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02-07-2026 Hits:332 Agosto: Catedral celebra o Mês Vocacional e convida fiéis à oração
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02-07-2026 Hits:191 Agosto: Catedral celebra o Mês Vocacional e convida fiéis à oração
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Na tarde desta terça-feira (23), a Catedral Metropolitana de Juiz de Fora realizou sua primeira visita guiada com enfoque histórico, proporcionando aos participantes uma oportunidade de conhecer mais profundamente a...
24-06-2026 Hits:219 Agosto: Catedral celebra o Mês Vocacional e convida fiéis à oração
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Mais de 30 mil pães abençoados foram dis…
A Catedral Metropolitana de Juiz de Fora encerrou com grande alegria mais uma edição da tradicional distribuição dos Pães de Santo Antônio, um dos momentos mais aguardados da festa em...
24-06-2026 Hits:170 Agosto: Catedral celebra o Mês Vocacional e convida fiéis à oração
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Catedral Metropolitana de Juiz de Fora c…
A Catedral Metropolitana de Juiz de Fora realizará, entre os dias 04 e 13 de junho, a tradicional Festa de Santo Antônio, reunindo os fiéis em um período marcado pela...
27-05-2026 Hits:727 Agosto: Catedral celebra o Mês Vocacional e convida fiéis à oração
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Nesta data especial, a Arquidiocese de Juiz de Fora se une em ação de graças pelos 13 anos de ordenação episcopal de Dom Marco Aurélio Gubiotti, Arcebispo Metropolitano de Juiz...
26-05-2026 Hits:260 Agosto: Catedral celebra o Mês Vocacional e convida fiéis à oração
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Leia maisMissa do Impossível é declarada bem imaterial de Juiz de Fora
A Prefeita Margarida Salomão sancionou, na última sexta-feira (13), Dia de Nossa Senhora de Fátima, a lei 14.426, que declara a Missa do Impossível como Patrimônio Cultural de Natureza Imaterial do Município de Juiz de Fora.
A Missa do Impossível se tornou o 10º patrimônio cultural imaterial de Juiz de Fora e o primeiro de caráter religioso, de acordo com o site da Fundação Alfredo Ferreira Lage (Funalfa).
A lei está em vigor desde o sábado (14), quando foi publicada no Diário Oficial do Município. O texto diz que a “Missa do Impossível” é típico da cultura, da forma de celebração religiosa e das práticas da vida social do Município de Juiz de Fora.
Missa do Impossível
A Missa do Impossível é realizada toda terça-feira às 19h30, no pátio da Igreja de São José, na Avenida Sete de Setembro, no Bairro Costa Carvalho. Em 8 anos, a Missa do Impossível só deixou de ser realizada presencialmente durante o auge da pandemia, quando ocorria de forma on-line.
Com a melhora do cenário epidemiológico, em março deste ano, houve o retorno da celebração presencial. Quem não puder participar, pode acompanhar pelo canal do YouTube do Padre Pierre Maurício.
Fonte: Site da Rádio Catedral de JF
Pastoral Carcerária Nacional convida para a celebração dos seus 50 anos de existência
Em um vídeo, a coordenadora nacional da Pastoral Carcerária, irmã Petra Silvia Pfaller, faz um convite aos agentes e parceiros da Pastoral Carcerária Nacional para se somarem na celebração dos 50 anos de existência da Pastoral Carcerária, sempre ao lado dos presos, familiares e organizações parceiras na luta por um mundo sem cárceres.
Para marcar a celebração, a Pastoral está organizando uma romaria em Aparecida do Norte (SP), no dia 28 de agosto, no Santuário Basílica de Nossa Senhora Aparecida. No convite, a religiosa destaca que a Pastoral Carcerária é uma das pastorais sociais ligadas à Comissão Episcopal Pastoral para a Ação Sociotransformadora da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
“A partir da década de 70, no Brasil, a Igreja se faz mais presente no cárcere com celebrações, cursos bíblicos, grupos de partilhas e acompanhamento à Jesus preso nas pessoas presas. Convido vocês a participarem deste momento nacional na Basílica de Nossa Senhora de Aparecida”, disse.
Veja abaixo o convite:
Fonte: Site da CNBB
Morre, em Belo Horizonte (MG), O Padre Johan Konings, um dos tradutores da versão oficial da bíblia lançada pela CNBB
Faleceu neste sábado, 21 de maio, às 16h, em Belo Horizonte (MG), em decorrência de um aneurisma cerebral, o padre jesuíta Johan Konings, filósofo, filólogo e doutor em Teologia pela Universidade Católica de Lovaina (Bélgica). Ele era professor titular da Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia – FAJE e autor de vários livros. Padre Johan encontrava-se internado, desde ontem, no hospital Madre Tereza, na capital mineira.
O velório será realizado no domingo, 22, a partir das 8 horas, no auditório Dom Luciano Mendes de Almeida, da FAJE (Av. Dr. Cristiano Guimarães, 2127, bairro Planalto, Belo Horizonte). Às 13 horas, haverá um momento de oração e, às 15 horas, celebração da Eucaristia. O sepultamento será no Cemitério Parque Bosque da Esperança, às 16:30.
Natural da Bélgica e radicado no Brasil desde 1972, padre Johan Konings foi membro da equipe, composta pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que se dedicou à coordenação de Tradução e Revisão oficial da Bíblia que é referência para a Igreja no Brasil.
O trabalho de tradução, que levou 11 anos, foi oficialmente lançado no dia 21 de novembro de 2018, durante a reunião do Conselho Permanente da CNBB, em Brasília (DF).
Ele também participou como perito na XII Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, em Roma, em 2008, com o tema “A Palavra de Deus na Vida e na Missão da Igreja”.
O assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética da CNBB, padre Jânison de Sá afirmou que a Igreja do Brasil perde um grande biblista no dia de hoje. De acordo com o assessor da CNBB, padre Johan Konings era um apaixonado pela Palavra de Deus e se dedicou ao estudo da Bíblia procurando contagiar seus alunos no estudo e aprofundamento da Palavra e também nas assessorias e formações que realizava.
“Padre Johan Konings era um apaixonado pela Palavra de Deus e se dedicou ao estudo da Bíblia procurando contagiar seus alunos no estudo e aprofundamento da Palavra”, padre Jânison.
Padre Jânison destaca ainda que o professor trabalhou incansavelmente na tradução da Bíblia para a CNBB, buscando uma linguagem litúrgico-catequética acessível aos catequistas, catequizandos e a todo o povo de Deus. “Esta missão ele assumiu ainda no final dos anos noventa. Somos gratos ao padre Konings por uma vida doada a serviço da Palavra na ação evangelizadora de nossa Igreja”, expressou o assessor da CNBB.
Uma vida dedicada à Palavra
Nascido na Bélgica em 1941, possui licenciatura em Filosofia (1961) e Filologia Bíblica (1967). Doutorou-se em Teologia (1977), pela Katholieke Universiteit Leuven. Depois de sua chegada ao Brasil, em 1972, lecionou, no campo da Teologia e da Exegese Bíblica, em Porto Alegre (PUCRS) e no Rio de Janeiro (PUCRJ), até tornar-se, desde 1986, professor de Novo Testamento na Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE) em Belo Horizonte-MG, que em 2011 lhe conferiu o título de Professor Emérito.
Dedicou-se principalmente à exegese dos Evangelhos, especialmente ao de João, e à hermenêutica e tradução da Bíblia. Foi organizador da Tradução Ecumênica da Bíblia (1994) e da tradução do Compêndio dos símbolos, definições e declarações de fé e moral (Denzinger-Hünermann), primeira edição (2007) e segunda edição atualizada em 2013. Era membro da Society of New Testament Studies (SNTS) e da Associação Brasileira de Pesquisa Bíblica (ABIB).
Fonte: Site da CNBB
Um Planeta a ser preservado, um grito ainda a ser ouvido
Se o Planeta Terra fosse uma pessoa, provavelmente hoje estaria deitado em alguma cama de hospital com intravenosa de morfina no braço para aliviar as muitas e atrozes dores que o afligem. Foi o próprio homem, nas últimas quatro décadas em particular, que, como um bom médico, tentou diagnosticar o paciente, submetendo-o a análises clínicas especializadas, até formular um diagnóstico nefasto: poluição; mudança climática; desaparecimento da biodiversidade; dívida ecológica entre o Norte e o Sul, ligada a desequilíbrios econômicos; antropocentrismo; domínio da tecnocracia e das finanças, com a prevalência de uma generalizada “cultura do desperdício” que leva à exploração de crianças, ao abandono dos idosos, à escravidão de outros, ao comércio de órgãos ou de diamantes ensanguentados. Em uma só palavra, “câncer” e, além disso, “câncer na fase final”, que talvez seja ainda mais assustador do que as doenças descritas acima, mas que nos deixa indiferentes porque não afetou alguém da nossa família ou algum velho amigo. Esse mesmo médico, tão escrupuloso na fase de diagnóstico, no entanto, esqueceu de encontrar uma cura adequada. Ou onde ele a havia encontrado, esqueceu de administrá-la diariamente, com perseverança e amor. Há sete anos, em 24 de maio de 2015, com a encíclica Laudato si, o Papa Francisco relançou a urgência de uma terapia direcionada contra os males da Terra, apelando não aos doutores profissionais, mas a “todos os homens e mulheres de boa vontade”: 221 páginas, uma introdução, seis capítulos e duas esplêndidas orações finais que imediatamente deixaram sua marca não apenas na Doutrina Social da Igreja, mas também nos processos políticos, econômicos e ecológicos de nossas sociedades globalizadas.
Palavras proféticas
Hoje, também à luz da dramática experiência da pandemia que nos colocou de joelhos e da guerra que continua a semear o terror e a destruição, temos provas, por um lado, das intuições “proféticas” do texto de Francisco e, por outro, da sua força, tão simples quanto o verso do Cântico das Criaturas do qual tira seu nome e, ao mesmo tempo, tão eficaz quanto cada palavra dirigida a Deus com fé. Os frutos da encíclica do Papa Bergoglio, a segunda de seu pontificado, de fato desencadearam processos fecundos, muitos dos quais ainda estão em andamento, em todos os campos tocados pelo texto, desafiando os governantes, assim como as crianças, que estão determinadas, sem qualquer hesitação, a fazer a sua parte. O contexto cultural e magisterial no qual as reflexões do Papa estão enraizadas é vasto e bem documentado: desde Paulo VI, que se referiu ao problema ecológico, apresentando-o como uma crise que é a “consequência dramática” da atividade descontrolada do ser humano, a São João Paulo II, até Bento XVI, que com preocupação nos convidou a reconhecer que a Criação está comprometida ali “onde somos as últimas instâncias, onde o todo é simplesmente nosso patrimônio e o consumimos somente para nós mesmos”. No entanto, na maravilhosa obra das mãos de Deus, não há predador, não há egoísmo, não há senhores e escravos, não há ambiente a ser explorado segundo a vontade de cada um, mas um lugar, uma casa de fato, a ser compartilhada em harmonia. Francisco diz: ” A Bíblica nos ensina que o mundo não nasceu do caos nem do acaso, mas de uma decisão de Deus que o chamou e sempre o faz, à existência, por amor. O universo é belo e bom, e contemplá-lo nos permite entrever a infinita beleza e bondade de seu Autor. Cada criatura, mesmo a mais efêmera, é o objeto da ternura do Pai, que lhe atribui um lugar no mundo”.
Tudo está conectado, mesmo as crises
O primeiro e precioso fruto da Laudato si’ é precisamente sua capacidade de conectar aspectos que antes eram tratados setorialmente. Não é por acaso que entre as expressões mais citadas estão “ecologia integral”, que constitui seu verdadeiro coração, e “tudo está conectado”, que se tornou quase um slogan, e a anotação de que “não há duas crises separadas, uma ambiental e outra social, mas sim uma única e complexa crise sócio-ambiental”: o Planeta está em mau estado, mas o homem certamente não está melhor, obrigado pelas carestias, pela fome, pelos deslizamentos, pelas inundações, pelas guerras, pela corrupção, a deixar sua própria casa, sem saber se encontrará outra. Também neste ano contamos no Vatican News, muitas histórias inspiradas na Laudato si’, de Roma às Ilhas Salomão, atravessando os Cinco Continentes com os testemunhos daqueles que quiseram assumir a questão. A ação em favor do meio ambiente atravessa culturas, povos, contextos geográficos e crenças, também deve ser dito, que a Igreja tem sido uma enorme fonte de ideias e projetos, graças aos quais as palavras do Pontífice não ficaram no papel.
Fonte: Site Vatican News

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