
História do Seminário:
Dom Justino José de Santana, primeiro bispo de Juiz de Fora, quis logo no início de seu ministério fundar um seminário. Seu firme propósito realizou-se em 1° de março de 1926, data em que começou a funcionar o Seminário Santo Antônio. Desde então, o Seminário formou o clero da Arquidiocese de Juiz de Fora e de diversas outras dioceses do Brasil.
Muitas pessoas ofereceram o melhor de si mesmas para que o Seminário crescesse e se adaptasse aos tempos chegando amadurecido aos dias de hoje. Em 1969, a Arquidiocese deu os primeiros passos para transformá-lo em Seminário Maior, criando o curso de Filosofia. A continuação dos estudos em Juiz de Fora e o acolhimento de seminaristas de outras dioceses marcaram este momento.
O ano de 1971 viu nascer o Curso de Teologia no Seminário de Juiz de Fora. Isto possibilitava aos seminaristas completar todo o percurso da formação presbiteral no mesmo Seminário Arquidiocesano Santo Antônio.
A década de 80 foi de grande riqueza para o Seminário. Dentre as conquistas desse tempo destacam-se a descoberta da pequena comunidade como lugar ideal da formação presbiteral; uma definição mais nítida entre a formação intelectual e as outras dimensões da formação trouxe enriquecimentos da ação pedagógica; a redefinição do papel do padre formador dos seminaristas; o eixo integrador da pastoral em todas as etapas da formação; a participação de psicólogos para a melhor formação humano-afetiva dos seminaristas; a importância singular da direção espiritual.
Desde a década de 90, o Seminário acolhe para o processo completo da formação presbiteral apenas os seminaristas da Arquidiocese de Juiz de Fora. Seminaristas de outras dioceses – especialmente de Leopoldina e de São João Del Rei – e de congregações são acolhidas apenas para as atividades acadêmicas, através dos Cursos de Filosofia e Teologia.
Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora
Cuidado com o próximo é destaque da 12ª Via-Sacra Jovem
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- Quinta, 11 Março 2021 08:57
Na manhã do dia 28 de fevereiro, domingo, a Catedral Metropolitana de Juiz de Fora sediou, pela primeira vez, a Santa Missa da Via-Sacra Jovem. A celebração, tradicionalmente realizada na Matriz Nossa Senhora de Fátima, na Cidade Alta, no Segundo Domingo da Quaresma, foi transferida de lugar em razão da pandemia da Covid-19, que impossibilitou a realização da caminhada em direção ao Morro do Cristo.
A Eucaristia foi presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, e concelebrada pelo Assessor da Pastoral Juvenil, Padre Luiz Roberto Magalhães Leite (Zucka), pelo Vigário Geral da Arquidiocese, Monsenhor Luiz Carlos de Paula, e pelo Administrador Paroquial da Catedral, Padre José de Anchieta Moura Lima. O Diácono Antônio Valentino da Silva Neto serviu ao altar.
A Missa contou com a participação de dezenas de jovens de nossa Igreja Particular. Alguns deles foram responsáveis por carregar a Cruz que foi trazida da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) de 2013, entronizada na Catedral no início da celebração. “São milhares de jovens que estão agora conectados conosco na Catedral de Juiz de Fora, representados pelo grupo que aqui está e que ergue agora a Cruz de Cristo. A Cruz vazia, porque Cristo ressuscitou. A Cruz, símbolo da nossa fé, da fé dos nossos jovens”, disse Dom Gil. Outros levaram consigo uma das 15 cruzes que representam as estações da Via-Sacra.
O Arcebispo elogiou a iniciativa da juventude de realizar o evento, mesmo que de forma diferente. “Se a gente não pode fazer da forma que a gente deseja, vamos fazer da forma possível. Os jovens foram muito brilhantes nesse sentido, de se reunirem virtualmente, programarem, sob a coordenação do Padre Zucka, esse dia da Via-Sacra”.
Padre Zucka, por sua vez, ressaltou que o cuidado com o outro foi a maior preocupação para a programação deste ano. “Hoje, a nossa liturgia aqui na Catedral recorda esses jovens que, ao mesmo tempo vivenciam as dificuldades e nos ensinam, junto com Jesus Cristo, a superar esse momento difícil para todos”.
Essa preocupação com o próximo foi justamente o tema da 12ª edição da Via-Sacra, sugestão apresentada pela jovem Aline Ramos Gaspar. “Promover o cuidado é promover aquilo que Jesus Cristo fez ao assumir as nossas dores, os nossos pecados, e se entregar à morte de Cruz. Fazer a Via-Sacra on-line, fazer esses momentos com distanciamento é um cuidado a exemplo de Cristo; aquilo que Ele fez por nós, devemos fazer aos nossos irmãos”. A coordenadora da Comunidade dos Jovens Missionários Continentais (JMC) e colaboradora da Pastoral Juvenil ainda comenta a Via-Sacra do Cuidado, realizada semanalmente, às sextas-feiras, através das redes sociais. “É algo dialogado, falando de cada tema importante dentro daquilo que Jesus passou na Via-Crúcis, e que nos indica que nós devemos fazer com o outro também: o cuidar do caído, o olhar para o outro, para o ferido. Rever os amigos nessas transmissões on-line é uma forma de matar a saudade dessas pessoas que estão nos representando”, afirmou.
As meditações da 12ª Via-Sacra Sinodal da Juventude podem ser acompanhadas através do Facebook da Pastoral Juvenil.
Clique aqui e confira as fotos da celebração realizada na Catedral Metropolitana.
Fonte: site da Arquidiocese de Juiz de Fora
Marcando início do Tempo Quaresmal, Dom Gil celebra Quarta-feira de Cinzas na Catedral
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- Quinta, 11 Março 2021 08:42
Na quarta-feira, dia 17 de fevereiro, dezenas de fiéis estiveram presentes na Catedral Metropolitana para celebrar o início da Quaresma e receber as cinzas, convite ao tempo de conversão. A missa foi presidida pelo Arcebispo Metropolitano, Dom Gil Antônio Moreira, concelebrada pelo pároco da Catedral, Padre José Anchieta Moura Lima, também pelo Monsenhor Luiz Carlos de Paula e assistida pelo diácono Antônio da Silva Neto.
Dom Gil iniciou a celebração explicando a importância do momento. “Hoje é o primeiro dia da caminhada quaresmal, com jejum, com abstinência, com o rito das cinzas, nós damos o primeiro passo para dentro dessa caminhada de 40 dias que deve ser um verdadeiro retiro espiritual para nós. Vamos vivenciar, sobretudo, a penitência, a oração, a esmola, a fraternidade. Quaresma é um caminhar com Jesus, tenha consciência disso”.
Na Quarta-feira de Cinzas, o Ato Penitencial é substituído pelo rito das cinzas, após o Evangelho. Na celebração o Arcebispo esclareceu que as cinzas são um sacramental, e que este ajuda a entender a necessidade de conversão e humildade.
Durante a homilia, o Arcebispo recordou que a caminhada de preparação para a Páscoa, iniciada naquele dia, é conduzida por Jesus. Ele frisou que este é o tempo propício a conversão, à mudança de vida, pedido feito por Jesus e recordado no rito da celebração, através da seguinte frase: “convertei-vos e crede no Evangelho”, que retirada do Evangelho de São Marcos.
Ele ainda indicou prática a serem feitas durante este tempo. “Vamos ouvir mais a palavra de Deus, aumentar a nossa oração. Vamos compreender o sentido do jejum, da penitência, para apagar nossos pecados. Vamos sentir, sobretudo, a grande misericórdia de Deus, que mediante a humildade de quem se arrepende, nos perdoa, e mais do que isso é capaz de enviar seu filho para morrer por nós na cruz. Portanto, irmãos, esse tempo é tempo de conversão. ”
Por fim, Dom Gil falou sobre a abertura da Campanha da Fraternidade (CF). “A campanha quer ser uma ajuda para que a gente possa pensar que há injustiças e pecados sociais que devem ser vencidos. Nós vamos vencer isso não com ódio, não com lutas de classe. Nós vamos resolver isso olhando outra vez para Cristo, perdoando, tendo palavras bondosas que nos ajudem a converter e a modificar aquilo que deve ser modificado na nossa convivência social”.
A cada cinco anos, a iniciativa acontece de forma ecumênica. A Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE) 2021 traz como tema “Fraternidade e Diálogo: compromisso de amor” e o lema “Cristo é a nossa paz: do que era dividido, fez uma unidade” (Ef 2,14).
O Pastor explicou que nem sempre é mais fácil, mas que toda a Igreja ensina o Ecumenismo. “Como ensinou no Concilio Vaticano II e no catecismo da Igreja católica. Quando ela ensina o ecumenismo ela ensina que devemos olhar para aqueles cristãos que não estão conosco, que, às vezes, estão contra nós. Não olhemos com ódio. Olhemos com amor e procuremos ver aquilo que mais nos une”.
Concluindo o sermão, ele pontuou que a campanha ajuda uma parte da nossa espiritualidade, mas que a Quaresma existe desde o começo da Igreja. “São Gregório nos lembra que, quando o povo não se preparava bem para a Páscoa, a Igreja foi organizando a quaresma para que possamos, com Jesus, caminhar. Assim meus irmãos, procuremos viver intensamente esse tempo, assimilando em nós tudo aquilo que Jesus nos ensinou”.
Seguindo as instruções do Papa, fórmula da liturgia foi dita uma vez apenas do altar, em seguida os ministros foram ao encontro dos fiéis e depositaram as cinzas sem tocar as cabeças.
Aos que não puderem estar presentes podem acompanhar pelos meios de comunicação, ou ainda participar das celebrações nesta quinta e sexta-feira, pois Dom Gil determinação de que o rito seja realizado também nas Missas dos dias 18 e 19 de fevereiro.
Para conferir mais fotos da celebração, clique aqui.
Fonte:site da Arquidiocese de Juiz de Fora
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