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Catedral Metropolitana de Juiz de Fora

Centenas de fiéis participam de ordenação diaconal na Catedral Metropolitana

ordenacaoNo último sábado (31), uma celebração especial na Catedral Metropolitana marcou a ordenação diaconal de Jorge Luis Duarte e Wellington Guimarães da Silva. A missa, presidida por Dom Gil Antônio Moreira e concelebrada por vários sacerdotes da Arquidiocese, contou com a participação de vários diáconos e seminaristas e marcou também a instituição do Ministério de Acólito e Leitor ao seminarista Miguel Souza. Também estavam presentes o Coral Arquidiocesano Benedictus e a banda de música de Bom Jardim de Minas/MG.

De acordo com Jorge Luíz a ordenação diaconal é um momento de muita alegria e de responsabilidade. “Nesse momento eu assumo uma missão aqui na Igreja de Juiz de Fora. Peço ao Espírito Santo e ao coração misericordioso de Jesus que me abençoe e me proteja, me dando forças para seguir o meu chamado”. Wellington Guimarães também afirmou estar muito feliz por dar esse passo rumo à sua vocação. “Hoje sinto a felicidade de saber que estou dando o meu sim a Deus. Ser acolhido oficialmente pela Igreja, com a imposição da mão do bispo me deixa muito feliz, pois sinto a alegria da certeza que estou fazendo a melhor escolha. ”

Durante a homilia Dom Gil refletiu o evangelho do dia, Mt. 20, 25b-28, e ressaltou a importância da escolha que os diáconos estão fazendo. “Isso não é apenas uma escolha, mas uma resposta que vocês dão a Deus, pois foi Ele que os escolheu. Vocês terão que ter coragem para fazer esse serviço, por isso recebam esse ministério da Igreja com amor e carinho”, finalizou.

Ao final da missa os presentes participaram de um almoço de confraternização no Seminário Santo Antônio.

Para conferir as fotos da celebração, clique aqui.

Fonte: Arquidiocese de Juiz de Fora

Celebração de Ação de Graças marca oficialização da Legião de Maria na Arquidiocese

DSC02654 800x589No último sábado, 31 de outubro, centenas de fiéis participaram de uma celebração solene em ação de graças que marcou a oficialização da Régia Mater Dei “Associação Católica da Legião de Maria” na Arquidiocese de Juiz de Fora.

A celebração foi presidida pelo arcebispo metropolitano de Juiz de Fora, Dom Gil Antônio Moreira, concelebrada pelo pároco da Catedral, monsenhor Luiz Carlos de Paula, e os padres João Adário, Rafael Neves e Tadeu Vieira. A celebração também foi assistida pelo diácono Waldeci Rodrigues.

Em sua homilia o arcebispo dom Gil ressaltou a importância do trabalho desenvolvido pela Legião de Maria. “A Legião de Maria é um exercício de oração e de visita. É um chamado a repartir bens espirituais. Hoje, saudamos todos os legionários presentes. Que a Legião de Maria cresça cada vez mais, para que o exército comandado por Nossa Senhora seja cada vez maior”, finalizou.

De acordo com o orientador espiritual da Associação Católica da Legião de Maria na Arquidiocese, Pe. Rafael Neves de Oliveira, a associação é constituída em várias instâncias. “A Régia é uma das instâncias mais importantes da legião e foi reconhecida aqui em Juiz de Fora a partir de agora”. O sacerdote lembrou que o grupo está presente em várias paróquias da Arquidiocese e a beleza da associação é justamente seguir os passos de Nossa Senhora, que é a mulher missionária, aquela que vai a serviço. “Essa grande festa é o reconhecimento de um trabalho de décadas na Arquidiocese e que com certeza vai durar para sempre”, finalizou.

Estavam presentes na celebração membros da Legião de Maria de várias cidades da região. Ao final da celebração o grupo “Evangelizarte”, da Paróquia São Geraldo, fez uma apresentação em homenagem a Nossa Senhora.

Clique aqui e confira a cobertura completa da celebração.



Arquidiocese ordena novos diáconos transitórios

ordenacaodiaconalNo próximo dia 31 de outubro, os seminaristas Jorge Luís Duarte e Wellington Guimarães da Silva serão ordenados diáconos transitórios. A celebração, que marcará também a instituição do Ministério de Acólito e Leitor ao seminarista Miguel Souza, será realizada às 9h30, na Catedral Metropolitana.

De acordo com o seminarista Jorge Luíz, sua história vocacional nasceu na sua paróquia de origem, Nossa Senhora da Cabeça, em São João Del Rey. “Durante minha vida senti crescer em mim o carinho e a vontade de me dedicar a essa vocação do sacerdócio. Agradeço a Deus por sua misericórdia em ter escolhido a mim, pequeno servo, para essa missão do serviço do povo de Deus e de Sua Igreja”, refletiu.

O seminarista Wellington Guimarães afirma que o chamado para a vocação sacerdotal surgiu ainda em sua infância. “Eu nasci e vivi, até vir para o seminário, na zona rural, numa comunidade do município de Santa Bárbara do Monte Verde, chamada Três Cruzes. Lá é que conheci a Igreja, em uma capela simples e humilde, com pessoas que me ajudaram a encontrar com Deus. Minha vocação é profundamente marcada pela religiosidade que brota da experiência da pequena comunidade de fé que se reúne para ouvir e partilhar a Palavra”.

Após a ordenação diaconal, os seminaristas atuarão em paróquias da Arquidiocese e depois de um tempo de atuação, serão ordenados sacerdotes.

Fonte: Arquidiocese de JF

Dia de Finados é celebrado na Catedral

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Como em todos os anos, a Igreja celebra o Dia de Finados com a certeza da glória da ressurreição. Nesta data, todos os cristãos católicos são convidados a se lembrarem dos entes queridos, já falecidos, com saudade. No feriado de 2 de novembro, segunda-feira, a Catedral terá duas missas especiais em honra aos irmãos falecidos, às 7h, 10h, 15h e às 19h.

De acordo com o pároco da Catedral, monsenhor Luiz Carlos de Paula, a visita ao cemitério, as flores, as velas e as orações são manifestações de fé e demonstram que o católico crê que a vida continua. “As flores simbolizam nosso desejo de que as pessoas que partiram alcancem a felicidade eterna; as velas, que estejam na luz que não se apaga e as orações, nossa intercessão e comunhão, pois todos nós somos filhos e filhas de Deus”, explica.

O monsenhor afirma, ainda, que o Dia de Finados coloca os fiéis diante da realidade da morte, que não é o fim, pois a vida não termina na morte. “A celebração de Finados, portanto, não termina num túmulo, num cemitério, pois para o cristão, a ressurreição é a plenitude da própria vida, uma vida que não termina, mas apenas se desloca para um posicionamento muito melhor: sai do tempo e entra na eternidade”.

Origem da data

Os cristãos rezavam e se lembravam dos falecidos desde o século I. Porém, o Dia de Finados nasceu em 998, com um decreto da Abadia de Cluny, o maior mosteiro da cristandade medieval, determinando que os monges sob sua jurisdição fizessem a comemoração festiva de todos os fiéis defuntos no dia 2 de novembro. A data escolhida foi pensada por suceder a Festa de Todos os Santos, comemorada pela Igreja Católica no dia 1º de novembro.

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